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Kalimantan Ocidental

Kalimantan Ocidental é um pedaço de floresta da ilha de Bornéu, uma província da Indonésia com absolutamente nada de especial, só muita floresta e uns pagodes (não a música, mas aquelas torres com telhados em formato de guarda-chuva), tipo como se fosse o Amapá da Indonésia, que é tão longe quanto o Acre só que menos mencionado (lembrando que o posto de Acre da Indonésia é Kalimantan do Norte). A similaridade não termina aí, já que tal qual o Amapá e sua capital Macapá, a capital de Kalimantan Ocidental, Pontianak, também fica na linha do Equador, provando que estar situado nessa linha quer dizer nada.

HistóriaEditar

 
Pagode de Tua Pepeka, um dos símbolos culturais da província.

Por séculos a região foi habitada pelos Dayaks, uma tribo indígena daquelas bem atrasadas, e portanto bem explorada, que acredita que esticar as orelhas 1 metro para lotá-las de brincos é padrão de beleza. Estes seres foram todos deportados para um lugar mais isolado, a província de Kalimantan Central, quando os malaios tomaram a região para tentar criar um pouco de civilização ali, porque estava tudo muito parecido com a Amazônia, e os malaios sabiam que nada de desenvolvimento chega no meio da floresta, era necessário devastar aquela mata toda e criar indústrias, e para isso vários chineses foram contratados, povo que entende como ninguém como destruir um meio ambiente para trazer algum desenvolvimento econômico. O problema é que os chineses passaram a achar que ali era sua casa, e antes de começar a destruição expulsaram os malaios. Todavia, em 1942 os otakus chegaram na província para evitar a sua destruição e tentar convencer as pessoas que há de bom e edificante em assistir porras como Naruto e One Piece. Obviamente os otakus foram rechaçados nesse conflito e foram expulsos em 1945.

Uma vez sob comando do governo da Indonésia, o imperador Sukarno, num surto de sandice, depois de ter jogado War e percebido que ilha de Bornéu era uma só, tentou conquistar o pedaço da Malásia que fica na ilha, criando o Confronto Indonésia-Malásia, que basicamente deu porra nenhuma, até porque em 1966 Shurato assume o trono da Indonésia e põe fim ao conflito inútil mandando uma cartinha aos malaios dizendo que aquela porra de ilha tem nada de valioso e que eles podiam continuar com sua metade, enquanto a província de Kalimantan Ocidental era criada oficialmente. Embora apaz total nunca tenha sido encontrada e sempre há conflitos e bullying entre os índios dayak e os colonos madureses.

Em 2013 surgiu uma ideia de dividir a província ainda mais, criando uma província chamada Kapuas Raya (nome que significa "Oiapoque" em língua indonésia), mas a ideia não deu muito certo porque as cidades dessa nova província era mais longe que Marabá, então nunca as autoridades locais puderam ser consultadas sobre o desejo de fazer essa nova província, então continua tudo na mesma.

GeografiaEditar

Apelidada de "província dos mil rios", apelido dado não porque possua realmente mil rios, na verdade só tem um, o rio Kapuas. A província tem esse apelido porque não possui estradas pavimentadas e o principal meio de transporte é por barquinho no rio Kapuas, então se quiser ir para mil lugares em Kalimantan Ocidental, tem que ir nesse rio.

CulturaEditar

Província de uma cultura que mescla costumes malaios, chineses e indígenas, sendo portanto bem comum ver enormes pagodes habitados por pessoas que carregam uma peixeira enfeitada com penas de papagaio (item o qual eles chamam de "mandau"), sendo que todo ano realizam uma festa chamada Robo-Robo, chamada assim porque, para combater os altos índices de criminalidade na região, o governo cria um dia onde assaltar, furtar e roubar passa a ser permitido, e assim todos roubam dentro da lei e os níveis de criminalidade diminuem nesse dia festivo.