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Keke Rosberg é um semi-desconhecido ex-piloto de Formula 1, agora mais conhecido porque seu filho foi campeão igual o pai, era notório por seu cabelo esquisito, bigode mal aparado e falta de habilidade como piloto que era compensada por cagadas dos rivais. Consagrou-se em 1982 o primeiro campeão mundial de Formula 1 que tem cara de tiozão do churrasco, tanto que o fato dele parecer nada com um finlandês explica porque ele fez questão que seu filho nascesse na Alemanha.

Índice

Carreira no automobilismoEditar

Equipes menoresEditar

 
Keke Rosberg disfarçado de finlandês, após raspar o bigode (provavelmente perdeu alguma aposta para fazer isso).

Estreou tarde na Formula 1, já com seus 29 anos de idade, afinal nunca foi exatamente um bom piloto prodígio, e só conseguiu fazer a estreia em 1978 porque a Theodore Racing (uma Super Aguri da época) não estava achando pessoas destemidas e sem medo de morrer para que pilotassem seus carros Made in China (literalmente). Em seu ano de estreia só bateu, quebrou e ficou em último, satisfazendo os donos da equipe Theodore de Hong Kong, porque aparentemente era isso que eles procuravam já que todos seus pilotos só batiam, quebravam ou chegavam em último. Obviamente tal equipe chinesa faliu, por isso Keke em 1979 teve chance de fazer só uma corridinha pela Wolf Racing (porque o resto quebrou em todas, já esbanjando talento em quebrar carros).

Escuderia FittipaldiEditar

 
Keke torna-se o primeiro piloto da história a dirigir embriagado, usando o carro quadrado da Skol da Escuderia Fittipaldi, com o qual conquistou 26 últimos lugares consecutivos nos anos de 1980 e 1981.

Mas a estreia definitiva na Formula 1 foi quando se atreveu a correr todas as corridas das temporadas de 1980 e 1981 usando o pior carro possível, quando foi o único que topou o desafio de usar os carros da Escuderia Fittipaldi, os únicos carros da história a utilizar latinhas de Skol reciclada, o que permitiu Keke Rosberg alcançar últimas colocações em todas as corridas daqueles dois anos consecutivos, além é claro, de passar dois anos inteiros incentivando as pessoas a beber cerveja e dirigir em altíssima velocidade.

WilliamsEditar

A grande chance de conseguir alguma coisa na carreira foi quando passou a usar os competitivos carros da Williams Saudita Team, com a qual conquistou o surpreendente título do Mundial de Pilotos daqueles ano, apesar de todas as cagadas realizadas ao longo do campeonato, como no GP do Brasil de 1982 quando ficou em segundo mas foi desclassificado por estar abaixo do peso, já que havia uma meta de obesidade para cada piloto (por isso Alan Jones havia sido campeão anteriormente). Foi campeão vencendo apenas uma corrida no ano inteiro, faturando o título menos merecido da história da Formula 1, algo que só foi possível porque o melhor postulante ao título, o francês Didi sem piroca, bateu na corrida da Alemanha e teve 31 fraturas nas duas pernas, porque na época fazia parte do espetáculo mortes, quase-mortes e desfigurações. Com o francês Didi aposentado por invalidez, os próximos rivais eram John Watson e Alain Prost que venceram duas corridas, mas bateram ou quebraram em outras 10 porque eram odiados por todos. Niki Lauda era só um zumbi nessa época. E René Arnoux era outro que quase morreu e ficou traumatizado. Sem contar que um bando de desconhecidos ganharam umas corridas aquele ano. Aí o título de 1982 caiu no colo de Keke Rosberg, que evidentemente jamais daria uma cagada igual na carreira.

Nos anos de 1983, 1984 e 1985 apenas fez a especialidade da família Rosberg, que é ser coadjuvante, não se destacando nem negativamente e nem positivamente, ficando longe de ganhar um bi-campeonato, mas também não fazendo nenhuma merda chamativa. Só cumprindo tabela. Quando o seu chefe de quem era puxa-saco, o Frank Williams, ficou pentaplégico e se aposentou, Rosberg foi demitido da Williams porque só o Frank aturava aquele tipo de piloto ruim na equipe, afinal ele usava como critérios qualidades como "bigode mal aparado" para escolher os pilotos.

McLarenEditar

Em 1986 encerrou a carreira na McLaren numa temporada frustrante onde viu o seu companheiro de equipe Alain Prost acertando o uso da McLaren da Marlboro, enquanto Keke estava de saco cheio de fazer propaganda de cigarro. Naquele ano ainda viu o amigo Elio de Angelis falecer de burrice. Keke estava tão frustrado e tão ansioso em aposentar-se que na última corrida, na Austrália, tomou um mero toquinho de nada de Nelson Piquet, e simplesmente decidiu parar o carro, desligá-lo e ir embora pra casa.

Após a aposentadoria das pistasEditar

Aposentado das pistas, virou um palpiteiro profissional, auxiliando a carreira de compatriotas como JJ Lehto e Mika Hakkinen, uns mais atrapalhando, como Lehto que nunca foi campeões, e outros só enchendo o saco mesmo, como o Hakkinen.

Quando o seu filho Nico Rosberg se demonstrou ser melhor que o pai quando passou a competir, Keke Rosberg decidiu sair de cena e ir trabalhar como fazendeiro de feno no interior da Ostrobótnia do Norte, e só voltou a falar com um repórter em 2017, após a aposentadoria, dizendo que havia tornado-se um eremita por estar de saco cheio de estar no paddock e ter que responder em toda corrida, para um bando de repórter sem criatividade, o que ele acha do filho.

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Pilotos da Fórmula 1