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Kingdoms of Amalur: Reckoning

Virtualgame.jpg Kingdoms of Amalur: Reckoning é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um n00b enterra um osso na Wilderness.


Reinos do Malucão: Reconing
Kingdoms of Amalur Reckoning cover.png

Famosa capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Uma empresa desconhecida e outra também
Publicador Electronic Arts
Ano 2012
Gênero Eroge, RPG de ação
Plataformas Playstation 3, Xbox 360, PC
Avaliação Pior que Skyrim
Idade para jogar Livre

Kingdoms of Amalur: Reckoning é um desconhecido jogo de simulador de side-quests com elementos de RPG de ação desenvolvido por duas desconhecidas empresas 38 Studios e Big Huge Games ambas formadas por ex-estagiário demitidos da Electronic Arts que agradou apenas um pequeno nicho de pessoas hoje denominadas de "haters de Skyrim", pois sabe-se que toda pessoa que odiou o jogo The Elder Scrolls V: Skyrim, seja lá por qual motivo fútil, automaticamente adorou Kingdoms of Amalur (isso se conheceu o jogo, pois ninguém lembra desse jogo). O enredo do jogo foi escrito por R. A. Salvatore, um cara qualquer do qual nunca ouvimos falar, mas do modo como eles colocam na capa, parece ser grandes coisa, embora na prática não seja, porque o enredo do jogo é uma embromação total do começo ao fim.

O jogo foi um sucesso tão grande que a 38 Studios faliu miseravelmente sem conseguir pagar as suas contas e devendo milhões de dólares para o estado de Rhode Island de modo que até o governador do estado definiu o jogo como um fracasso e pediu à corte marcial para proibir que uma sequência fosse desenvolvida. A Electronic Arts enquanto isso nem sabe que Kingdoms of Amalur: Reckoning foi um jogo que existiu e continua concentrada em fazer Call of Duty e Madden NFL.

Índice

EnredoEditar

Os defensores do jogo (uma meia-dúzia de pobres cidadãos) alegam que Kingdoms of Amalur: Reckoning possui uma história riquíssima repleta de mundos e personagens a se explorar, embora no final das contas tudo não passe de clichês em cima de clichês com personagens repetitivos e sem graça com lutas sem graça e repetitivas sempre com a variedade mínima de inimigos disponíveis.

O jogo conta a história de um continente fictício chamado Amalur, no qual após uma grave crise mobiliária as pessoas ficaram impossibilitadas de comprarem camas, e por isso comumente o jogador verá os cidadãos do reino dormindo no chão e muitas vezes ao relento. Além disso parece haver uma grave crise alimentícia, pois não há nenhum humano obeso, uma vez que a comida é toda roubadas pelos Jottuns e Bolgans (seres obesos que comeram tanto que perderam a capacidade de raciocinar). Para tentar reverter esta situação de crise global, Clóvis Bornay (com o nome artístico de Gadflow) decide promover o genocídio de todas as pessoas que não saibam se vestir bem, ou seja, pouparia apenas a sua escola de samba denominada "Unidos da Tuatha Deohn" (ou Gala-Gay em alguns países) e mataria todos os outros. Os aliados de Clóvis Bornay são conhecidos como imortais, embora possam ser todos mortos, são chamados assim porque suas armaduras e espadas purpurinadas totalmente fashion arrasam na avenida e por serem lembrados pela eternidade por isto, são conhecidos como imortais.

 
Protagonista do jogo é totalmente editável.

Em meio a isto, o jogador assume então a forma de um arquétipo de herói predestinado, invencível, destemido e assexuado que acordou com amnésia num fosso qualquer. Logo você descobre que havia morrido por excesso de fadiga e que foi ressuscitado por gnomos que estavam sendo atacados pelo famigerado bloco carnavalesco Tuatha Deohn. Ao fugir do castelo destruído dos gnomos, o jogador encontra Agarth, um velho tarado que te esclarece que todos os seres estão presos a um destino (fate), mas que ele ao ser ressuscitado dos mortos não possui destino e pode fazer o que bem entender.

O protagonista decide então visitar Adessa, a capital dos gnomos, conhecidos por confeccionarem o de maior qualidade de todo continente, atraindo é claro o protagonista. Ele apenas não esperava a intervenção de Octienne, um gnomo ambicioso que queria todo o pó de Adessa só para si, e na luta pelas bocas-de-fumo da cidade, ambos entram num intenso combate no cenário ainda em construção das Olimpíadas do Faustão, que faz a gravação de suas gincanas na cidade devido aos impostos serem mais vantajosos.

O próximo destino é a cidade de Rathir, capital dos elfos negões. A cidade é famosa por ser o maior bordel do mundo, o que explica porque as elfas andam seminuas por todas partes da cidade sem se importarem com pudor. Nesta cidade não existem nem idosos e nem crianças, o que reforça ainda mais a teoria de que se trata de um bordel enorme. Infelizmente o protagonista é assexuado, então ele acaba não podendo usufruir de todo o bacanal que é visivelmente servido na região. Rathir, aliás, é a terra natal de Alyn Shir, uma elfa negona misteriosa que está sempre seminua implorando para tarados fazerem hentais sobre ela, e por ser uma vadia genérica está constantemente dando mole para o protagonista, que como já mencionado, é assexuado, então nem um beijinho acontece.

No outro lado do oceano partindo do porto de Rathir está a cidade de Mel Senshir, que também é dos elfos negões, e que está sofrendo com um cerco promovido pelo Clóvis Bornay e sua turma de passistas e bateristas. Os sambistas desejam criar uma Sapucaí na cidade, porém os elfos que são metaleiros odiaram tal ideia e estão procurando resistir a todo custo essa invasão de sambistas em sua pacata cidade. Os Tuatha Deohn não quiseram nem saber, vestiram seus abadás, começaram a mijar em todas as paredes, começaram a fazer sexo ao ar livre, trazendo toda uma aura de libertinagem e maus costumes à Mel Senshir, transformando-a num caos, algo similar ao Rio de Janeiro a terra natal de Clóvis Bornay e sua turma. Para piorar de vez, os Tuatha ainda levaram para a cidade um carro alegórico imenso no formato de monstro obeso ciclope, tocando uma música insuportavelmente repetitiva, trazendo o caos e a desarmonia. É nesse cenário de pura desolação que o protagonista deve aparecer e salvar Mel Senshir de sua miséria, ligar um Megadeth e expulsar todos sambistas da cidade a chutes.

É chegada então a hora do contra-ataque contra as forças de Tuatha, e no final do jogo a prostituta assassina Alyn Shir revela que antes de morrer, ela e o protagonista faziam parte de uma irmandade secreta denominada "Dragonborn" que servia para impedir a ressurreição do dragão Alduin Tirnoch, que é o último chefe, e parabéns quem teve a paciência do cão de jogar até chegar nesse chefe.

JogabilidadeEditar

 
Um dos itens mais importantes do jogo, matéria-prima das principais poções.

Por ser um jogo de simulador de side-quests, Kingdoms of Amalur: Reckoning jamais se foca na quest principal. O jogador deve constantemente conversar com NPCs que te pedem o mais variado tipo de missão secundária estúpida, te forçando a ir para a Puta que Pariu concretizar a missão secundária, local este em que provavelmente haja mais uns 3 ou 4 cretinos folgados que te forçam ir para outra Puta que Pariu para fazer mais missões secundárias, e assim por diante, até você já esquecer a história e estar apenas fazendo missões por fazer. Acredita-se porém que o objetivo principal esquecido seja colher flores e sativa fibers nas florestas.

Os combates em Kingdoms of Amalur: Reckoning consistem no massacre de botões, não havendo qualquer tipo de estratégia na hora das lutas, assemelhando-se mais a um hack and slash do que a qualquer outro RPG. A única coisa que lembra um RPG é o fato do cenário ser entupido de itens inúteis que só servem para lotar seu inventário em 10 minutos de gameplay, porque até de classes o jogo é pobre, só três: paladino, bandido e drogado.

Há 6 categorias de armas, a espada normal que serve para dar espadadas, a espadona gigante que serve para você tomar espadadas porque ela é lenta e não acerta ninguém, marretas e machados que são igualmente lentos, faquinhas e pasteis (faeblades) que não tiram dano algum, arco e flechas e os cajados para os magos.

PersonagensEditar

Kingdoms of Amalur: Reckoning é um jogo que ficou conhecido por ser muito genérico e sem criatividade, e isso reflete diretamente na personalidade dos personagens principais, que são todos arquétipos sem qualquer carisma, altamente clichês e facilmente esquecíveis assim que saem de cena.

  • Fateless One - O protagonista mudo e solitário - É você, o herói assexuado transsexual e predestinado a salvar o mundo após ser ressuscitado dos mortos. Teve uma morte trágica e embaraçosa, e por isso quando você questiona como morreu todas as pessoas que sabem a verdade parecem ter vergonha de dizer. No final você descobre que morreu após ter contraído AIDS num dos carnavais do Bloco Tuatha, o que explica porque subconscientemente, após voltar dos mortos, tornou-se uma pessoa assexuada.
  • Hugues - O gnomo que te trouxe de volta dos mortos após administrar alguns coquetéis anti-AIDS para o antigo cadáver agora ressuscitado do herói.
  • Clóvis Bornay - Renomado carnavalesco de codinome "Gadflow", tem por objetivo exterminar da face da terra todas as pessoas que não gostem de carnaval ou que não se vistam como passistas de escola de samba, desencadeando uma guerra global sem precedentes. Como sabemos, ele morre em 2005, devorado por um carro alegórico em formato de dragão.
  • Agarth - Velho que tem o poder de ver o destino (fate) das pessoas e como elas vão morrer, mas que fica intrigado ao não conseguir ver o futuro do protagonista, e por isso decide segui-lo e mais atrapalhar do que ajudar.
  • Alyn Shir - Prostituta de luxo, típica mulher sensual seminua sombria assassina misteriosa que passa o jogo inteiro tomando atitudes ambíguas, e portanto é talvez o personagem que melhor se aproxima de ser alguma coisa interessante, se não fosse tão clichê.

RaçasEditar

 
Jogador chegando numa cidade com mais uma dúzia de NPCs inúteis.
  • Humanos - Seres repugnantes que estão em toda parte.
  • Elfos - Os elfos homens são geralmente mendigos ou emos, porque um dos requisitos para ser da alta classe é ter cabelo emo com franja babada em gel e gostar de emocore, então os elfos que não curtem isso e preferem o rock da velha guarda precisam morar em favelas. Já as elfas mulheres são todas gostosas, não existe uma elfa gorda sequer, todas visivelmente fazem CrossFit para se manterem saradas e fazem questão de se exibir sempre andando por aí seminuas com as coxas, barriga e bunda a mostra, sempre impecavelmente sem estrias.
  • Gnomos - Pessoas com nanismo que para escapar do bullying criaram sua própria cidade. Estes seres tem três manias: A primeira é uma mania mórbida de mexer com cadáveres; A segunda é fazerem cosplay de centurião romano; E a terceira é de tentarem fazer live action de Game of Thrones criando intrigas sem sentido.
  • Fae - São uma raça antiga de elfos consideradas imortais, que por passarem tantos séculos sambando e desfilando em carnavais, hoje eles estão constantemente vestidos em fantasias de escola de samba. Existe aqueles bonzinhos que não julgam os outros e querem apenas ficar em paz com suas roupas de carnaval, muitas vezes sentados no meio do nada. Mas existem também os malvados (Tuatha) que querem impor o carnaval para todos no mundo.

FacçõesEditar

  • Warworn (Minhocas de Guerra) - Outrora conhecidos como caçadores de Niskaru (uma espécie de capeta) quando esta ameaça foi repelida o grupo caiu em desuso tornando-se apenas mercenários sem valor. Graças ao protagonista mudo e predestinado, a ordem decadente pode voltar à sua glória com a descoberta de uma montanha repleta de capetas para matar com um machadão sagrado.
  • House of Sorrows (Porta dos Desesperados) - Antigo programa de televisão liderado pelo mito Serginho Mallandro, todas as pessoas que ali residem precisam estar coma fantasia ridícula de carnaval, pois todos são Fae.
  • House of Ballads (Boate das Baladas) - Ao norte de Amalur localiza-se a Boate das Baladas, habitadas por Fae que estão já enjoados de carnaval e agora são fãs de música eletrônica, rave, dumbstep e similares. Todavia, devido ao consumo excessivo de LSD, lança-perfume e outras substâncias encontradas em baladas, as pessoas dessa facção começaram a ficar loucas e se matar para conseguir dinheiro para mais drogas. A rainha da balada (Maid of Windemere) transformou quase todo mundo em seu escravo sexual, e cabe ao protagonista mudo e predestinado impedi-la de concluir seus planos malignos de espalhar baladas por todo o mundo.
  • Scholia Arcana (Escolha do Arcana) - Uma escola do Harry Potter localizada em Rathir onde os chefões da magia estão tendo pesadelos devido a uma assombração.
  • The Travellers (Os Trombadinhas) - Acampamento de marginais extremamente folgados que mandam você conversar com uma estátua que por sua vez manda você furtar os mais variados itens nos mais variados locais, introduzindo-o no mundo da marginalidade e delinquência. No final essa mesma estátua tenta te jogar numa armadilha, mas você volta e mata todos bandidos.