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Kirchnerismo

Tango.gif ¡¡NO DJORES POR MI, DESCICLOPÉDIA!!

La hinchada del Boca Xuniors há assegurado que esto artículo és un lerrítimo arrentino porteño, y por eso, és lo más merrór de la Desciclopédia, así como Maradona és merrór que Pelé.


Sim, os argentinos tiveram que aguentar esses dois por um longo, longo tempo...

O Kirchnerismo foi a política vivida na República Argaytina durante mais de 12 anos empregada pelos Kirchner: Nestor e sua viuvinha Crstina. Ambos governaram o país de 2003 a 2015 e foram os responsáveis por intensificar ao máximo o personalismo, peronismo e estatismo na Terra da Prata, defendendo os programas sociais e os direitos humanos do povo. Só esqueceu de defender também a economia e a balança comercial argentina da inflação e do déficit de exportações, além de ignorarem o ataque á bomba contra os judeus pelos iranianos, pra manter boas relações com o Irã

HistóriaEditar

Em 2003 Nestor Cerveró subiu ao poder e tratou logo de desvalorizar a moeda o máximo possível pra ver se conseguia pagar a dívida milionária com o FMI. Como todo bom peronista ele não podia fazer isso se apelar para um bom e velho populismo, e como o Lulinha fez aqui no Brasil tratou de criar vários programas sociais e dar esmolas aos flagelados para manter a imagem de "pai do pobre". Sorte dele que morreu antes que descobrissem alguma posse dele como triplex ou sítio no campo, he-he.

4 anos depois Cristina assume o poder graças a uma eleição que foi fraudada a mando de seu esposo. Mulher high-tech, que apesar da idade não usava diskman e sim IPhone, ela ampliou os polos de tecnologia do país e criou vários institutos técnicos, onde todo argentino poderia aprender coisas fundamentais como por exemplo virar técnico de futebol, de tango, de cortes em carnes e vinicultura, as únicas coisas que movimentam a economia dos boludos. Daí, ela pensou, pra impulsionar a exportação dos principais produtos nacionais a gente tem que cortar os outros não é mesmo? Por isso Cristininha lançou vários e vários impostos sobre todos os produtos que não fossem vinho, maçãs, picanha, CDs de tango e jogadores argentinos (não é a toa que o Dybala foi pra Juventus a preço de banana mesmo). Mas e se reclamarem? Ah, pode ficar certo de que isso não vai acontecer, a gente censura a imprensa e voalá! Cadê as criticas e manchetes nos jornais? Sumiram igual ao Fred na Copa de 2014.

Depois de muitos e muitos anos de alta inflação, destruição do prestígio estrangeiro, arrochatização da economia e balança econômica extremamente desfavorável, o Kirchnerismo teve fim em 2016, quando acabou o mandato da viuvinha, que hoje passa os dias a chorar pelo marido morto, enquanto o povo chorou pelo país quase morto.

CaracterísticasEditar

  • Defesa dos direitos humanos: Para garantir o apoio do povo, cuja maioria são filhos de pessoas mortos ou torturados pela ditadura militar. Tudo de fachada é claro, pois ambos Nestor e Cristina pouco se fodiam (literalmente) para o povo.
  • Demonização do Neoliberalismo: Nesse processo eles acabaram foi demonizando eles mesmos
  • Apoio a qualquer governo sul-americano de esquerda: Em especial o do Evito, Dilma e Chavinho.
  • Programas sociais: Os famosos bolsa-esmola, como a gente conhece aqui no Brasil
  • Torcer o nariz pra tudo que vem dos staites: Só mudou quando Obama foi presidente, já que ele parecia mais agradável aos kirchneristas.

Ver TambémEditar