Kristoph Gavin

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Admmalvado.jpg Este artigo é sobre um vilão!

Isso significa que ele rouba, mata e faz outras loucuras sem nenhum motivo. Se vandalizar este artigo, um super-herói irá lhe prender.


CAPTURADO

Kristoph Devil Hand.PNG

Anunciamos que Kristoph Gavin não fará(ão) mais mal a ninguém,
pois se encontra(m) preso(s), morto(s) ou/e finalmente derrotado(s).

Agradecemos à(s)/a(o)(s): Apollo Justice pela sua captura.
Obrigado, Apollo Justice, certamente as pessoas poderão
dormir mais tranquilas graças a você(s).
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Kristoph Gavin
Ver Predefinição
Hugegaryuu.png
Apelidos e/ou Pseudônimos Advogado do diabo
Cabelo de broquinha
Cara com o capetinha na mão
Nome em Nihongo 牙琉 霧人 (Garyuu Kirihito)
Nome na terra do croissant
Nome na terra do Oktoberfest
Nome na terra de onde veio o time do Barcelona
Nome na terra da pizza
Idade 32
Altura
Cor dos olhos Azuis
Cor da quiçassa na cabeça Loiro 'platina'
Ano em que esse(a) infeliz veio ao mundo 1994
Profissão Advogado de Defesa
Família Klavier Gavin (Irmão mais novo)
Amiguinhos etc. Phoenix Wright (Amigo da onça)
Vongole (Cachorro manso)
Associados Apollo Justice (Pupilo)
Drew Misham (Contratado)
Vera Misham (Contratada)
Do que mais gosta A Lei, em sua 'essência'
Fama
Grana
Esmalte de unha 'Ariadoney'
Botar atroquinina nas coisas dos desafetos
Forjar provas no tribunal.
Do que menos gosta Que alguém fique no seu caminho
Seu maior sonho Ser o advogado mais famoso
Se vingar de Phoenix Wright

Cquote1.svg Você quis dizer: Filho da P#%@ Cquote2.svg
Google sobre Kristoph Gavin
Cquote1.svg Você quis dizer: Kristoph Gave In Cquote2.svg
Google sobre Kristoph Gavin
Cquote1.svg A lei é absoluta. A evidência é tudo. Quem não compreende isso, por favor, vá pro inferno. Cquote2.svg
Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Sinistro... Cquote2.svg
Você sobre Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Que p$##@ é essa?! Cquote2.svg
Anônimo, depois de ver pela primeira vez a mão do Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Prazer em conhecê-lo, senhor... Glup! Cquote2.svg
Qualquer um depois que aperta a mão de Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Heh... Camaradinha... Cquote2.svg
Phoenix Wright sobre Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Tolo tolamente tolo que tolamente envergonha o meu país com métodos tolamente nefastos... Cquote2.svg
Franziska von Karma sobre Kristoph Gavin, antes de lhe descer o chicote.
Cquote1.svg Esse cara é brabo... Se já ficam com medo de mim só porque eu tenho um diabinho na garrafa, imagina ele que tem um na mão! Cquote2.svg
Eleutério sobre Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Esse aí botou pro cão beber... E o cão morreu! Hihi! Cquote2.svg
Jeremias sobre Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Na União Soviética, é o diabo que tem o Kristoph na mão! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Kristoph Gavin.
Cquote1.svg Na União Soviética, quem põe veneno no esmalte do Kristoph é VOCÊ! Cquote2.svg
Reversal Russa, de novo, sobre Kristoph Gavin.

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Você sabia que...

Kristoph Gavin é um personagem de uma das séries mais encapetadas da Capcom, Ace Attorney. Ele é um advogado de defesa, mentor do barulhento Apollo Justice, irmão mais velho do líder de bandinha Klavier Gavin e o melhor amiguinho da onça do nosso picolé de mamona, Phoenix Wright. O cara é considerado um advogado exímio, um dos melhores no distrito onde ele atuava, lá na Califórnia (Chique benhê). Porém, o cara esconde uma personalidade diabólica. E é por causa dela que ocorreram os diversos estragos na vida de muita gente, especialmente na do picolé de mamona.

HistóriaEditar

Não se sabe praticamente nada do passado do Kistoph. Sabe-se porém que ele sombrio que dói. Ele deve ter cometido uma atrocidade ou outra, mas não se tem prova concreta de nada até hoje. Porém, ele guarda uma cicatriz grande e feia na mão direita. Nada demais, não fosse o fato dessa cicatriz, somado a uma certa tensão, formar o desenho de uma caveira. É raro alguém ver isso, mas quem vê costuma ficar bem perturbado, aparentemente por pouco tempo. Aparentemente...

PersonalidadeEditar

De cara, todo mundo vê que ele é um cavalheiro: Calmo, educado, elegante e, ainda por cima, usava um linguajar refinado; um tipo que ganha facilmente o respeito de todo mundo e derrete os corações femininos que o conhecem. O que obviamente ele não mostra pra ninguém é o fato dele ser desconfiado, vingativo, obsessivo, rancoroso, vagabundo, frio, cruel, antiético, sem caráter, traidor, orgulhoso, pessimista, racista, egoísta, materialista, falso, malicioso, mentiroso, invejoso, cínico, ignorante, fofoqueiro e traiçoeiro. Levando em conta que ele consegue esconder isso direito, dá pra dizer com toda certeza que Kristoph é o mais perfeito dos canalhas. Apollo Justice, que é seu pupilo, clama que saca de astrologia, mas foi tonto o bastante pra não perceber que seu caro mentor é do signo de escorpião, o mais vil de todos, o bastante pra pelo menos desconfiar de forma veemente. Phoenix Wright pelo menos teve essa noção de tamanha obscuridade quando usou a magatama nele: Ao invés de ver trancas vermelhas, como ele vê em qualquer um, ele viu trancas pretas, 'cheias de desespero', como ele mesmo descreveu.

Além disso, Kristoph tem um gosto peculiar por duas coisas. Uma é o esmalte de unha Ariadoney, que custa o olho da cara e vem numa garrafinha curiosa, que tem o formato de uma mão. A outra é um veneno chamado Atroquinina. O troço é conveniente: Basta 2 microgramas (0,000002 gramas) dessa porcaria pra mandar qualquer um comer capim pela raiz, mas leva 15 minutos para funcionar; ou seja, dá pra usar e cair fora tranquilo: O azarento morre e o assassino já vai estar longe e feliz. Kristoph usou essas duas gracinhas pra eliminar uma certa menina, apenas como queima de arquivo. Pro azar dele, tudo o que ele conseguiu foi dar origem a primeira pessoa a sobreviver a uma dose semi-letal de Atroquinina. HAH!

CasosEditar

Ver casos: Reviravolta dos Trunfos e Sucessão da Reviravolta.

Num belo dia, Kristoph ouviu a notícia de que um mágico velho, mas famosíssimo, Magnifi Gramarye, bateu as botas. Na verdade, ele levou um headshot lá no hospital onde estava internado. Um suspeito foi preso: O pupilo do velho, Zak Gramarye. Kristoph, ao saber da notícia, pensou: "Já é! É agora que vou me dar bem!" Ele, então, foi visitar Zak lá na cadeia e ofereceu seus serviços pro cara. De tanto encher o saco, acabou sendo contratado.

 
Kristoph é realmente um sujeito sinistro... Aliás, por que é que as pessoas de óculos costumam ser sinistras?

Ele então foi caçar suas evidências. Porém, sendo o filho da p%#@ que era, resolveu assegurar de vez a sua vitória apelando pro golpe mais baixo que um advogado poderia aplicar: Evidência forjada. Ele pediu pruma menininha tímida filha de um pintor fracassado forjar uma página do diário do velho mágico. Parece estupidez, mas a menina era craque em falsificações (embora não tivesse a menor ideia de que aquilo era errado). Essa página ajudaria Kristoph provar definitivamente que seu cliente era inocente. Claro, além de garantir uma grana preta como pagamento, ele ainda deixou um presentinho pra menina, uma garrafa de esmalte Ariadoney com uma boa dose de Atroquinina dentro, como um 'amuleto da sorte', que estava mais pra queima-de-arquivo - Isso porque ele notou que a garota roía unha.

Mas vejam só como é a vida: Todo mundo toma rasteira; até mesmo filhos da p%#@ como Kristoph. E foi isso que aconteceu com ele: Zak o convidou pra jogar uma partida de pôquer. O advogado não era muito bom nesse jogo, mas aceitou o desafio. E perdeu não só o jogo como também o seu cliente: Zak mandou Kristoph plantar batatas. É que o mágico já tava desconfiado da conduta do cabelo-de-broquinha e conseguiu confirmar isso no jogo de pôquer, ao modo dele. Já Kristoph, fulo da vida, foi embora prometendo vingança.

E ele começou a sua vingança: Entregou todas as informações e evidências do caso que conseguiu ao seu irmão Klavier, que ia liderar a acusação. E quanto a evidência falsa, ele a deu pra filha do Zak pra que entregasse pro novo advogado do mágico sem que ninguém suspeitasse de nada; esse advogado era ninguém menos que o pudim de maxixe da Capcom, Phoenix Wright. Esse tonto apresentou a tal página do diário pra corte. E Klavier, sob instruções do irmão, chamou o pai da menina como testemunha pra revelar que a página era forjada. Tudo estava dando certo: Phoenix ficou difamado e seria demitido em seguida; quanto a Zak, ficou a receber sua condenação...

 
Kristoph consegue ser medonho em dobro. Também, com esse diabinho pulsante e sorridente, o nível de malignidade do cara vai à altura das decolagens da Equipe Rocket.

Mas antes, Zak resolveu fazer um último truquezinho de despedida: Um truque de desaparecimento. Saiu tão bom que ele não voltou a aparecer de novo por anos, literalmente falando. Kristoph ficou com o coração na mão durante esse tempo todo, pois se Zak voltasse a aparecer e revelasse quem foi o seu advogado antes de contratar Wright, muito provavelmente pensariam que foi o próprio cabelo-de-broquinha que forjou a evidência. Ele ficou desesperado e mandou mais uma coisinha envenenada pra menininha da forjaria pra garantir de vez que ela batesse com as dez: Um selo. Ele mandou a menina retornar o selo com uma carta confirmando o pagamento. Só que ele acabaou sendo feito de trouxa: A menina, que apesar de fechada, não veio ao mundo a passeio, fez uma cópia do selo e manter o original consigo. Afinal, era um selo com a trupe de mágicos favorito dela. Kristoph descobriu depois a farsa, mas não tinha como reclamar. Teve que engolir o fato de que levou uma volta de uma menininha com pinta de autista.

A partir daí, ele começou a desenvolver uma paranóia silenciosa. Ele passou a observar todos os envolvidos no caso: Os forjadores e um repórter miolo-mole amigo do seu antigo cliente. Ele ainda teve a cara-de-pau de virar amiguinho do Wright ao ser único a defendê-lo na reunião da ordem dos advogados de defesa por causa da forjaria, na qual ele sabia que o picolé de chuchu ia acabar no olho da rua de qualquer maneira. E ele continuou nesse desespero durante sete longos anos...

 
O esmalte do Kristoph, Ariadoney. Chique, não?

Até que um dia, depois de outro jantarzinho costumeiro com Wright num restaurante russo vagabundo, ele vai embora mas vê uma figura que mais parecia o Zé Pelintra. A tal figura se encontra com Wright, os dois conversam e Kristoph, sendo o canalha que é, resolve escutar a conversa. É aí que ele tem a surpresa: o Zé Pelintra em questão era ninguém menos que Zak. Era a chance que ele queria: Ele aproveitou a treta que o ex-mágico aprontou no sub-solo, pegou uma garrafa de suco de uva (que era do Wright) e acertou em cheio a careca do indivíduo, mandando-o pra cucuia. E ainda rearranjou a cena toda pra parecer que tinha sido o seu 'amiguinho de infância'. Como se a piada ainda não tivesse acabado, ele ainda recebe a chamada do próprio mousse de jiló pra que fosse defendê-lo.

 
As malditas trancas negras do Kristoph que nem mesmo o sorvete de chuchu conseguiu quebrá-las. Por agora...

Mas ele deixou escapulir uma coisa: O defunto era careca. Isso acendeu o alerta laranja do Wright. Isso porque ele já estava com o alarme amarelo ligado pro Kristoph desde o começo (Ele podia ser tonto, mas nem tanto). E ele, que não era mais o mesmo pateta de 7 anos atrás, começou a montar uma arapuca pro cabelo-de-broquinha. Ele pediu os serviços do pupilo do Kristoph, ao invés do próprio: O amplificador humano, Apollo Justice, e, com a ajuda dele, botou Kristoph numa sinuca de bico, com direito a evidência forjada pelo próprio Wright. Ou seja, fez Kristoph provar do mesmo remédio que ele provou há 7 anos atrás. Kristoph acabou indo ver o sol nascer quadrado depois dessa.

 
Kristoph, rindo desse artigo? Que nada! Isso é puro cinismo!

Seis meses depois, aquele pintor fracassado empacotou e a filha dele, aquela garota que forjou aquela página de diário, foi em cana acusada de matar o próprio pai. Ela foi a julgamento; a defesa era liderada por Apollo e a acusação, por Klavier. Com o densenrolar do julgamento, a corte veio a perceber finalmente que Kristoph tava metido nessa história, pelo fato do pintor morrer por ter lambido um certo selo. Sim, era aquele selo envenenado mandado há 7 anos atrás por Kristoph pra filha do pintor. Kristoph foi chamado como testemunha por isso. Ele conseguiu se virar muito bem a ponto de deixar a defesa sem como provar de forma definitiva que foi ele o responsável pela morte do pintor, além de outras acusações que surgiram com o decorrer do tempo, ao mesmo tempo que esculachava Apollo e Klavier sem a menor cerimônia. E ainda sobrou pro Wright, claro, só por não aceitar que ele fosse melhor do que si.

Mas quando Kristoph realmente estava achando que se safar dessa, ele tem uma surpresa: Ele é avisado que o julgamento em questão estava sendo usado como um teste para um novo sistema judicial, que usava um grupo de jurados pra dar um veredicto mesmo sem a presença de evidência definitiva. Kristoph começou a suar frio e tentou contestar isso de tudo quanto é forma, chegando até a xingar os jurados, tudo em vão. Pior ainda foi saber que quem orquestrou aquilo tudo foi ninguém menos que ele, o broto de cacto branco, Phoenix Wright. Sim, senhores, a arapuca que Wright preparou antes é só um aperitivo pro cavalo de tróia que ele preparou especialmente para Kristoph. Kristoph teve um treco como nenhum outro idiota teve naquele tribunal até então e voltou a reclamar de tudo, dizendo que a lei é absoluta e tudo mais, só levando-o a tomar mais alguns esculachos do próprio irmão. No fim, ele voltou pra cadeia, debochando de tudo o que houve com uma risada tão sinistra que deixou os trabalhadores do tribunal com pesadelos por algum tempo. Do jeito que ficou doidão, é provável que ele continue rindo assim até ir pra cadeira elétrica...




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