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الجمهورية اللبنانية
Habib Lebanon
Kíbano
Bandeira de Kíbano
Brasão de Kíbano
Bandeira Brasão
Lema: Todos pela Pátria, a Glória, a Bandeira e o Petróleo
Hino nacional: Festa da Colheita

Localização de Kíbano

Capital Beirute
Cidade mais populosa Brutus
Religião oficial Culto ao Hezbollah
Governo República semi-pacífica
 - Rei Suleiman
Heróis Nacionais Serj Tankian, Mia Khalifa
Área  
 - Total Desértica km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Alto  
População 4 Coelhos e 1 veado 
PIB per Capita 1 Balinha de café 
IDH 0015 
Moeda Kala$hnikov
Fuso horário Meridiano de Darkwich
Clima Desértico
Website governamental Não tem Internet


Líbano é um lugar frio do Oriente Médio. País muito pacífico e hospitaleiro, onde não há analfabetismo, não há guerras e vive cheio de muçulmanos.

Índice

HistóriaEditar

FeníciaEditar

 Ver artigo principal: Fenícia

O Líbano foi o berço da Civilização Fenícia, piratas traficantes que popularizaram o transporte marítimo. Trouxeram prosperidade para aquela região renegada da Mesopotâmia e fundaram as cidades históricas de Tiro, Biblos e Baalbek que até hoje são as únicas cidades daquele país.

AssíriaEditar

 
Líbano na época da Assíria.

Com o declínio do tráfico marítimo e em consequência disso a declínio dos fenícios após a invenções dos aviões e dos camelos, a Assíria se apossou da atual região do Líbano num ano muito antigo que não faz diferença você saber. Pouco se sabe sobre a civilização assíria. As teorias mais aceitas referem-se a um grupo de criminosos perigosos e infratores que escaparam das prisões e prostíbulos da Babilônia e como não sabiam nadar acabaram nas praias do Líbano onde fundaram seu novo reino.

RomanosEditar

Posteriormente a região foi dominada pelos romanos em 63 a.C. quando estes comemoravam terem assassinado e martirizado Jesus a sul dali.

BizantinosEditar

No ano de 395 aquele território já fazia parte do Império Bizantino, um inútil império que serviu de tampão naquela região após o declínio do Império Romano. Durante séculos nada aconteceu graças aos bizantinos que eram meio sem graça.

ÁrabesEditar

Os árabes conquistam a região em 636 e começam a difundir o islamismo pela região tornando a vida dos libaneses muito mais divertida com agitação e emoção.

CruzadasEditar

No Século XI os cruzados conquistam o Líbano e instituem a Inquisição para queimar na fogueira cada Saladino que encontrarem. Pilharam o Líbano inteiro e levaram todas as relíquias sagradas para os porões do Vaticano, dentre elas uma capa de invisibilidade de São Pedro, os cadarços de Judas Iscariotes, e o cabo da lança de Longinus, não pilharam o que pertenceram aos Maronitas.

Império OtomanoEditar

Selinho I e Hebe conquistaram o Líbano para o Império Turco-Otomano em 1516 e novamente o Líbano entrou numa era sem porra nenhuma acontecendo até 1860 quando a porra elevou ao máximo e druzes fizeram caos por todo lado e mataram pobres Maronitas que queriam voltar ao tempo de matar Saladinos.

Domínio francêsEditar

O Líbano propriamente dito foi fundado apenas nos anos 1920 pelos franceses, após a dissolução do Império Otomano, como (mais um) estado artificial criado pelas potências que haviam derrotado os turcos na Primeira Guerra Mundial, mais especificamente Inglaterra e França.

Os libaneses, cristãos, judeus, vândalos, beduínos e muçulmanos de várias correntes estranhamente não perceberam os "novos" tempos e continuaram a se entender como se nada tivesse mudado. Prosperaram assim sem guerras internas, evoluindo no que de melhor os brimus sabem fazer (além de guerras claro), que é a Arte do Comércio, tanto que até o começo da década de 1970 o Líbano ficou conhecido como a Suíça ou Pérola do Oriente.

IndependênciaEditar

No entanto, tamanha prosperidade atraiu muita inveja. Mal tinham obtido a independência da França em 1941, e no final dos anos 1950 os americanos já desembarcavam por lá só pra mostrarem que eram os fodões do pedaço. A URSS não gostou e começou a armar a Síria, que por sua vez aceitou esta "generosa e desinteressada" oferta já que também não estava gostando nem um pouquinho daquela prosperidade toda num pedaço de terra ali do lado que eles já achavam deles.

Invasão israelenseEditar

 
Israel fazendo pirotecnia no Líbano.

Israel também não estava curtindo muito aquela única democracia verdadeira na região, título que eles gostavam de bater papo mas na verdade era dos Libaneses e assim começaram a dar a "ideia" para os cristãos do Líbano de que seria besteira continuar a dividir tudo aquilo com os muçulmanos, que o bom mesmo era fazer como eles e tomar tudo só pra si.

Os Palestinos por sua vez, fodidos e mal pagos, quando foram despejados (mais uma vez) em 1970, dessa vez por justa causa da Jordânia, viram a oportunidade de fincar pé no Líbano. Este foi o pretexto perfeito para Israel mandar soldados para acabar com palestinos no Líbano, e aproveitar pegar alguns muçulmanos libaneses de lambuja.

Guerra CivilEditar

Assim, no começo dos anos 1970, apoiados respectivamente por seus patrocinadores (URSS & EUA) e tendo preparado e convencido cada um o seu lado, Síria e Israel decidiram que já estava mais do que na hora dar uma lição naquele "mal exemplo" de brimu, "ovelha negra" da família que não queria saber de guerra e mostrar pro mundo que, como diria Falcão: "Dinheiro não é tudo mas é 100%", que: "mais Vale meio Líbano fodido na mão do que um inteiro, independente Voando" e que naquele espacinho apertado do Oriente MéRdio "um Estado artificial é pouco, dois é bom mas 3... ah, é demais".

A merda, formalmente conhecida como "Guerra civil do Líbano" começou em 1975 e terminou oficialmente em 1990, com eventuais recomeços, tendo na prática fodido com o país e forçado o exílio de centenas de milhares de Libaneses que (conhecidos pelos brimus da região como viadinhos e sapatinhas que não gostam de guerrear) se espalharam pelo mundo tentando arranjar coisa melhor pra fazer na vida do que ficar na mesma briga de sempre.

Fatos recentesEditar

Assassinatos misteriosos, invasões israelenses, badernas feitas pelo Fatah Al-Islam, Hezbillah e Al-Qaeda. O Líbano atualmente se dedica apenas a falar mal da Síria e de Israel.

EconomiaEditar

 
Note o desenvolvimento econômico da nação em poder proporcionar transporte conversível a seus cidadãos.

Sua principal atividade econômica é o turismo, onde se destacam os turistas sírios e israelenses: Geralmente pilotos e soldados. Gostam tanto destes turistas, que num golpe de marketing, impediram em 2006 que dois turistas israelenses saíssem de lá - o que causou um aumento significativo no influxo de turistas israelenses nos meses seguintes. Sua principal importação é a de cedros, bombas, Katiusha e Rifles AK - 47. Suas principais exportações também são compostas pelos itens anteriores. Com a invasão turística por Israel em 2006, a demanda de AK - 47 subiu assustadoramente. Por não dar conta do recado, foi necessário mandar alguns foguetes para o norte de Israel e destruir algumas vilas israelenses, para compensar o fluxo.

Mais ou menos na mesma época os turistas Sírios indignados por terem sidos convidados a se retirarem do País pela absoluta falta de pagamento de seus créditos estourados ...estouraram o chefe do lujinha Libanesa em protesto.

Outra grande fonte de renda nacional é a cobrança de royalties dos telejornais estrangeiros que mostram imagens belíssimas do país e de seus pacíficos locais.

Não esquecer da importante contribuição deste país para a América Latina tendo exportado vários ladrões políticos para esta região, de que são exemplos Paulo Maluf ou Carlos Slim.

SubdivisõesEditar


PopulaçãoEditar

 
Haifa Wehbe, o símbolo do liberalismo libanês. Não é a toa que o país é lotado de refugiados da Plestina, Síria e Jordânia.

O termo educado para se referir a um libanês é "Lebs", embora haja muitos termos mais indelicados. A mensuração da população libanesa é um problema inerentemente insolúvel, já que por dia morrem mil, mas chegam mil refugiados palestinos.

Os libaneses são uma espécie de "eu-queria-ser-um-fenício" que acreditam serem franceses ou britânicos, e por isso esforçam-se em falar francês ou inglês. Mas a sua ascendência francesa ou inglesa sempre é inexistente, porque todas as pessoas do Oriente Médio são a mesma coisa.

O Líbano é conhecido pelos homens exímios cozinheiros de kibes e esfirras cujo sotaque libanês soa estranho até mesmo dentro do Líbano. As mulheres libanesas são uma espécie rara de muçulmana que não usa burca, e por isso passam a noite em boates, bebendo, e fumando maconha no narguilé como se não houvesse amanhã.


Ásia
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