Abrir menu principal

Desciclopédia β

LSD Dream Emulator

A capa drogada do jogo

Cquote1.png É um jogo japonês. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png Que porra é essa? Cquote2.png
Qualquer um sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png Você quis dizer: Lucy in the Sky with Diamonds Cquote2.png
Google sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png Já usei. Cquote2.png
Clubber sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png Qual botão atira? Cquote2.png
Noob sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png Sóóó... Cquote2.png
Maconheiro sobre LSD Dream Emulator
Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre LSD Dream Emulator

LSD Dream Emulator é um jogo do falecido e saudoso Playstation, criado em algum momento obscuro dos anos 90 por um japonês drogado que queria passar aos jogadores uma noção de como é a experiência de usar LSD.

Índice

GameplayEditar

O jogo é simples. Você está lá chapado de ácido e tem que percorrer mundos alucinados, coloridos e sem o menor sentido. Durante o jogo, às vezes aparecem uns videozinhos toscos ou uns kanjis que não significam porra nenhuma ou ainda sons desconexos e irritantes, que supostamente fizeram parte das viagens do criador desta merda. Depois de cada "fase", que se resume a saltar de um lugar para outro sem muita lógica - basta tocar em qualquer coisa pra ser teleportado para outro lugar qualquer - você é apresentado a um gráfico que não significa nada e depois tem a opção de fazer tudo de novo. Simples assim.

O diário da drogadiçãoEditar

Cada "fase" do jogo corresponde a um dia na vida de um viciado em ácido lisérgico e quanto mais o tempo passa, mais a mente vai sendo consumida pela droga, o que vai propiciando ao jogador cenários cada vez mais psicodélicos, sons cada vez mais irritantes, cores que cada vez mais perigam te causar convulsões e isso vai se repetindo até que depois de 365 dias o jogo te mostra um vídeo escroto que supostamente seria o final do jogo e depois começa tudo outra vez.

Os gráficos (é um game de playstation 1 né?)Editar

O jogo parece uma mistura de... de... bom, não parece com nada, mas o gráfico serrilhado e com péssimas texturas (típico do playstation 1 mesmo) - que se quebram e se contorcem por culpa da incapacidade do Playstation em calcular corretamente a perspectiva na hora de aplicá-las - e formas grosseiras e com menos polígonos que Star Fox do SNES. Os cenários variam desde lugares mais fáceis de reconhecer como uma casa em estilo oriental, uma cidade à noite e até mesmo um mundo de brinquedos a coisas menos inteligíveis como planícies com montanhas quadradas e abismos infinitos, túneis que não tem saída, túneis que só tem saída e não têm entrada, pontes que te levam por dentro de uma boca aberta e por aí vai... Enfim, é como se o Mario do Nintendinho tomasse ácido, de tanta coisa bizarra e tantos pixels que se vê quando se joga isso.

O Gráfico de SonhosEditar

Depois de cada viagem de ácido o jogador vê na tela um gráfico que consiste em um monte de quadradinhos que formam um desenho que parece um rosto feito no Atari, no qual alguns pontos são coloridos em branco, verde, vermelho, grená entre outras cores, que até hoje ninguém descobriu o que significa. Algumas teorias dizem que tem a ver com o que apareceu na viagem, sendo que quanto mais pra baixo o quadradinho aparece mais provável que tenha sido uma bad trip e quanto mais pra cima, mais feliz e colorida foi a experiência.

O somEditar

O som se resume, como dito anteriormente, a ruídos, músicas repetitivas que não têm harmonia e às vezes nem ritmo e, na maior parte do tempo, apenas o martelar monocórdio dos passos do jogador, que mudam de acordo com onde ele pisa, mas como os terrenos variam pouco, torna-se insuportável depois de 20 segundos.

IMPORTANTE: Não jogue este jogo com seu gato ou cachorro por perto, pois os ruídos são desagradáveis e podem estressar, irritar, assustar ou mesmo fazer seu amigo peludo ir embora pra nunca mais voltar.

ControlesEditar

Sério... esse jogo só tem o direcional pra andar e o resto dos botões mexem a câmera, algo que não faz a menor diferença já que há pouquíssima coisa que valha a pena ver - exceto, claro, se você estiver chapado, neste caso serão os botões que você mais vai usar.

Recepção do público japonêsEditar

Esse jogo foi produzido em uma quantidade muito pequena, foram apenas 5 unidades vendidas - uma para o próprio autor, uma para sua mãe, uma para a namorada dele e duas que ele comprou para usar de porta-copos. Tá... mentira, foram mais de 5, mas foram poucas, foram só o suficiente para o jogo ficar conhecido e virar lenda.

Fora do Japão.Editar

Fora do Japão o jogo surgiu como lenda, boato, hoax de Blogspot, até que alguém upou uma cópia da ISO do jogo no Pirate Bay e daí por diante ele ficou bem fácil de achar por Torrent e até mesmo em links diretos espalhados pela Internet.

Conclusão sobre o jogoEditar

É uma merda, mas com a quantidade certa de maconha ou qualquer outra droga, ou mesmo cerveja e cachaça pode propiciar alguns minutos de diversão, se você tiver saco para se jogar.