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Laboratório Nacional de Computação Científica


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Taxistas da cidade sobre LNCC
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O LNCC, ou República Federativa do Laboratório Nacional de Computação Científica é uma nação feudal destinada a pesquisa, ensino, previsão do tempo e enrolação situada escondida na cidade de Chuvópolis. Foi fundado por uma família de quero-queros na capital do estado, mas devido à violência das favelas que engoliram o laboratório e ao fedor da Baía de Guanabara, se mudou para a cidade de Petrópolis. O motivo da escolha da cidade foi a necessidade da Agência de Previsão do Tempo fazer alguma coisa, se mudando assim para a cidade mais chuvosa do mundo.

Atualmente no laboratório trabalham 14 pessoas, sendo 5 da administração, 2 da limpeza, 4 pesquisadores e os demais, alunos. Apesar desse número existir nos relatórios do instituto, nunca foi possível ver todos ao mesmo tempo, uma vez que a grande maioria só sai de suas salas uma vez por ano para comprar mantimentos.

Índice

TerrenoEditar

O terrirório do laboratório é todo delimitado por grades e portões, sendo famoso por ser o único país que possui uma cancela por trás de um portão. Faz divisa com a cidade de Petrópolis, e ao fundo com o território do CPTI e mais ao longe com o temido BNH, território de onde surge 130% dos alunos do laboratório.

HistóriaEditar

Em 1867, quando Dom Pedro II estava fabricando o Brasil, formou uma aliança com alguns quero-queros que passam pelo país, a fim de ir para o Sul. Em troca de algumas penas para sua almofada real, o imperador outorgou aos pássaros o direito de fundarem um país onde sua espécie seria preservada. Surgia assim o LNCC. Inicialmente como uma Área de Preservação Ambiental para quero-queros, o instituto foi crescendo e chegou a ocupar uma área de aproximada 22% do território da cidade do Rio de Janeiro.

Devido à falta de chuvas na cidade do Rio, e ao mau cheiro provocado pelo esgoto Baía de Guanabara, os quero-quero decidiram voar com todo o equipamento para a cidade de Petrópolis, onde venceram à força os guardiões da cidade e se estabeleceram no bairro do Quitandinha, o bairro mais frio, úmido, chuvoso e esquecido da cidade de Petrópolis.

Como as pessoas pensam que este bairro só tem o Mercado Extra e o Hotel Quitandinha, as aves conseguiram se estabelecer neste lugar sem ser incomodadas. Até hoje, grande parte da população jura que o LNCC não existe na cidade.

MascoteEditar

O mascote oficial do LNCC é o quero-quero. Como o laboratório é mantido pelos quero-queros, os mesmos convidaram seus parentes para povoar os grandes gramados inúteis do campus. Hoje em dia, as áreas demarcadas em verde são de uso exclusivo das aves, cabendo à pessoa que invadir estas áreas a penalidade máxima prevista em lei.

As aves barulhentas que atrapalham as aulas e a pesquisa também são consideradas sagradas dentro do território delimitado do LNCC, e portanto devem ser veneradas e nunca ignoradas. Nenhum aluno, por exemplo, é permitido permanecer de costas para um quero-quero, como forma de respeito.

Pós-GraduaçãoEditar

No instituto são oferecidos cursos de Mestrado e Doutorado em Modelagem Computacional, que visam basicamente ensinar ao aluno como usar o computador para escolher a roupa do dia seguinte e fingir que são estilistas. Uma vez por ano as roupas criadas são exibidas no maior evento da cidade, o Encontro Acadêmico em Modelagem Computacional, que acontece normalmente em Janeiro, ou Fevereiro, ou Março, ou de Abril em diante.

No restante do ano, pouco se sabe do paradeiro dos alunos. Assim como as demais pessoas no instituto, os mesmos se trancam dentro de suas salas, protegidos pelas portas com seus nomes, evitando ao máximo contato social. As salas habitadas por mais de um aluno são dotadas de fones de ouvido para facilitar a minimalização da conversa.

Classes SociaisEditar

Por ser um ambiente com muitas pessoas e muita interação, acabou-se surgindo uma hierarquia informal que rege os direitos e as relações entre os membros do instituto, além de tomar decisões importantes e participar de reuniões. Em ordem temos:

1º - Quero-queros

2º - Presidente da República Federativa do LNCC

3º - Comitê da Presidência

4º - Coordenadores

5º - Professores

6º - Funcionários da Administração

7º - Equipe de Manutenção e Limpeza

8º - Lixeiros da prefeitura

9º - Vizinhos ao laboratório

10º - Pessoas aleatórias que caminham pelo bairro

11º - Cheiradores de gatinhos

12º - Crianças da cidade

13º - Alunos da Pós-Graduação

Ainda existe mais uma classe abaixo dos alunos da Pós-Graduação, que são os Bolsistas de Iniciação Científica, mas estes não merecem ser citados pois só têm direito a não ter direitos.

PopulaçãoEditar

Todas as pessoas que trabalham ou estudam no LNCC descrevem um comportamento muito análogo ao dos alunos de Pós-Graduação, conforme já foi descrito neste artigo. A grande maioria se mantém 364 dias trancados em suas salas, dizendo que estão trabalhando, estudando ou fazendo pesquisa. Uma vez por ano, as pessoas saem para andar até o Mercado Extra do bairro e comprar comida e suprimentos em geral para mais um ano.

Os que se atrevem a sair das salas se reunem na Padaria Pamequita, a única padaria num raio de 473 Km, o restaurante Frango Bip e a Cantina, conhecida pelo codinome "Brunão" dentro do laboratório. Estes são os únicos lugares onde a comunicação é permitida entre as pessoas, mas mesmo assim estão sempre vazios.

Além da distribuição nas Classes Socais existentes, existe uma separação informal das pessoas baseada nos bens e direitos. Por exemplo, uma pessoa que tenha copos descartáveis dentro do LNCC é automaticamente promovida a líder do grupo e será venerada pelos demais.

Serviços VitaisEditar

Por se tratar de um laboratório de Computação Científica, obviamente necessita de alguns serviços vitais para que possa desenvolver sua pesquisa. Sem dúvida que podemos falar de coisas menos importantes como água, ar, energia elétrica, Internet ou comida, mas nosso enfoque será dado no serviço mais importante de todo o laboratório: o café.

Todos os corredores apresentam pontos de distribuição do líquido sagrado, pontos que são mais do que conhecidos por quem habita este laboratório. Dizem que uma vez na década de 20 o serviço de café foi interrompido por uma forte chuva que aconteceu em Petrópolis (reduntante, não?) que impediu a chegada de pó de café na instituição. Chamado de Outubro Negro, uma vez que ocorreu em um mês de outubro, esta descontinuidade do serviço provocou batalhas internas, e alguns suicídios, totalizando algumas mortes e dezenas de feridos. Desde então a Organização das Nações Unidas intervém junto com o Governo Brasileiro a fim de manter o serviço de distribuição de café funcionando como deve.

AlimentaçãoEditar

Famoso pelas bandejas que fedem a pano sujo, o único restaurante dentro do laboratório oferece opções saudáveis e variadas de comida ruim aos que precisam, infelizmente, ficar dentro do LNCC.

O pessoal do Frango Bip, como é chamado o mesmo, é dotado de uma peculiar cultura. Eles, por exemplo, têm o hábito de arredondar os valores das comandas para cima na hora de fechar sua conta, oferecer um copo do que chamam de "refresco de guaraná", uma mistura de água de pano de chão e muito açúcar, gratuitamente junto com as refeições.

Ver tambémEditar