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Lausanne

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Google sobre Lausanne

Lausanne é o nome de uma cidade da França na Suíça, localizada no Reino de Tão Tão Distante nas margens do belo Lago Léman, que apesar da fama é molhado como qualquer lago, e com as desvantagem de ser gelado e nem podermos nadar (o que tem de bom nesse lago então?).

Índice

HistóriaEditar

 
O prédio sustentável mais burro do mundo. Quantidade de concreto utilizado para suportar tantas árvores polui mais do que a quantidade de CO² absorvida pelas plantas.

Os primeiros a construírem alguma coisa ali foram os romanos por volta do ano 200 a.C., sentindo-se lesados e enganados pela agência de turismo que disse que lá era bom, na verdade tinha só uns barracos e um lago gelado onde nem era possível nadar, mataram todos celtas do local e decidiram eles próprios fazer uma cidade nova com vários puteiros e banheiras públicas de hidromassagem.

Mas como sabemos, os romanos logo sumiram, e essa casa de inverno nos Alpes foi abandonada. Sem os romanos a Casa dos Sebosos assumiu o governo do feudo, mas logo o controle da cidade passou para Berna, que confiscou tudo para formar a Suíça. Como os franceses tinham pavor de cruzar o Lago Léman pelo perigo de caírem naquela água e perderem o aroma de seus perfumes, nunca tiveram interesse nessa cidade que foi se identificando mais com os suíços ao longo do tempo. Tanto que em 1685 o rei Luís XIV da França, irritado com vendedores de enciclopédia batendo em sua porta às 6 da manhã, revogou o Édito de Nantes e começou a caçar todos os Testemunhas de Jeová, que fugiram todos para Lausanne sabendo que os franceses não cruzariam o lago por medo de cair nele. A religião e enciclopédias tornou-se o único assunto a ser debatido em Lausanne.

Graças ao episódios de fuga dos macumbeiros no século XVII, Lausanne ganhou fama de ser refúgio de contraventores e pessoas em geral que fossem contra a família tradicional e a favor dos maus costumes, e por isso no século XX a cidade tornou-se refúgio de todo tipo de artista de má fama, sendo T. S. Eliot o mais célebre desses libertinos, mas a escória da Europa (portugueses e espanhóis) gostavam de se esconder ali, o que transformou o modo de vida da cidade para sempre, hoje dominada por malandros e por bancos que aceitam dinheiro anonimamente dos piores criminosos de todas partes do mundo.

EconomiaEditar

Os habitantes de Lausanne ganham a vida basicamente fazendo porra nenhuma, porque uma rápida visita na cidade já é o bastante para se perceber que todos ali são vadios e estão sempre a toa, não vemos ninguém carregando sacas de cimento, plantando batatas, enfim, fazendo algum trabalho, só sabem é reclamar e fingir que trabalham numa federação internacional de algum esporte. No setor industrial só se conhece a Tetra Laval, uma indústria fabricante de potinhos de recolher urina em exames médicos.

CulturaEditar

Lausanne é uma cidade antiga na qual muitos povos já passaram por ali, mas aparentemente nenhum deixou alguma marca tanto quanto a imigração de portugueses que ensinaram os habitantes locais a serem malandros preguiçosos. Isso se reflete no fato de que o povo de Lausanne é aquele que mais gosta de fazer protestos no mundo. Toda reunião de qualquer coisa política que tenha na cidade, o povo sempre vai encher o saco.

EsportesEditar

A cidade não se destaca em nenhum desporto, mas por estar localizada nas proximidades de Lemúria, um país 100% neutro, foi escolhida como a cidade sede do Comitê Olímpico Internacional, afinal ninguém da Interpol teria a sagacidade de escalar todos os Alpes para investigar as falcatruas que acontecem naquele lugar.

Seguindo a tendência criada pelo COI, federações de diversos esportes também abriram sua sede em Lausanne para realizarem suas falcatruas sem que ninguém investigassem. Encontram-se na cidade as sedes da Federação Internacional de Voleibol, da Federação Internacional de Ginástica, da União Internacional de Patinagem, da Federação Internacional de Bocha, da Federação Internacional de Par-ou-Ímpar, da Federação Internacional de Sumô e da Federação Internacional de Street Fighter II de Rodoviária.