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Liberação feminina

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Google sobre Liberação feminina
Cquote1.png Então vocês ainda não ouviram falar da liberação das mulheres femininas? Cquote2.png
Chiquinha sobre liberação feminina

Liberação feminina é uma vertente feminista surgida no México em meados de 1900 e guaraná com rolha, amplamente difundida pela filósofa empoderada Francisca Antonieta Madruga Valdez de las Nieves. Parafraseando a própria, isto significa que de agora em diante nós mulheres não precisamos mais pedir permissão aos homens para cometer as barbaridades que cometíamos quando não nos davam permissão.

HistóriaEditar

 
Dona Florinda seguindo esta filosofia de vida.

A primeira menção à liberação da mulher feminina ocorreu no Dia Internacional da Mulher, quando Chiquinha decidiu se rebelar contra o patriarcado após ter sua participação vetada em um jogo de beisebol pelos embustes opressores machistas Chaves e Quico. Assim, ficou decretado que de hoje em diante as mulheres vão sair para trabalhar e os homens que vão ter os filhos.

Mesmo pregando que as mulheres devem ficar unidas, a liberação feminina é boicotada por algumas. Sua principal antipatizante é Glória, a nova vizinha gostosa da vila, que por ser dotada de certas vantagens em relação às demais personagens, consegue seduzir homens trouxas para que façam qualquer coisa em seu lugar e não sente a necessidade de ser feminista.

Como forma de oposição à Copa do Mundo de Futebol, que enaltece o machismo opressor fascista, as mulheres criaram o Miss Universo para propagar a liberação feminina e mostrar seu porte desfilando em trajes de banho. Qualquer mulher está apta a participar do concurso, desde que seja uma moça bonita, moça formosa, moça bem feita.

Seguidoras desta filosofiaEditar

Além de Chiquinha, também são adeptas da liberação feminina a Velha Coroca do 14 e a Bruxa do 71.

Florinda viu-se obrigada a aderir ao movimento de forma involuntária, após enviuvar de seu marido Frederico, que agora descansa em pança. Obrigada a sustentar sozinha seu filho bochechudo com o falecido, ela torna-se uma microempresária de sucesso no ramo alimentício, começando humildemente com uma barraquinha de churros higiênicos e depois abrindo seu próprio bar restaurante.

Clotilde é a típica velha baranga solteirona, mas não se deixa abalar por estes detalhes e faz questão de jamais esconder seus sentimentos, seja o amor que sente pelo Seu Madruga ou o ódio que sente pelas crianças que conhecem sua verdadeira identidade de bruxa. Também quebra os padrões por ter batizado seu cãozinho de estimação de Satanás, com quem pratica zoofilia e portanto dispensa sexo com homens.

AtualmenteEditar

A liberação feminina segue cada vez mais em alta, conquistando feitos importantes como levar à falência o comércio das revistas masculinas que tiravam proveito das mulheres pobres que não tinham roupa para usar.