Abrir menu principal

Desciclopédia β

Linha 3 do Metrô de São Paulo

Cquote1.png Já começa mostrando que Corinthians e Palmeiras só dão certo em extremos opostos. Cquote2.png
Paulo Francis sobre Linha 3 do Metrô de São Paulo
Cquote1.png Liga o inferno à Barra Funda. Cquote2.png
Caco Antibes sobre Linha 3 do Metrô de São Paulo
Cquote1.png Nóis curte caraio. Cquote2.png
Mano sobre Linha 3 do Metrô de São Paulo

A Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo compreende o trecho da rede metropolitana definida entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Corinthians-Itaquera. Antigamente chamava-se Linha Leste–Oeste, mas como tudo é campanha eleitoral, mudaram para tentar agradar os torcedores. A Linha 3 é a mais movimentada do sistema, podendo ter até oito bilhões de usuários por hora se for segunda feira as 18:00.

Índice

HistóricoEditar

Esta linha, então chamada de Linha Serviço–Casa pelos pobres, deveria ter apenas sete quilômetros, ligando a Casa Verde à Vila Maria, passando pelo centro através da Barra Funda, da e do Tatuapé, e deveria ser totalmente subterrânea. Porém, depois de um amplo debate, envolvendo Satanás, o PCC e corinthianos, e ficou decidido que seria construída em superfície e passaria a ir até os cafundós do Judas, atualmente conhecidos por Itaquera.

 
Linha vermelha em um vazio dia de feriado em São Paulo.

A construção começou em 1977 e, como tudo que existe na cidade, foi Maluf quem fez.

CronologiaEditar

Data Evnto
10 de março de 1979 Inauguração do trecho - Brás. Apenas 4 pessoas se suicidaram e uma foi assaltada.
23 de agosto de 1980 Inauguração do trecho Brás - Bresser (Atual Bresser-Mooca). Judeus não gostaram e se mudaram para Higienópolis.
25 de dezembro de 1981 Inauguração do trecho Bresser - Belém. Nasce o menino Jesus.
15 de novembro de 1981 Inauguração do trecho Belém - Tatuapé. Maluf quem fez.
24 de abril de 1982 Inauguração do trecho Sé - Santa Cecília
26 de novembro de 1983 Inauguração da estação Anhangabaú
13 de novembro de 1986 Inauguração do trecho Tatuapé - Penha
27 de agosto de 1988 Inauguração do trecho Penha - Vila Esperança (Atual Guilhermina-Esperança)
17 de setembro de 1988 Inauguração do trecho Guilhermina-Esperança - Artur Alvim. Começa a virar putaria.
1 de outubro de 1988 Inauguração do trecho Artur Alvim - Corinthians-Itaquera. Fodeu de vez.
17 de dezembro de 1988 Inauguração do trecho Santa Cecília - Barra Funda (atual Palmeiras-Barra Funda)
 
Achou que eu tava brincando, filho da puta? Isso é um dia cheio.


EstaçõesEditar

Corinthians-Itaquera: Aqui começa a sua famigerada viagem da pseudocivilização zonalestiana até o Centro e a zona oeste de São Paulo. Vem para esta estação uma galerinha bem culta, cheirosa e educada de bairros legais e simpáticos como Cidade Tiradentes, São Mateus, Iguatemi e Guaianazes enchendo o metrozão. Aqui também fica o grande estádio particular feito com dinheiro público, Itaquerão Arena Corinthians. Haja "vai curintia, mano" e gente fina, criados nos "Alpes Suíços" na sua viagem...

Artur Alvim: Estação que passa longe da lista de lugares recomendáveis (veja a paisagem pelo trem do metrô, só tem coabão). É o recordista de assaltos em todo o sistema Metrô-CPTM: mais de 8000 por semana. Recebe passageiros de ônibus vindos de São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Jardim Helena e outros ótimos bairros da Zona Leste.

Patriarca-Vila Ré: Mais uma estação em um bairro zonalestiano que não tem nada de interessante. Há relatos de que o trem passa direto na estação. Mais uma estação com nome alterado, para a alegria dos candidatos a deputados e a governadores, que irão contar com verbas da mudança de nome; a negada da Vila Ré passou mais de 30 anos sem ser representado com o nome da estação de metrô mais próxima, ficaram com ciúmes, fizeram a lei, foi aprovada e, mais uma vez, a putaria de mudança de nome continua.

Guilhermina-Esperança: Aqui começou a putaria de mudança de nome (pretexto pra gastar mais um pouco com mapas, placas e um superfaturamentozinho ali pro bolso do governador). Esta estação era pra se chamar Vila Esperança, mas como os manos da Vila Guilhermina ficaram com ciúmes, acabaram que o Metrô teve que mudar a estação de nome. Isso também aconteceu com as estações Patriarca-Vila Ré, Bresser-Mooca e Palmares-Barra Funda. Ademais, nada de interessante por lá.

Vila Matilde: O trenzão do metrô tá enchendo! Outra estação com nome de bairro, bem sem graça por sinal, e um detalhe desta estação são as portas de plataforma inúteis que só servem de decoração. Essa merda foi instalada bem depois de inaugurarem a estação, deu um monte de problemas e acabou que as portas de plataforma estão operando apenas aos domingos.

Penha: Mais linhas de ônibus param por aqui, fora os de Bagulhos enchendo o saco, e o metrôzão continua enchendo. Aquela Igrejinha bonitinha é a única coisa que presta na região. No mais, os manos do PCC mandam por ali (evite ir vestido de preibói ou com a camisa do parmera).

Carrão: Não, o bairro do Carrão não tem metrô. A estação com esse nome fica para os lados de Tatuapé. Esta estação não tem muita emoção, apenas uma meia-dúzia de universidades ali perto.

Tatuapé: Estação grande, mas que só ocupa espaço. A integração gratuita com a CPTM acontece das 1 até as 4 da manhã. Por aqui desembarca uma galerinha da pesada vindo de Anália Franco, Parque Novo Mundo, Sapopemba entre outros lugares. É mais uma daquelas estações que tem xópins nas imediações. Na falta de um, são dois: Shopping Metrô Tatuapé e Shopping Metrô Boulevard Tatuapé. Portanto, não há desculpa para você voltar pra casa sem o presente para a baranga da sua namorada.

Belém: Outra estação nada emocionante e os arredores sem nada de interessante. Apenas o trânsito da Radial Leste e o trem do metrô tirando um racha com os carros (isso se não acontecer nenhuma falha na linha nem trânsito na Radial). A Radial se afasta do metrô logo depois, a linha vai para o subterrâneo, agradando aos pivetes e aos caipiras, e logo depois volta para a superfície para a próxima estação.

Bresser-Mooca: Estação situada numa região cheia de hospitais e próximo do tradicional bairro da Mooca e suas peculiaridades. Desça nesta estação, pois a partir daqui a sua viagem não será mais a mesma.

Brás: Você deveria ter descido no Bresser-Mooca. Tarde demais. O trenzão enche mais e mais. Desta vez, os responsáveis vem dos bairros já citados na pseudocivilização zonalestiana e também de bairros como Ipiranga e Vila Prudente e cidades do ABC. Além disso, vem a galera vinda do comércio popular, com enormes sacolas e caixotes maiores que eles mesmos, cheios de camisas, bebidas e aparelhos falsificados made in Paraguay e China entupindo o trem. Além disso, a estação serve como teste de resistência para a integração mais longa do universo, com mais de 26849254624kms entre a estação de metrô e as linhas 10, 11, 12, 13, 14, 15...8000 da CPTM. Resumindo, a estação é um inferno.

Pedro II: Fortíssimas evidências indicam que esta estação contém uma plataforma fantasma no subterrâneo (a estação da Linha 3 é no alto), na qual uma linha de metrô seria construída para passar. Mas, para variar, os projetos mudaram, a Linha 4, semelhante aos projetos antigos, passa longe de Pedro II e, hoje, a plataforma fantasma é abrigo de usuários de drogas e criadouros do Aedes aegypti. Longe pra caralho do Terminal e do Parque Dom Pedro II, por isso a estação não faz diferença alguma na linha.

Sé: O metrô cai para o subterrâneo e os pivetes e os caipiras ficam impressionados. Aqui é o ponto alto da viagem. Você está no coração do centro de São Paulo. E a estação da Sé é um coração de mãe, pois sempre cabe mais um. Faz a integração com a Linha 1-Azul, que vai de norte a sul, portanto vem e vai gente de tudo quanto até lugar da cidade. Região calma, limpa, com pessoas bem educadas e com aquela paciência para subir ou descer as escadas rolantes e embarcar ou desembarcar nos trens. Antes de entrar na estação, reze uma missa lá na Catedral, pois você vai precisar de muita oração para lidar com a lotação e com a abordagem de moradores de rua da região. É também a estação do Judiciário, pois ali perto há o Fórum João Mendes e o Tribunal de Justiça, por isso você também consegue ver uns engravatados aí. Como também é próxima da Liberdade é comum ver os comedores de 'pastel de flango' por ali.

Anhangabaú: Outra estação do "centrão", igualmente infernal. Aguenta um entra e sai de gente o dia inteiro, numa plataforma tão estreita. Arredores, nada mais e nada menos que mendigos, trombadinhas e um monte de "pontos turísticos" que ninguém vai. Por lá fica a Prefeitura de São Paulo, caso você esteja indignado com as merdas decisões erradas que o nobre prefeito da cidade tomou. Por ali, também tem o Terminal Bandeira da SPTreco, que concentra a galera vinda da Zona Sul.

República: Paraíso dos desempregados em busca de subempregos como porteiros, atendentes e operadores de telemarketing. Integra com a Linha 4-Amarela e, assim, recebe passageiros vindo da Zona Oeste, dos burgueses safados da Paulista e dos pobres vindos da Zona Sul que não querem vir de ônibus.

Santa Cecília: Uma igreja, o terminal Amaral Gurgel (de tão pouco movimento, há mais aranhas fazendo teias do que passageiros) e a falida Santa Casa ali perto são as únicas coisas interessantes da estação mais entediante da região central da Linha 3-Vermelha.

Marechal Deodoro: Estação com os arredores deprimentes. Imagina só respirar a fumaça dos carros do Minhocão o dia e a noite inteira, a pouquíssimos metros dali... Moradores de rua, o Minhocão e a saída de moradores e até a saída da Rede grobo fazem da região um dos lugares mais decadentes de São Paulo. Logo ali perto, são os burgueses safados de Higienópolis, que já não são tão burgueses assim pois suas famílias de barões de café perderam quase tudo na Crise de 1929. É rota de organizadas para as brigas os jogos realizados no Pacaembu.

Palmeiras-Barra Funda: Parabéns, senhor passageiro! Você chegou ao fim da viagem! A não ser que você seja de algum lugar bem tranquilo e legal como Carapicuíba, Itapevi, Jaraguá ou Franco da Rocha. O bairro desta estação tem de tudo, desde xópins como Bourbon e West Plaza, passando pela Record com a sua torre maligna, Playcenter, universidades, barzinhos... até o Ananias Park, o chiqueirão da cidade. Portanto, é ponto de encontro de brigas entre torcidas e de gurias retardadas que acampam para ver o show do ídolo preferido delas.

Frota de trensEditar

Frota G: É aquele trem verde calcinha da Alstom, o trem tem umas faixas verdes por fora, é verde por dentro, os assentos são verdes e até a sua mãe é verde. Onde estreou? Claro, na Linha 2-Verde. Mas o Metrô, que gosta de bagunçar a padronização das frotas, mandou uma porrada desses trens pra Linha 3 por "necessidades operacionais". Tem umas na Linha 1-Azul também. Tem portas mais largas que as outras, para aguentar a debandada dos usuários. E é responsável pelas gripes e resfriados do povão, já que o ar condicionado desses trens são piores que um congelador.

Frota H: São os trens bicudões, do tamanho do bico do tucano do PSDB, ou do tamanho do nariz do Luciano Huck. São gelados, feios por dentro e dão uns trancos violentos. Mas até que esses trens nem dão tanto problema, né...

Frota K: São os antigos trens da Frota C, que eram usados à exaustão na Linha 3. Foram reformados porcamente e ficaram conhecidos como a frota problemática do Metrô, afinal, é normal um trem descarrilar ou pegar fogo do nada? Sim, isso aconteceu com essa frota, em pleno pico da manhã, fazendo com que os trouxas usuários tenham que se espremer nos ônibus do PAESE. Tudo isso pros caras do Tribunal de Contas descobrirem que saiu mais barato comprar trens novos do que reformar aquelas sucatas (daí veio o caso do Trensalão). É um trato de dinheiro público que só os tucânus sabem como fazer.

Outras frotas atuaram na linha, inclusive aquela Frota A, quando a linha nem tinha o pátio de Itaquera.

Alteração de nomesEditar

No ano de 2006, o então governador Cláudio Lembo autorizou a mudança dos nomes das estações "Barra Funda" para "Palmeiras-Barra Funda" e da estação "Bresser" para "Bresser-Mooca". Essas medidas acompanham a reformulação da comunicação visual nas estações desta linha, dando andamento ao processo de conversão da antiga Linha Leste-Oeste para Linha 3 - Vermelha, iniciado em 1996.

Ver tambémEditar