Louis Joseph Gay-Lussac

Cquote1.svg Doutor, isso é nome de bichona! Cquote2.svg
Severino sobre Louis Joseph Gay-Lussac
Cquote1.svg É um filho da puta! Cquote2.svg
Aluno sobre os trabalhos de Gay-Lussac em estequiometria
Cquote1.svg Vá à merda! Cquote2.svg
Alborghetti sobre Louis Joseph Gay-Lussac
Cquote1.svg Olho no laaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaance!!! Cquote2.svg
Sílvio Luis sobre Louis Joseph Gay-Lussac

Gay-Lussac, em caricatura feita por Ziraldo.

Louis Joseph Gay-Lussac, que em português significa José Luís do Saco-Gay (Bordeaux, 24 de Agosto de 1845 - Rio de Janeiro, 31 de Fevereiro de 1896) foi um grande químico e futebolista que ficou famoso por difundir o futebol e as leis volumétricas das reações químicas.

HistóriaEditar

Nascido na cidade francesa de Bordeaux (Bordéus) teve uma infância pobre, tendo de pedir esmolas para poder esudar. Seu nome de batismo sempre gerou chacotas e piadas entre seus colegas, fazendo ele se tornar antissocial e nerd. Durante as interséries do oitavo ano, descobriu seus talentos futebolísticos.

Carreira futebolísticaEditar

 
Foto do time Là Maionésse, durante a conquista do bi (Ui!!!). Gay Lussac é o terceiro da direita para a esquerda, atrás (ele sempre gostou de ficar atrás).

Gay-Lussac começou jogando no Là Maionésse, time da segunda divisão do Campeonato Francês de futebol, onde ganhou por três vezes o Troféu Vibrador de Ouro, símbolo do campeonato. Acabou sendo vendido ao São Paulo. Após realizar testes, entrou por trás nas categorias de base do São Paulo, vindo a crescer rapidamente (Ui!!!), chegando em pouco tempo aos times de várzea.

Após uma campanha brilhante como capitão do time sub-25 do São Paulo, vencendo a Copa das Ligas, a Copa Federal de Várzea, dois Emmy, um Oscar e receber o Prêmio Jontex Júnior de Esportes, Gay-Lussac passou a atuar como jogador titular e oficial do time principal do São Paulo, onde trouxe alvoroços glórias e alergias alegrias, sendo o responsável pela conquista do tricampeonato para o La Bambinera.

Depois de atuar por 10 anos como jogador, descobriu um talento novo nas categorias de base quando o assunto era pegar as bolas: Rogério Ceni. Apostou todas as fichas no moleque, que parecia ter um potencial razoável. A investida deu merda lucros, e Ceni tornou-se um pegador de bolas goleiro um pouco acima da média. Desta forma, Gay-Lussac se despediu de sua carreira como futebolista, iniciando a faculdade de química com o dinheiro arrecadado como jogador.

Vida como QuímicoEditar

 
O Monumento a Gay-Lussac, sendo venerado por bambis.

Após ficar por sete anos na faculdade, não conseguir pegar nenhuma gostosa e quase se foder nas provas finais, Gay-Lussac tornou-se químico pela UNIACME (Universidade ACME). Imediatamente entrou (Ui!!!) em um projeto de estudo dos peidos gases e alguns trabalhos sobre a oxidação do anel benzênico.

Durante estes trabalhos, acabou por descobrir certas propriedades de reação dos gases, chamada de Lei de Gay-Lussac (você acha que ele não ia querer o crédito?!). Essas leis foram inseridas na estequiometria, que inclusive é tão importante que tem até um artigo na Desciclopédia.

Após conseguir ficar famoso com a criação dessas leis e ser contratado em um laboratório de pesquisas do governo, Gay-Lussac passou o resto da vida brincando no laboratório, já que nunca mais descobriu absoluamente nada. No entanto, o trabalho como funcionário público lhe rendeu grandes mamadas uma vida muito confortável, dessa forma, até hoje apenas é lembrado pelas suas leis volumétricas.

Ver tambémEditar

Alquimistas Químicos e cientistas loucos em geral
v d e h

Antoine Lavoisier - Alessandro Volta - Alfred Werner - Amedeo Avogadro - Berzellius - Carl Bosch - Dmitri Mendeleev - Dorothy Hodkin - Doutor Roberto - Ernest Rutherford - Frederick Sanger - Frederick Soddy - Friederich Kekulé - Friederich Wöhler - Fritz Haber - Gay-Lussac - Geraldo Vicentini - Gilbert Newton Lewis - Henri Louis Le Châtelier - Humphry Davy - Jacobus Henricus van ’t Hoff - John Dalton - Joseph John Thomson - Joseph Louis Proust - Joseph Priestley - Josiah Willard Gibbs - Justus von Liebig - Linus Pauling - Louis Pasteur - Marie Curie - Niels Bohr - Otto Hahn - Paracelso - Peter Debye - Pierre Curie - Robert Boyle - Robert Burns Woodward - Stanley Miller - Svante Arrhenius - Tadeusz Reichstein - Vladimir Vernadsky