Mantua e Sabbioneta

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Típica casa mantuana.

Mantua e Sabbioneta são duas cidades da província de Mantua, ou Mantova em terranostrês que foram tombadas pela UNESCO como patrimônios da humanidade por sua coleção de prédios velhos e igrejas obsoletas caindo aos pedaços, características básicas para a escolha desse tipo de lugar como patrimônio mundial.

MantuaEditar

É a capital da província, sendo uma cidade mediana, ou seja, tem um número razoável de pessoas, algumas lojinhas, já aceita cartão e por lá a Idade Média já passou. A cidade de 50000 habitantes era originalmente etrusca e dedicada ao Deus dos mortos, fato que até hoje assombra as criancinhas de lá.

Mantua possui um palácio desativado por falta de nobres de nariz empinado para habitá-lo, possui como toda boa cidade italiana uma basílica feita em um estilo arquitetônico repleto de detalhes dispensáveis e com a parte interna pintada por algum grande artista que levou mais de oito mil anos para terminar todos aqueles afrescos e anjinhos com o bumbum de fora e com pingolins irrisórios.

 
Exemplo de bela arquitetura em Sabbioneta.

SabionettaEditar

Sabionetta é uma cidade menor e mais ao norte do que Mantua, a capital, tendo seu nome com o significado de arenosa, com ninguém entendendo o porquê disso. A cidade possui uns 5 mil habitantes, tanto quanto o conjunto habitacional que deve ficar próximo a sua casa e foi construída no século XVI por um arquiteto entediado.

Como todo vilarejo italiano, Sabionetta tem palácios, catedrais e até um teatro, tudo isso no mais belo estilo renascentista da coisa, cheio de afrescos, pinturas sacras e utras coisas que revirariam o estômago de um metaleiro. A cidade até tenta aproveitar com o turismo, mas a atual juventude ateia prefere ir a um jogo de futebol a conferir a basílica, provando que os jovens não são tão bobos assim.

Ver tambémEditar