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Marília

Galinhacaipira.jpg Enxada-1.png Esti artigu é caipira, sô!! Enxada-2.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Marília.

Localizada no meio-sertão de São Paulo, Marília é conhecida como a Terra da Bolacha, ou pelo chique apelido de "rotatórias e lomabadas city", por ser a cidade com maior densidade de rotatórias e lombadas já existentes no planeta. De fato, o projeto inicial da cidade seria que ela não possuísse ruas e avenidas, mas rotatórias no lugar. Com isso, os habitantes e os políticos ficaram tontos de tanto rodar, e saíram colocando lombadas para que não corressem em linha reta muito rápido, e acabassem caindo. O plano final da cidade é de que não haja nenhuma linha reta em todas as ruas, até que fiquem totalmente onduladas.

Marília é conhecida pelo Louco que Queimava Carros e por ser a Central do PCC.

Índice

Ficha Técnica

  • Nome. Distrito de Marília
  • Aniversário. 24 de Abril
  • Rebaixamento. 2008
  • Gentílico. Maqueânus
  • Líder comunitário Mário Bulgarelli
  • Estado. deplorável
  • Macrorregião. Bauru
  • Microrregião. Garça

Demografia

Dados do Censo - 2000

  • População Total: 197.342 (somando-se os cachorros, os gatos e as formigas)
  • Urbana: 7.623
  • Rural: 189.719
  • Homens: 0
  • Cornos: 12.732
  • Brochas: 40.324
  • Viados: 43.446
  • Mulheres: 0
  • Prostitutas: 100.840
  • Densidade demográfica (hab./km²): 168,65
  • Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 147,57
  • Expectativa de vida (anos): 39,37
  • Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 4 (mas elas têm de ir a outras cidades para engravidar)
  • Taxa de Alfabetização: 4,35% (casos importados)
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,231 (Próximo ao de Serra Leoa, na África)

História

 
Centro comercial de Marília.

Os índios da região central do Estado de São Paulo já conheciam a região onde hoje fica a Vila de Marília como área dos emos, já que essa espécie já chorava e expunha seus sentimentos em todas as vias que tivessem praças.

A característica esquisitona dos sujeitos de Marília já era reconhecida por povos próximos, que também tinham ciência de sua falta de masculinidade, o que sempre causou um mal-estar, menos com os povos que ocupavam a atual região da cidade de Bauru, onde sempre existiram buracos e pessoas extremamente homossexuais.

No século XVI a região foi atacada sul e tomada pela tribo dos manos motoqueiros, vindos de Ourinhos, que, no fim das contas, tentaram matar os nativos locais e os noroestinos migrados anos antes, adeptos da pederastia e homossexualidade.

Da união dos Emos mariliensis com os Homo noroestinos surgiu então uma nova raça inferior em inteligência e cultura, chamada de Noro-bostinhas, uma referência ao time de búrica local de Bauru, que mais tarde se tornaria time de futebol amador, conquistando o vice-campeonato na Copa Federação.

Quando os primeiros humanos civilizados, chegaram à região, já nos fins do século XIX encontraram uma terra contaminada por Noro-bostinhas e manos motoqueiros, e tentaram dizimá-los. Não conseguindo extinguir essas duas espécies, isolaram-nas no Norte (noro-bostinhas) e no Sul (manos motoqueiros). Infelizmente os novos moradores acabaram sendo capturados por ambas as espécies e, obrigados a procriar com seus raptores, deram origem a duas novas espécies: os emos da esmeralda e os manos do kadett, que passaram a andar de carro.

Atualmente o Cidade passa por período de calamidade pública devido a grande migração dos Bauruenses. Os homens que restam estão se tornando cada vez mais adeptos do homossexualismo e furnicam-se quase o dia todo em orgias com os noro-bostinhas que sobraram. As mulheres tornaram-se quase todas meretrizes de beira de estrada, uma coisa também importada de Bauru onde todos conhecem a casa da Eni, a fim de encontrar caminhoneiros bons que perpetuem sua espécie em quase extinção.

Os manos decidiram tentar criar uma nova cidade, a Nova Manorília, mas seu plano foi descoberto e sabotado pelos moradores chegados nos século XIX.

Geografia

Opções de diversão: comer as mulheres Bauruenses, Sertão James Pub, Emorini Lounge, Hot Sluts, Marília Shopping (Antes tinha o nome de Aquarius Shopping. Isso é que ninguem quer saber).

Dos 200.000 habitantes - contados ontem, num ponto de ônibus de Bauru onde todos estavam voltando da casa da Eni - encontramos 110.000 pessoas vindas de Garça.

Além de uma rodoviária com formato de chapéu do ligeirinho atraindo muitos paraguaios que ampliaram o Camelódromo, Marília possui um time de peladas de final de semana que ainda está na mesma divisão do time de Búrica de Bauru, chamado MAC (Magnífico Alto Créu). Até o fechamento desta edição, o time do distrito passava por uma crise de identidade, não sabendo qual é a cor da camisa, mas isso passa, o que prejudicou seu desempenho na série B do Brasileirão, mas que o projetou para a Série C, de onde deseja lançar campanh rumo à Séria D.

Sei, você já deve ter ouvido essa frase em algum lugar.

Desde os primórdios, os marilianos tentam imitar os paulistanos, assim como a Marilan, que não cria seus próprios produtos, apenas copia da Bauducco e Nestlè.

Futebol

A cidade tem um clube de futebol que a representa no cenário nacional, o Marília Atlético Clube que com sua consecutivas derrotas humilhantes honra a cidade derrotada do interior paulista.