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Marcha das Vadias

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E se se sentiu ofendido, VÁ A MERDA, PORRA!!!


Lembram-se quando as feministas antigas diziam "não deixemos que a mídia explore nossos corpos"? Pois é, pode pegar esse discurso e enfiar no cu dessas menina lindas de belos peitos.

Cquote1.png Você quis dizer: Marcha das Vazias? Cquote2.png
Google sobre Marcha das Vadias
Cquote1.png Você quis dizer: Desculpa de putas para desfilar peladonas? Cquote2.png
Google sobre Marcha das Vadias
Cquote1.png ISSO É A MAIOR PUTARIA! PUTARIA, PUTARIAAAAAA!!! Cquote2.png
Alborghetti sobre Marcha das Vadias
Cquote1.png Coisa do SATANÁS! Cquote2.png
Pastor sobre Marcha das Vadias
Cquote1.png Queremos respeito! Mulher não é só peito e bunda! Agora vamos lá na esquina mostrar o peito e a bunda Cquote2.png
Feminista sobre Marcha das Vadias
Cquote1.png Essa vai direto pro XVideos Cquote2.png
Você sobre Marcha das Vadias

Marcha das Vadias ou Marcha das Galdérias é, como o nome sugere, uma marcha feita por mulheres escrotas e desocupadas que ficam pelas ruas peladas, mostrando o cu, a xavasca, os peitos e tudo o mais que antes ninguém dentro do chamado feminismo (sim, essas putas grátis se dizem feministas) seria capaz de tolerar, haja vista que é o paradoxo de tudo o quanto elas mesmas combatem. Afinal, falam mal de mulheres que posam pelada para a revista Playboy ou que aparecem seminuas em propagandas de cerveja, mas ficam peladas pra todo mundo ver de graça, deixando que a imprensa ganhe MUITO DINHEIRO as custas delas e do corpo delas, e, claro, me deixando muito feliz para que eu possa ficar muito alegre com elas.

Se você acha que as mulheres da marcha são assim, se enganou...
...porque elas são assim

Essa marcha surgiu no Canadá em 3 de abril de 2011, e até hoje é um mistério como as mulheres conseguiram ficar nuas em pelo num frio do caralho como o daquele país. Logo uma organização chamada Femen espalhou essa putaria pelo mundo afora.

ContextoEditar

 
A Marcha das Vadias é um ótimo lugar para encontrar cosplays. Ou cospobres, como essas, se bem que a cosplay do Inri Cristo ficou lecal.

Basicamente é a mesma merda de outras marchas, como a Marcha para Jesus, a Marcha da Maconha, a Parada Gay, a Marcha da Família com Deus pela Liberdade e a Marcha para o Diabo, ou seja, um monte de desocupados ocupando as ruas em nome de algum ideal. No caso delas, o ideal seria andar peladas pela rua, ter a possibilidade de trair e coçar a vontade, de deixar todos forever alone sem serem chamadas de fúteis por escolher o Brad Pitt ou o MC Daleste por causa do dinheiro deles, ao invés de um rapaz trabalhador, só que pobretão, fodido e sem Camaro amarelo, entre outros "ideais" geniais que, claro, são muito úteis para a sociedade.

Em 2013 uma das marchas foi responsável no Brasil por quebrar imagens de santas e fazer sexo em cima delas, para poder satisfazer todas as fantasias, inclusive a de "tornar os santos profanos". Ou algo assim.

Vez por outra alguns travestis também aparecem na marcha, provavelmente para divulgar seu trabalho na Rua Augusta, onde homens deixam de levar leite pros filhos pra levar leite de pinto pros travestis.

Discurso sério encontrado na WikipédiaEditar

Esse discurso foi roubado da Wikipédia, e nem eles concordam muito. Se você achar alguma coisa que tenha coerência, me avise, porque esse Wally eu ainda não achei:

 
Marcha das Vadias no Oriente Médio

"Tema de vários estudos acadêmicos no âmbito social em todo o mundo, tornando-se de senso comum, a imagem da mulher historicamente vem sendo associada à coisificação e inferiorização devido a demasiada exploração midiática. A “Marcha das vadias” está fortemente conectada a outros movimentos femininos nacionais e internacionais que defendem com veemência a emancipação da mulher contra qualquer espécie de preconceito de gênero, ainda presente, nos dias de hoje na sociedade patriarcal em que vivemos. No entanto, podemos observar que a sociedade já possui anticorpos que combatem manifestações de preconceitos quando estes são midiatizados, como é o caso de Geisy Arruda. As representações sociais e o quadro de valores de uma sociedade são mutáveis de acordo com aspectos culturais e sociais. As pessoas aderem conforme os parâmetros do contexto histórico e também conforme sua subjetividade, ou, pelo menos, conforme seus desejos de pertencimento a um certo grupo com o qual se identifica. Desse modo, o que era “bacana” de se usar na década de 1980 hoje se tornou “cafona”. Os medias contribuem para as transformações na estrutura social, veiculando modelos identitários, estilos de vida, visões de mundo e estruturando seu discurso no desejo das pessoas.

Tal como na vida “real”, na publicidade, por exemplo, a mulher assume várias funções tal como, fonte de desejo masculino, esposa, mãe e carreira profissional. Estatísticas mostram que, cada vez mais, as mulheres tornam-se independentes, estudam mais, têm menos filhos, vivem mais, mas, continuam ganhando menos em relação aos homens, além de sentirem que a desigualdade de gêneros ainda é muito forte na sociedade brasileira, mesmo com os avanços econômicos femininos. Nos dias de hoje, as mulheres podem, assumem e descobrem cada vez mais o sexo, algo até então misterioso e repressivo, já que até os anos 1960 a sexualidade deveria se realizar unicamente através do casamento e, a mulher que se entregasse a um homem era dada como "perdida". Logo, a virgindade era sagrada. O que vivenciamos atualmente é a liberdade do sexo feminino e, porque não masculino, uma vez que ambos são livres para fazerem suas escolhas sem que haja grandes represálias, principalmente as mulheres, como é o caso das modelos “gostosas” que aparecem em propagandas de cerveja seminuas sem tanto pudor. Hoje é natural, a sociedade brasileira é mais tolerante em vista de épocas passadas. Em suma, os homens atualmente são livres para dizerem não (incomum até pouco tempo atrás) já que as mulheres eram “presas” ao sentimento de vergonha, logo eles aproveitavam quando encontravam algumas favoráveis ao impudor. As mulheres, no entanto, são livres para dizerem sim para qualquer iniciativa masculina e/ou feminina que julgarem “adequadas”."

Como vocês perceberam no texto, agora é só você andar com minissaia mostrando o cu pra moçada da UNIBAN que você vira um modelo de luta pelo feminismo, que luta contra a exploração do corpo feminino, lutando dessa forma mostrando o corpo feminino pra todo mundo... WTF?

Ver tambémEditar