Mario Party Advance

Virtualgame.jpg Mario Party Advance é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, uma Esfinge mata uma Biga de guerra.


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Google sobre Mario Party Advance
Mariopartyadvance.png Mario Party Advance é o primeiro jogo de Mario Party a ser lançado em um console portátil, ou seja, ficou uma bosta porque não dá para fazer a única coisa pela qual Mario Party serve, que é destruir amizades jogar com os amigos, porque precisaria de uma puta playbozada para haver tantos game boys advance e umas porras de cabos para tantos garotinhos criados a leite com pera conseguirem jogar juntos algo que nem valeria a pena, em suma, algo impossível de ocorrer na prática, e portanto o jogo é single player, o que um verdadeiro otaku gosta.

Mario Party Avançado
Mario Party Advance Box.jpeg

Seria melhor jogar um Super Mario World mesmo

Informações
Desenvolvedor Hudson Soft
Publicador Nintendo
Ano 2005
Gênero tabuleiro
Plataformas Game Boy Advance
Avaliação 0,99%
Idade para jogar Conteúdo infantil extremo (de 1 a 5 anos)

E como todos não esperavam, o jogo foi lançado para o Wii U em 2015, como um daqueles joguinhos velhos chechelentos, tanto jogo bom e eles colocam justo essa joça.

JogabilidadeEditar

 
Uma apresentação amigável de inicio de Tumble.

Primeiro e único jogo da série sem as estrelas e a temática de andar de la pra cá, ao invés da tradicional corrida estelar, colocaram um resolvendo os problemas dos 50 personagens vagabundos de uma cidadezinha no lugar nenhum. Hudson Soft queria criar um jogo sem violência e decidiu tirar toda a graça que estavam nas batalhas contra os outros, colocando missões que demoram 10 horas pra acabar, um Persona 5 da vida.

O jogo é todo precário, o jogador tem a possibilidade de escolher apenas entre os favoritos dos nintenstas, desde o encanador até o seu cavalo. Tudo isso para andar de carro num tabuleiro idiota e fazendo minigames cretinos contra ninguém. Este jogo foi criado apenas por uma organização de estatísticas do Japão que visava estudar e pesquisar quantos japoneses forever alones existiam no país, e ele foi lançado no exterior apenas para não levantar suspeitas, mas quem comprou essa porcaria fora do Japão é um completo derrotado.

EnredoEditar

 
  Eu não gosto de Toads, e eu odeio Twilight!  
Koopa Bowser, 2005

Após chegar no mundo da festa (localizado acima do Acre) Bowser chega de surpresa e derruba os mini games na cidade dos cogumelos alucinógenos, Mario, Luigi, Peach e Yoshi são chamados para tirar belas ferias, mas logo depois descobrem que estão em um buraco sem fundo, sempre repetindo favores e mais favores a cidadãos de Shroom City. Apesar da história fraca, ela se parece muito com algum outro jogo nintendístico.

Na maioria das vezes, ou seja, sempre, o jogador vai ter que ouvir algumas babozeiras, que Bowser fala para o seu filho capanga Koopa Kid, haja paciência, mas o jogo revela um outro lado de Bowser. Ademais, enquanto você resolve os problemas, Bowser e sua ninhada de clones coloridos vão te atrapalhar botando fogo no circo e sempre rindo da sua cara, mas não se preocupe, Toads vão lhe ajudar <s(com se isso ajudasse).

O TabuleiroEditar

Shroom City é um lugar inspirado na ilha do filme Naufrago trazendo a escravidão para quem chega lá. Para conseguir um minigame, é preciso fazer alguns leves favores como, fazer uma corrida com Bullet Bill, jogar nas olimpíadas na modalidade de lançamento de martelo com um Hammer Bro. e até mesmo resolver a novela de quem roubou o banco falido do Koopa, sem contar com mais de 8000 de mini games que você tem que vencer. No fim essa conta não fecha, porque o jogo é um grande tapa buraco na série, e você acaba mais gastando os seus "cogumas" vagabundeando por aí, do que realmente sendo escravo dos outros.

PersonagensEditar

 
A cara da turma ao ser chamado para a guerra. Repare na cara de pastel do Yoshi.

Com os mesmos personagens (novamente). Dessa vez diminuindo os personagens e te obrigando a escolher os mesmos, cada vez que você morre.

RecepçãoEditar

As pessoas normais nem sabem que um jogo cretino desses existe, mas os poucos que tomaram conhecimento dele acharam estranho o título de "Party", porque não há festa nenhuma, e deram nota 0. Já alguns avaliadores como Metacritic, IGN e GameSpy deram notas medianas, porque eles nunca jogam nada da Nintendo e dão sempre notas médias pra qualquer jogo.

PrêmiosEditar

 
O melhor Mario Party no melhor console.

Por ter sido considerado o melhor da série inteira, ganhou o maior número de prêmios.

  • Pior jogo de Mario Party: Realmente, o Mario Party Advance merece palmas, por conseguir cagar a série de um modo tão descomunal.
  • Pior jogo do Game Boy Advance de 2005: Iria perder para um outro jogo, mas teve a façanha de conseguir de ser o melhor pior do ano.
  • Pior Mecânica em um jogo.: Sem palavras.
  • Originalidade 0: Há quem diga que o MPA é um jogo originalíssimo pelo seu single player bugado, no entanto, qual o doido que joga jogo de tabuleiro sozinho? Da mesma maneira que não dá pra jogar xadrez sozinho.
  • Jogo mais longo da década (com aproximadamente mil horas): Indicação. Título ganho por Gran Turismo 4.
  • Jogo mais marcante em crianças que o jogaram: Fez muitas crianças chorarem ao superestimarem essa festa.
  • Piores gráficos e trilha sonora: Não é lá tão feio, já que o jogo apenas remixa as músicas dos Mario Parties anteriores, bem como os gráficos que relembram o Super Mario World, lançado 15 anos antes.

CuriosidadesEditar

  • Em sua creepypasta contem sprites da bola wilson e de Peach subornando os habitantes.
  • Mario Party Advance é uma copia descarada do terceiro e quarto jogo da série, apenas descoberto em 2016.
  • Não há duvidas de quem jogou ele se arrependeu.