Mary Shelley

RobertSmithTC.jpg Este artigo é gótico!

Ele veio da escuridão, dorme em cemitérios, usa preto até para ir à padaria e passa o dia tomando vinho e ouvindo rock triste.

Cquote1.svg Wake me up inside... Cquote2.svg

Night creature.JPG Mary Shelley surgiu das trevas!!

E está aqui pra puxar seu pé!

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Quadro de Mary na terceira idade, pintado por Conde Drácula. Continuou enxuta até os 66 anos, graças às forças das trevas...

Cquote1.svg Você quis dizer: Rainha Akasha? Cquote2.svg
Google sobre Mary Shelley
Cquote1.svg Minha primeira e única paixão. Cquote2.svg
Lord Byron sobre Mary Shelley.
Cquote1.svg Todas as noites tenho sonhos com ela... Cquote2.svg
Gótico sobre Mary Shelley.
Cquote1.svg Apesar de ter criado um de meus maiores concorrentes, ela é digna de meu respeito. Cquote2.svg
Conde Drácula sobre Mary Shelley.
Cquote1.svg ESTÁ VIVO!!! Cquote2.svg
Mary Shelley sobre sua criatura.

Mary Wollstonecraftenstein Shelley, conhecida também como Mary das Trevas, Mrs. Dark ou Lady Byron, foi uma escritora, biógrafa, ensaísta, crítica literária, admiradora de ópera, tomadora de chá das 17:00 h e autora de inúmeras obras, das quais a única verdadeiramente conhecida e que se tem notícia é o famoso Frankenstein, obra que até hoje inspira muitos malucos que dedicam sua vida à literatura do Lado Negro da Força, como Stephen King, Clive Barker e Anne Rice.

Foi a primeira mulher gótica da história a pôr seus pés na Terra, sendo considerada hoje uma divindade pelos góticos.

HistóriaEditar

 
Mary pegando um ar de manhã cedo, aproveitando que o Sol não está presente para queimar seus olhos.
 
Mary Shelley ao lado de sua medonha criatura, Victor von Gerdenheim, um astro da literatura e dos viedogames.

Nasceu na Inglaterra, em uma cidade esquecida por Deus e o mundo, vizinha da cidade onde Sherlock Holmes e Agatha Christie fizeram o primeiro canguru perneta britânico da história, era filha de um desempregado aspirante a filósofo chamado William Godwin e da escritora, filósofa e bruxa feminista Mary Wollstonecraft, sem o "stein" no final, uma das primeiras mulheres da história a meter porrada nos homens e carinhosamente apelidada pelos amigos da família de Sindel. Shelley foi a segunda filha de Sindel, sendo irmã mais nova de Kitana, contudo, era a primeira filha do desconhecido filósofo já mencionado. Como sua mãe também chamava Mary, ela poderia ser conhecida também como Mary Júnior, uma forma de tratamento mais assustadora que sua futura bibliografia (ou um fatality da Kitana).

Sua mãe morreu quando ela (a filha, não a mãe) tinha apenas 10 dias de vida, assassinada pelo ex-marido e patrão do emprego onde trabalhava, um corno tirano inescrupuloso chamado Shao Kahn, que estava irritado com os atrasos na preparação de feitiços e rituais vodu, em vista de ela constantemente gazear o trabalho para sair às ruas para descer o porrete nos machistas da época sem pedir permissão para usá-lo, já que o porrete era dele, vale lembrar, então decidiu puni-la com uma marretada biônica na órbita craniana usando o próprio porrete.

Seu pai exercia o ofício de ladrão político nas horas vagas, bico que adquiriu por pura sorte, e era conhecido por conseguir mais otários adeptos e filiados que Enéas Carneiro, devido ao seu sobre-humano poder de mentira persuasão. Um desses adeptos era um pseudo-poeta conhecido como Percy Jackson Banshee Chile, por quem Mary se apaixonaria e iniciaria um romance acinzentado e lúgubre. Cansado de descabelar o palhaço viver mergulhado em carência e solidão da mulher negra, assim que Mary completou 4 anos, de vida para Mary Shelley e de morte para "Mary Sindel", ele se casou com uma vizinha chamada Mary Jane Watson Clairmont, tornando sua filha "júnior" de mãe e de madrasta.

InfânciaEditar

 
Mary, a doce garotinha.

Quando Mary era criança, apesar de viver feliz, nunca teve muitos amigos. Suas vestimentas escabrosas e seu penetrante e fantasmagórico olhar de bruxa costumavam espantar as crianças a sua volta, até mesmo as cegas e cadeirantes, que saíam correndo de pavor só de vê-la chegando, fazendo aquele som de gato do Pânico na Band quando tropeçavam, só que em G maior. Contudo, como toda regra tem uma exceção e a regra 34, nem todos se assustavam ou fugiam: naquela mesma rua, morava o filho de um barbeiro local, Sweeney Todd, com quem se dava muito bem, uma vez que compartilhavam dos mesmos gostos, da mesma esquisitice e de ter a mãe morta, com a única diferença entre os dois sendo Mary não tendo um pai zumbi que ressuscitou depois do final do filme. Tornaram-se amigos inseparáveis e companheiros da escuridão, sempre assustando juntos as pessoas que os rodeavam. Posteriormente, Todd teria que se mudar pro México para aprender técnicas milenares avançadas em seu ofício com seu pai, Seu Madruga, e teve que levar seu filho, separando a linda e macabra amizade entre as duas crianças.

 
Pai de Mary depois de sofrer com as influências da filha.

Seu jeito trevoso e medonho, no entanto, assustava seu pobre papito, piorando seu estado de loucura suprema, que já vinha sendo agravado por constantes visões do fantasma de sua esposa, a qual ele jurava que vinha conversar com ele todas as noites, provavelmente para dar palpite sobre o seu desempenho sexual com sua atual e ruiva [carece de fontes] esposa. Porém, aquilo não adiantou muito, já que se casar com Mary Jane foi a ideia dele para combater o medo de ficar sozinho no mesmo lugar que sua filha, e a própria Mary Jane, apesar de linda uma ruiva é uma ruiva, né, metia mais medo que os pactos demoníacos realizados por Fausto um século antes.

Sua madrasta era odiada por todos os amigos de seu pai: descrita como violenta e temperamental, xingava todo mundo de esquerdomacho (algo que nem a falecida ex-esposa feminista de Godwin fazia) e servia torta de bicho morto que encontrava na rua às visitas. Em muitas ocasiões, dada a natureza extremamente agressiva de Mary Jane, William ia dormir de noite sentindo-se na presença de um homem, especialmente quando ela se retorcia na cama, falava palavras estranhas e virava a cabeça em 180 graus. Acabou se acostumando com a esquisitice tanto da filha, como da nova esposa e seus dois novos enteados, Charles Manson e Claire Kyle, que eram o retrato falado de sua mãe psicopata, e devido à extrema carência sentimental, era um devoto a sua nova família, constituindo um verdadeiro sucesso no casamento, principalmente porque sua sogra já era morta e ele nem teve chances de conhecê-la. Vai que ela conseguia ser pior...

 
Mary (qualquer uma das duas) assombrando a população.

É claro, para o azar da madrasta, que a jovem Mary a detestava, junto com a filhinha mimada, Claire, pois a primeira tinha o mesmo nome que ela e as duas viviam quebrando os espelhos da casa porque não respondiam se existia alguém mais bonita que elas, o que acabava matando seus amiguinhos imaginários que moravam neles. Ambas evitavam trombar com Mary de noite pelos corredores da casa, com medo de que ela invocasse uma assombração, um espectro de infravermelho ou um espírito sedento por almas para levar, assim como um dos amigos da família, Shang Tsung, que jurou roubar a alma de Mary Jane depois que ela o serviu com um estrogonofe de gato espatifado com leite de burra e cogumelo do Sol. Não seria uma surpresa, bastava olhar para sua aparência pálida e seus olhos que se assemelhavam aos de abutres diante de uma carcaça sem vida. Para completar, não eram raras as vezes em que acordavam de noite com a jovem Shelley tocando músicas sombrias de Mozart no piano que existia na casa.

 
Mary e sua insaciável (e literal) sede de conhecimento.

Após o casamento, William e Mary Jane resolveram abrir uma papelaria empresa especializada em vender livros infantis, mapas do tesouro falsos e tabuleiros Ouija. O negócio ia de mal à pior, pois Mary (a Shelley, não a Jane) o acompanhava na loja e sua presença espantava os clientes, que evitavam a todo custo pisar naquele local com medo da jovem levar suas almas ao Caronte. A presença da outra Mary também era um encosto, mas o medo era o de que ela empalasse quem fosse apenas dar uma olhada na loja e vendesse a carne como churrasco grego. Se Mary tivesse uma babá para cuidar dela, ou fingir que cuidava pra usar a casa de motel, como acontece em Hollywood, haveriam menos problemas, só que ninguém se prontificava a cuidar dela devido ao mesmo medo. Resultado: em menos de uma semana, a loja foi à falência. A família só conseguiu ser salva das dívidas graças aos amigos de Godwin, especialmente Johnny Cage, que sempre emprestavam dinheiro ao mesmo temendo que se não o fizessem, sua filha viesse puxar seus pés de noite e sua esposa os matasse com uma machadada e usasse a carne pra fazer empada.

Apesar de nunca ter sido educada formalmente feito criança de classe média alta, Godwin fazia o possível para educar sua filha de acordo com sua personalidade, levando-a para excursões em cemitérios, mansões mal-assombradas e terreiros de macumba, que equivaliam às disciplinas de ciências humanas (história - lembranças do passado), da natureza (bioquímica - degradação de matéria orgânica), sociais (economia e sociologia - por que deixar um imóvel vazio é vacilo) e música (batuque sinistro do Exu Caveirinha). Mary aprendeu a admirar a poesia gótica e a literatura de sua época, sendo a primeira e única aluna da classe em todas as disciplinas com apenas 15 anos, uma de suas principais características, fora a sua enorme sede por sangue conhecimento, sempre dando o melhor de si para alcançar tal meta. Posteriormente seu pai resolveu se livrar dela enviá-la para a Escócia, onde ela poderia sentar-se embaixo de árvores enevoadas e ficar horas e horas comungando e apreciando a natureza morta ao lado do Monstro do Lago Ness.

A paixãoEditar

 
Os "corvinhos" Mary e Percy, um casal do barulho (em G maior).

Durante seu tempo na terra do Johnnie Walker e do Pica-Pau, Mary teve seus primeiros encontros com aquele que seria seu futuro esposo, o já citado Percy Bach Chinchilla. O conheceu na madrugada de uma sexta-feira 13 enquanto passeava pelas margens do lago Ness, tendo Nessie como seu guarda-costas. Percy estava com uma máscara esquisita totalmente branca e segurava uma faca de açougueiro ensanguentada. Foi amor à primeira vista. O mesmo aconteceu com ele ao ver aquele belíssimo vulto sombrio vagando pela enevoada paisagem da Escócia como se fosse uma alma penada. Perto daquele lugar, havia uma igreja abandonada caindo aos pedaços, próxima a um cemitério, onde aconteceu o primeiro encontro real oficial, onde entre uma taça de sangue vinho e outra, apaixonaram-se perdidamente um pelo outro. Todavia, Percy era o Jason casado, mas Mary aceitou se encontrar com ele de novo às escondidas, naquele lugar mesmo, onde passariam madrugadas inteiras se pegando em meio aos cadáveres de campistas enxeridos (jovens... em um acampamento...) e dos defuntos e caveiras que ilustravam a sombria paisagem do lugar.

 
A linda e majestosa Mary tentando se aproximar mais de sua admirável criação no DeviantArt.

Ao descobrir que sua única filhinha (já que a Kitana era fetiche escroto do PornHub enteada) estava fazendo a Eguinha Pocotó num serial-killer de nome impronunciável (Percival alguma coisa... Ban Xixi? - Pensou William) e que ainda era prometido com uma loirassa alienígena, seu pai não aprovava o relacionamento, pois queria que sua linda e assustadora filha permanecesse virgem para o resto da vida, como todo pai deseja, por sinal. Não aceitando um não como todo hétero resposta, muito menos um nem fodendo, os dois pombinhos, ou melhor, corvos, fugiram para a França, onde visitavam igrejas de arquitetura gótica e comiam caramujos (vivos) em frente aos portões dos cemitérios. Depois de removerem a alma do corpo de um rato e o comerem cru em um bistrô onde pediram dois ratatouilles e uma garrafa de Sangue de Boi, foram caçados pela população com tochas e tridentes e algodão-doce. Para evitar que fossem queimados vivos, fugiram até o rio Sena, onde os franceses não se arriscariam de mergulhar e acabar tomando banho por acidente. De lá, viajaram para a Suíça, onde passaram a se alimentar diariamente do pão que o diabo amassou passado no fondue de queijo com de chocolate (sim, eles misturavam). Depois, foram para a Holanda, onde torraram a grana em gim, que usavam para queimar os corpos de eventuais vítimas do facão de Percy.

 
Mary, Percy e sua linda família.

Entretanto, devido a falta de dinheiro (gim é caro pra dedéu) para pagar o trem e voltar pra casa ou visitar a Bélgica para saber se ela existia mesmo, se instalaram por ali mesmo, para a infelicidade de ambos, já que o país era conhecido por cultivar flores coloridas e bonitas ao invés de rosas negras e espinhentas. Era muito comum Mary sair com alguns indivíduos noiados de lá e Percy arrastar as asas para algumas mulheres aleatórias, já que ambos se tornaram adeptos de uma doutrina anarquista conhecida como amor livre. Apesar disso, eles em prática, continuavam a amar uns aos outros, uma vez que não existiam pessoas esquisitas o bastante para completá-los a não ser eles mesmos.

Durante esse período fogoso, Mary ficou grávida de Percy (ou não), e eles estavam se preparando para a vinda do Anticristo que, daqui a 9 meses, trouxessem ao mundo uma linda monstruosidade que se assemelharia a eles, sem sombra de dúvida. Contudo, o bebê nasceu prematuro de 2 meses, mesma idade na qual os fetinhos são comprados pela Pepsi colocadas em vidros de conserva e postas como enfeites em laboratórios de escolas primárias para "disciplinar" as crianças não-abortadas. A causa da morte foi simples: Mary estava morando em um barraco perdido num pântano escabroso e não existiam pessoas perto das quais tragar o sangue e colocar em uma mamadeira para dar para a criança, então o jovem monstrinho acabou morrendo de fome e anemia.

Mary entrou em depressão pós-parto após a perda da criança, ficando tremendamente triste por perder sua pobre criatura, a quem pretendia ensinar tudo que ela sabia sobre as artes das trevas. Sua agonia era tanta que tinha visões da criança durante todas as noites antes de dormir. Porém, após Percy fazer um acordo com Mephisto e sacrificar uma virgem que cultivava flores azuis com espinhos vermelhos e usar suas tripas num ritual para transferir o Alto Astral à esposa, em 15 minutos superou a dor desse seu filho. Nessa época, os dois decidiram que não era saudável morar num poço de merda metido à floresta, então partiram para a Tchecoslováquia, onde foram afetados pela Promiscuidade Tcheca e Mary e engravidou pela segunda vez. Para ter um bom pré-natal e garantir o mínimo de conforto (vulgo: sangue pra caramba) ao fiote, picaram mula (literalmente) pra Romênia e alugaram um chalé na Transilvânia.

Está vivo!Editar

 
O momento em que Byron teve a sombria brilhante ideia.

Durante o verão do ano seguinte, Mary, Percy, seu filho monstruoso e Claire, que deixou de ser uma piranha mimada narcisista e passou a agir de forma semelhante a Shelley depois que um dos espelhos finalmente lhe respondeu que ela era mais bonita que sua madrasta, esta pirou na batatinha e tentou matá-la com uma garrafa de absinto, mas foi morta com uma tijolada pelo filho, Charles, que estava cansado de não ser citado neste artigo. Eles foram visitar seu companheiro de pavor, Lord Byron, que conheceram durante uma viagem aos pântanos assombrados da Suíça. Lá, ele apresentou um médico que atendia pelo Serpram nome de Dr. Jekyll, uma pessoa que se encaixava perfeitamente no perfil necessário para participar daquele seleto grupo de pessoas. Essa foi a primeira grande reunião de góticos da história que se tem notícia. Eles passaram o tempo juntos escrevendo sobre vampiros, caçando lobisomens, invadindo cemitérios, passeando de barco em lagos sombrios, assombrando as ruas de Genebra e tomando vinho do lado de catedrais abandonadas.

 
Mary dando vida à sua amarela, não verde hedionda criação.

Certa noite, alugaram um castelo assombrado que ficava localizado no meio de uma plantação de espinheiros e passaram escrevendo e conversando sobre assombrações. Para complementar, o tempo permaneceu chuvoso o tempo todo, contribuindo para aquele espetáculo de escuridão. Sentados em volta de uma fogueira e envolvidos numa longa conversa nerd sobre as descobertas de Charles Darwin, um velho caduco que acreditava ter o dom de reviver matéria orgânica morta, o grupo de espectros amigos começou a ler histórias sobre fantasmas, uma vez que tudo conspirava à favor disso. Foi então que Lord Byron sugeriu que cada um deles escrevesse uma história de terror, dando vida a alguma aberração sobrenatural com seu nome assinado embaixo. É claro, nenhuma surpresa vindo de um grupo de escritores góticos.

Naquela mesma noite, Mary Shelley teve um pesadelo: um morto-vivo amarelado (apesar de a mídia comumente descrevê-lo na cor verde, provando que jamais leram o livro original ou fizeram assim pra trollar um funcionário daltônico) que havia sido criado em laboratório por um cientista louco virgem viciado em química e física, vinha puxar seu pé enquanto dormia. Assustada (e ao mesmo tempo fascinada, dada a sua personalidade) com aquilo, Mary resolveu pôr no papel. Nascia assim o Monstro de Frankenstein, um dos maiores ícones da atualidade, venerado pelas culturas nerds e góticas, dada a sua natureza científica amaldiçoada, e fonte de inspiração de grandes escritores e cineastas, como Wes Craven, Stephen King, George A. Romero, Clive Barker e uma porrada de outros desocupados que boa parte das pessoas jamais assistiu a um filme ou leu um livro, mas se julga fã.

De endiEditar

 
Mary só ficou conhecida mesmo por ter criado o Frankenstein. Em muitas ocasiões, nem seu nome é lembrado. Aqui só lembraram porque houve a ameaça de enterrar num cemitério indígena...

Quando o casal retornou para a Inglaterra, a esposa de Percy se suicidou-se a si mesma ao descobrir que seu marido estava lhe corneando com uma gótica. Demorou mais que o espelho mágico de Claire, diga-se de passagem. Isso deixou o caminho livre para que os dois se casassem em paz, sem ninguém ao lado para perturbar, e tivessem inúmeros vampirinhos, fantasminhas, lobisomenininhos e zumbizinhos, que eram referidos pelo casal como "filhos".

Porém, como todo casamento, no início era um mar de rosas (negras, é claro), até que os primeiros problemas na relação começaram vir à tona. Mary começou a exigir que Percy enviasse-lhe uma carta à cada minuto (uma vez que não existia celular na época para que ela ficasse ligando o tempo todo) dizendo onde estava, com quem estava e o que estava fazendo. Ele não gostou nem um pouco daquilo, principalmente porque levava quase um minuto só para escrever a carta, imagina enviá-la aos correios e esperá-la chegar em Curitiba e voltar para a Inglaterra, então ele começou a pular a cerca. Posteriormente, teria tentado fugir das garras de Mary com um barco a vela e chegado até a casa de sua amante através do mar mesmo. Naquele mesmo dia aconteceu uma tempestade terrível e o barco de Percy fora atacado por uma cachalote gigante de cor branca, conhecida como Moby Dick, que inclusive tinha acabado de devorar a perna de um infeliz azarado. Seu corpo apareceu no dia seguinte na praia, completamente mordiscado por tubarões, que o confundiram com focas.

Após um tempo, Mary viveu com seu filho e sua nora, atuando como sogra assustadora e frequentemente metendo medo em seus netos, que tinham medo das historinhas amedrontadoras de dragões terror que ela contava para eles antes de dormir, fazendo-os ter pesadelos toda santa noite. Mary morreu de infarto após acordar de madrugada para roubar a alma de um esquilo e se deparar com seu filho lendo um romance meloso ao invés de uma história de vampiros, ocasionando morte imediata.

LegadoEditar

 
Mary Shelley levando à loucura nerds e góticos do mundo inteiro com todo seu charme e esplendor.

Mary Shelley até hoje é uma das escritoras mais adoradas pelos góticos ou pelos adeptos do Terror. Frankenstein foi um verdadeiro marco histórico, gerando pavor e metendo medo em gerações e mais gerações de pessoas. Esse papo de "cadáver apodrecido reanimado pelas mãos de um cientista louco" foi o que inspirou todos os filmes e livros clichês de zumbis presentes na cultura popular até hoje. Em homenagem à ela, considerada uma deusa, muitos góticos oferecem sacrifícios semanais em altares improvisados no quintal de suas casas.

Mary Shelley também tornou-se uma lenda entre os nerds, já que foi a primeira escritora de ficção científica da história, dada a forma de criação do monstro de Frankenstein. Tanto é que o Dr. Victor Frankenstein é o estereótipo do típico cientista nerd de meia idade: um virgem grisalho e descabelado que ri descontroladamente, solitário e intelectual, especialista em física e química, que passa 24 horas por dia preso em um laboratório sujo pra cacete no porão ou no sótão de um castelo longe da sociedade, mexendo com poções falsas que não passam de água com suco em pó e gelo seco, e fazendo cálculos inúteis complexos para uma mente simplória de uma pessoa normal, que aceita o monstro de Frankenstein verde de Hollywood. Sem contar que a mistura de passado com tecnologia foi provavelmente o primeiro indício do que hoje conhecemos como Steampunk, uma das vertentes da ficção científica mais adoradas.

Ver tambémEditar


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