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Mascate

Mascate é a capital e maior cidade do Omã. Destaca-se no mundo árabe por ser a capital com o maior número de camelos por metro quadrado.

Índice

HistóriaEditar

 
Dois cidadãos locais posam para uma foto.

Mascate já era um vilarejo de pescadores no 6000 a.C. onde foram encontrados cuias de cerâmicas Harappa datadas dessa época, se passaram 8.000 anos e aparentemente pouca coisa mudou.

Mascate apesar da história milenar é mais desconhecido que o Acre. No século I a cidade é pela primeira vez citada em um documento, quando Ptolemeu se refere à cidade como "Cryptus Portus" ("Porto Escondido"), denominação perfeita à cidade que fica escondida no final do Golfo Pérsico.

Mascate foi assaltada e tomada pelos Tusken no século III. Época em que o Povo da Areia surgiu no sul da Península Arábica e dominou Omã e uma grande guerra civil.

A sua posição estratégica sempre atraiu as demais nações, mas como em Mascate não havia mais nada além de 'ponto estratégico", no final das contas isso não deu em nada.

Atualmente é uma cidade com absolutamente porra nenhuma acontecendo.

PopulaçãoEditar

Cidade de 830.000 habitantes, dentre os quais 50% são formados por árabes muçulmanos e os demais 50% por camelos árabes.

EconomiaEditar

Mascate é uma cidade de economia humilde para os padrões das capitais árabes, todavia é líder mundial no ramo de exportações de chicletes sabor tuti-frutti.

BairrosEditar

  • Mascate - Propriamente dita, também conhecida como a "cidade empesteada", onde se localizam os palácios reais e as grandes muralhas de lama e barro;
  • Matrah (Matruh) - Pequena e miserável vila de pescadores, onde se localiza o labiríntico "Matrah Souq", uma feira de muambas;
  • Ruwi - Um grande bairro considerado o maior camelódromo da Arábia.

Conterrâneos ilustresEditar