Matrinchã

Matrinchã é uma cidadezinha isolada no oeste goiano, quase que no pantanal de tão longe. Com meia-dúzia de habitantes ainda não se sabe como o governo considerou aquilo um município, mas está lá, só mais um povoado que existe apenas para dar prejuízo, produzindo pouco para o PIB, qause nada, mas sempre garantindo sua verbinha municipal anual do governo.

HistóriaEditar

Cidadezinha criada nos idos dos anos 60, ao som do Elvis Presley, quando o fazendeiro Abelírio Claro Feitosa montou um comércio de pequi na beira da estrada. O amplo movimento de retirantes brasilienses, pedreiros advindos dos locais mais pobres do Brasil querendo trabalhar de pedreiro em Brasília, que se perdiam tentando achar o caminho para o rio Vermelho fez com que surgissem famílias de nordestinos no local, que queriam tomar banho de rio, dormiram e perderam o ponto.

Como aquele povo se considerava um povoado, foi construída a primeira escola, depois o primeiro bar, a primeira capela e etc. Com isso os fazendeiros Abelírio e um tal de Jofre (não confunda com Éder Jofre) doaram uma parte do seu quintal para os pobres moradores. Assim surgiu o povoado de Santa Luzia de Matrinchã, não se sabe o porquê desse nome, Luzia era o nome da amante do fundador, e Matrinchã era o nome de um peixe que era a única espécie que conseguia manter-se viva no córrego poluído onde os cidadãos idosos pescavam.

Após o município se desenvolver no cultivo de soja e milho, se tornou um distrito de Aruanã, de quem conseguiu sua independência em 1987, pois estavam na época do césio e esta última cidade queria cada vez menos moradores para tratar.

GeografiaEditar

Matrinchã é cortada pelo rio Vermelho, onde só há umas praias de brinquedo e um monte de peixes contaminados para pescar. Vale lembrar que este rio passa por Goiás Velho, o que aumenta apenas 1% em sua importância real. Tem também um tal de Lago Azul, mas ninguém se importa (pois todo lago é azul).

PolíticaEditar

Matrinchã, por sua característica natural de estar completamente isolada da civilização, tem esse aspecto diretamente refletido em sua política onde divergências políticas são resolvidas na base de martelada na cabeça, degolação e assassinato, por vezes essas três coisas ao mesmo tempo, inclusive da primeira-dama, sendo este método geralmente utilizado para se livrar de prefeitos passando por crise de improbidade administrativa. Grande problema para quem gosta de resolver as divergências assim é que Matrinchã ainda pertence ao estado de Goiás, então a PC/GO investiga essas coisas e prende os assassinos, pois as eleições ainda são na base do voto a cada quatro anos, matar o prefeito não faz você assumir o posto automaticamente como era o de se esperar.

EconomiaEditar

A economia de Matrinchã teoricamente se baseia na agricultura e pecuária, afinal o que mais você esperava de uma cidade do interior? Mas a verdade é que a produção da cidade não é nem 0,001% do PIB de Goiás, ficando nítido que o município sobrevive graças à esmola do governo.

TurismoEditar

 
O famoso Cristo de Matrinchã com os arbustos abaixo dizendo "A Naírintuà", seja lá o que isso significa.

Matrinchã tem várias atrações turísticas, como ruas vazias, casas pobres, botecos e seu único ponto turístico, a Estátua do Cristo Magrelo.

Como não tem muitos pontos turísticos, a cidade investe nas festas, como o Festinchã que é um ótimo atrativo para humoristas do Zorra Total fazer o povo rir, ou morrer tentando onde tal baiano é uma lenda desse festival por ter popularizado o acarajé na cidade. Ou a Festa do Peão, um evento que mobiliza um monte de otários que tentam ficar em cima de um touro bravo por 8 segundos, coisa muito comum no interior de Goiás. Ou ainda a mais familiar Festa da Igreja Católica, onde o Papa Chico Bento XVI faz um show gospel, um evento de bons costumes onde os cidadãos enchem o rabo de bebida alcoólicas e as moças fazem cornos aos montes ao se esbaldar longe de seus maridos.