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Maxakalissauro

Mapaminas.gif Minas Gerais... quem te viu, não te esquece jamais...

Uai, sô! Este artigo foi inscrito pur um minerim! Se ele inda num tá completo é por causo de que o disgramado deve tá comeno um pão de quêjo, um paster de milho ou a vaca atolada da tua mãe purque minêro come quéto!

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Maxakalisaurus topai.

O Maxacalissauro (Maxacalisaurus topaí) foi um dinossauro enorme e muito macho que viveu há uns 80 milhões de anos em Minas Gerais.

É o maior e mais malhado dinossauro já encontrado no Brasil.

Índice

CaracterísticasEditar

Ao contrário de seu primo gaúcho, o sacissauro, que pertencia ao gênero homossexualidade, o Maxacalissauro era um dinossauro macho pra caralho.

 
Eita!!, não é pão de queijo

Com 13 metros de comprimento, pesando quase dez toneladas, pescoçudo e com pouco cérebro, a espécie se especializou em vale tudo, mortal combat e jiu jitsu como forma de assegurar alguma grana para a compra de alimentação e de esteróides (os pobres animais nunca se achavam grandes o suficiente).

AlimentaçãoEditar

Como bons saurópodes, os Maxacalissauros eram, em sua maioria, herbívoros. Quando contestados sobre esse assunto por Graziessauros, que viam nisso um sinal de viadagem reprimida, os Maxacali (para os mais íntimos) sempre responderam que confiavam no próprio taco - muitas vezes maior que os dos Graziessauros. Além do mais, essa coisa de comer alface veio de família.

FamíliaEditar

Os Herbivorae foram uma família antiga e tradicional do interior de Minas Gerais, onde viveu nosso agora conhecido Maxacali. Eles iam à missa todos os domingos, estupravam suas fêmeas nas tardes quentes de verão e comiam juntos alface nos jantares de família. Tinham muito orgulho de seus membros (no duplo sentido), excetuando o malfalado, vagabundo, viado e mutante sacissauro, que fugiu com o namorado para o Rio Grande do Sul.

Descoberta e identificaçãoEditar

Por seu porte avantajado, a equipe de paleontólogos que o retirou das entranhas da terra demorou 4 anos para fazê-lo. E passaram-se mais quatro anos, entre 2002, quando seus restos foram levados ao Museu Nacional no Rio de Janeiro, e 2006, quando foi finalmente apresentado ao público, para que o dinossauro fosse identificado - deixara o documento de identidade em casa, pois não cabia no shortinho de ginástica.