Medicamento genérico

Exemplo de um medicamento genérico (até demais).

Um medicamento genérico, como o próprio nome sugere, é um medicamento que não tem efeito nenhum (exceto o placebo), não tem gosto de nada, não causam nada, não se parecem com nada e inclusive sem nomes próprios, conhecidos apenas por causa do seu princípio ativo(sic). Ou seja, tanto faz tomar 500g de paracetamol genérico ou 1 copo d'água, o efeito é o mesmo.

OrigemEditar

Os genéricos nasceram numa tentativa frustrada do Estado tentar surrupiar a patente do Viagra da Pfizer.

No BrasilEditar

No Brasil, o processo de evomoralização das patentes foi sugerido no início da década de 90, pelo então na época deputado federal, Eduardo Jorge. O deputado seria um dos maiores beneficiários pela medida, já que a relação em casa andava meio mole, mais ainda depois da vossa excelência começar a fazer uso de substâncias alucinantemente broxantes.

Mas essa categoria de medicamentos só foi definitivamente criada no segundo desgoverno de FHC, por meio daquele seu Ministro sem Saúde, José Montgomery Burns da Serra. Com a regulamentação dos genéricos, o Viagra passou a ser vendido por 10000/1 do preço original, mesmo que a qualidade do produto tenha acompanhado este decréscimo.

Mesmo assim, nossos congressistas finalmente puderam pular a cerca sem medo de terem de se explicar na manhã seguinte, já que tomando uma dessas azulzinhas genéricas, eles contraíam uma braba diarreia e assim não precisavam fazer aquilo com suas velhas esposas.

ConceitualizaçãoEditar

Um medicamento genérico é aquele que é a mesma merda antes e depois de ser produzido, daí o nome "genérico". Por causa da OMS, estes "medicamentos" tem que carregar o escroto nome de um de seus componentes principais, como bissulfato de clopidogrel ou aqueles que mais parecem nome de cachaça, como carbamazepina tegretol. Segundo a organização, isso é para que os medicamentos não carreguem nomes aleatórios demais como "remédio(1)", "remédio(2)" e assim por diante.

FabricaçãoEditar

Esses tipos de medicamentos são mais baratos obviamente. Isso se dá porque eles são fabricados da seguinte maneira:

  • Para fabricar um analgésico, por exemplo, uma fabricante como a Old Quimica compra um comprimidinho para ser usado em toda a linha de produção;
  • Na fabricação, esmagam o comprimido igual sua mãe soca o alho.
  • Juntam aquele comprimidinho espatifado com amônia, esterco de boi, sal e um aromatizante, caso o remédio seja infantil.
  • Por fim, enfiam gesso para vender no formato de comprimido ou engarrafam pra ser vendido em frascos minúsculos. E assim são produzidos milhares de genéricos.

Nesse processo, uma cartela do medicamento original é capaz de criar medicamento suficiente para viciar a mesma quantidade de pessoas que o tamanho da população do estado de São Paulo.