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Desciclopédia β

Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Escoteiro.jpg Este artigo foi tomado por fascistas!
Na Itália e na Alemanha, os Camisas Negras e Pardas amam o fascismo e exterminam você, seu comunista!
Mein Kampf
M.K. capa.jpg
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Autor {{{Autor}}}
País Bandeira da Alemanha Alemanha
Gênero Autobiografia, Político
Editora Eher Verlag (ou Gestapo)
Lançamento 1925

Cquote1.png Dom Casmurro vendeu mais. Cquote2.png
Machado de Assis sobre Mein Kampf.
Cquote1.png Ás vezes eu arrancava as páginas como papel higiênico. Cquote2.png
Adolf Hitler sobre quando escrevia o livro na prisão.
Cquote1.png Hahaha! Que livro amador! Cquote2.png
J.K. Rowling sobre Mein Kampf.
Cquote1.png Não gostei desse livro... prefiro 50 Tons de Cinza. Cquote2.png
Guria retardada sobre Mein Kampf.

Mein Kampf é um livro de dois volumes escrito pela personalidade da Política e da modelo mundial Adolf Hitler. A obra é um dos principais pilares para se compreender a complexa ideologia nazista, um pensamento que foi o percussor da subcultura emo . Mein Kampf só perde em maldade para a Bíblia Satânica.

ConteúdoEditar

 
Um grande apreciador do livro.

Hitler havia sido preso por tentar um golpe de Estado fracassado em Munique, Alemanha, e para não ter que se tornar uma "boneca" do negão que estava na mesma cela que ele, Adolfinho dá uma de intelectual e decide contar sua história em um livro, tirando o interesse que o negão sentia por ele. Logo no início Adolfinho percebeu que ele teria muitos "causos" para contar e que o livro ficaria grande pra caralho, portanto ele o dividiu em duas partes: uma que conta a sua vida "sofrida" até o dia em que foi pêgo pelos hômi; e a segunda parte são detalhes do Nazismo que só Hitler sabia (a segunda parte inspirou a criação da Ku Klux Klan).

As primeiras páginas do nos revelam sobre os pais de Hitler, sua paixão pela arte e seu nacionalismo pela Áustria, sua terra natal. O pai de Adolfinho o tentou pôr no funcionalismo público de Inn, porém Adolfinho tinha gosto refinado e queria mesmo era ser pintor, arquiteto, escultor e o que mais tivesse a ver com Arte. Ele até ficou feliz quando foi tirado da escola especial para burocratas devido à uma doença, que tipo de pessoa gosta de ficar doente? Depois Hitler começa a divagar sobre sindicatos, social-democracia, marxismo entre outras coisas para ocupar folhas.

 
Adolfinho ao descobrir que seu livro chato vendeu mais de dez cópias.

Somente a partir da página cinquenta que Hitler demonstra seu anti-semitismo contra os alienígenas judeus e as demais sandinices do Nazismo. Há uma citação na página sessenta e três que diz que "Deus não apoia essa raça maldita que são os descendentes de Abraão. O livro começa a ficar bastante chato daí em diante e muitos desistem de ler antes de chegar na página 100.

Na segunda parte as teorias nazistas são tiradas do fundo do baú para atormentar meio-mundo e além. O escritor defende que Áustria e Alemanha são a mesma coisa e só uma política de extrema-direita, ultranacionalista, guerrilheira e emo poderia salvar a Alemanha do lamaçal. Quando solto da prisão Adolfinho escreveu um pouco mais de seu livro e o relançou em 1936; toda a população alemã foi obrigada a recomprar o livro, senão aconteceria um novo "Grande Expurgo".

VendasEditar

Durante a Segunda Guerra Mundial os alemães não podiam ler o Mein Kampf porque tinham que escapar das bombas e apoiar o Fuhrer; depois desse grande conflito os alemães ainda não podiam se dedicar à leitura dessa obra-prima da literatura mundial pois estavam sem comida e sem óculos de leitura. Ainda mais que Hitler ainda havia se suicidado e ninguém mais era obrigado a comprar as coisas que ele patrocinava. Nos nossos dias o Mein Kampf mofa nas prateleiras de livrarias, sendo comprado por alguns gatos-pingados de neonazistas viadões que subexistem nas grandes metrópoles.