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Memorial dos Povos Indígenas

Memorial dos Povos Indigentes é mais um monumento em Brasília, dessa vez criado para satisfazer o ego de índios urbanos, acostumados a morrer queimados na capital fede ral. O local serve atualmente como um pobre centro de exposição, por muitos incautos também chamado de 'museu'. Antes o memorial era usado como uma casa de festas, o que explica sua película roxeada escura na vidraça do interior do estabelecimento.

HistóriaEditar

 
Imagem do recinto com uso claro do photoshop, pois não se vê nenhuma pichação.

O prédio surgiu da necessidade que os índios recém chegados a capital da república, tinham de obter um local minimamente seguro na cidade, afinal, aqueles adolescentes da cidade adoram brincar com fogo, não é mesmo? Enfim, o governo federal deu um jeito de providenciar um recinto a eles, ondes eles pudessem fazer toda aquela sodomia que rolava nas aldeias deles.

Em 1987 o prédio ficou pronto, com direito a estatua ao índio que viria a morrer exatamente 10 anos depois e tudo. Como se tratava de uma obra pública, o local ficou fechado por mais de doze anos, servindo de ponto de referência para os jovens da cidade consumirem o que costumam usar nas casas noturnas da cidade, LSD, merda de cavalo, pedras de crack e outras drogas que faz de brasília ser conhecida como a cidade dos ladrões alienados.

Depois de 1999, o recinto foi aberto e os índios puderam assim obter sua principal fonte de renda, através da cobrança de extorsivos ingressos para adentrar o local e se deparar com uma estrutura esquisita, onde no seu centro pode-se ver uma pequena aldeia rodeado de vidraças, imitando as aldeias existentes no meio da desmatada amazônia, onde o que mais se vê é a presença de tratores e máquinas agrícolas.

ObraEditar

 
O interior do local é um ótimo lugar para realizações de festa noturnas.

Como toda e qualquer obra de Oscar Pretórios, o minúsculo centro de exposições foi criado para que o mesmo pudesse usufruir melhor do dinheiro público e assim como qualquer obra desenhada por este indivíduo, ele não dá conta de atender a demanda, são grandes elefantes brancos (vide Complexo Cultural da República) ou simplesmente vai ruir (ou fechar) com menos de 50 anos depois de inaugurado.

O prédio foi construído no meio do nada no Eixo Monumental, "socializando" o local para que a mariazinha de Samambaia ou Zé-das-couves traficante de São Sebastião pudesse chegar com facilidade ao local, já que da rodoviária até o local, não existem calçadas (apenas o que sobrou delas).

A caminhonete de mais alto luxo que tem estacionada em frente ao local, pertence ao "índio" que comanda aquela bacieira.

Veja TambémEditar