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Metal pós-transição

Metal pós-transição é um grupo metais de transição indecisos, que não chegam a ser bissexuais como os semimetais mas que não chegam a ser machos como os metais de transição, então há muita incerteza sobre onde classificar tais elementos, porque em determinados momentos eles parecem um metal de verdade (a coloração cinza, a alta toxicidade e a dureza) mas em outros momentos parecem um semi-metal (frescura, quebram fácil e ninguém conhece).

Controvérsia sobre o que é um metal pós-transiçãoEditar

A química é uma ciência antiga, por muitos anos definida apenas como "magia" ou "bruxaria", sempre consistiu em misturar coisas para formar outras coisas através de mágica. E mesmo que esta ciência exista há mais de 2000 anos, ninguém ainda conseguiu definir o que é um metal de transição, o que seria um metal pós-transição e o que seria um semimetal. Como a profissão de químico só forma vagabundos, até hoje nenhum deles chegou a um consenso sobre a divisão desses grupos, então na prática cada um pensa e colore a tabela periódica do jeito que quiser.

Grupo 11

O grupo do bronze cobre, prata e ouro, que são clássicos metais de transição. Mesmo assim, há químicos que consideram estes três elementos metais pós-transição porque derretem fácil, que o diga os ladrões que roubaram a Taça Jules Rimet, que se aproveitaram da facilidade de derreter ouro para cometer a maior brasileirice de todos os tempos.

Grupo 12

Grupo do zinco, cádmio e mercúrio, estes sim metais já bem diferenciados do que normalmente observamos nos metais de transição. O zinco diferencia-se por ser um metal comestível, enquanto o cádmio é bom para formar gases venenosos, enquanto o mercúrio é o único metal que tem aparência de slime, todas características que fogem do que é ser "metal". Há ainda um quarto elemento inventado nesse grupo, o copernício, que foi incluído metais pós-transição somente porque estava ali naquela posição da tabela, porque na prática ninguém nem sabe o que é ou o que aparente ser.

Grupo 13

Família do alumínio, gálio, índio e tálio, que são todos metais facilmente amassáveis até por velhinhos catadores de latinhas. Enquanto apenas o Hulk é capaz de entortar barras de ferro, os metais desse grupo 13 são frágeis como um adolescente da geração mimimi e por isso muitos químicos os consideram metais afrescalhados (ou metais pós-transição). Há ainda mais um elemento fictício, o nihônio, que ninguém nunca ouviu falar, mas alguns incluem no grupo dos metais pós-transição.

Grupo 14

Grupo do germânio, estanho e chumbo, que também não são considerados metais por parecerem mais apenas rochas velhas. Como estão muito na direita da tabela periódica, acaba que ficaria feio pintá-los como se fossem metais de transição, então acabam incluídos no grupo dos metais pós-transição sob alegação de porra nenhuma. O metal fictício fleróvio é completamente desconhecido, então tanto faz onde ele será classificado.

Grupo 15

Grupo do bismuto que é um metal afrescalhado, mole e nada macho, por isso acaba no grupo dos metais pós-transição. O arsênio e o antimônio gostam de virar gás e são bissexuais assumidos, por isso são semimetais. Quanto ao moscóvio que também está nesse grupo, ele só existe na Rússia então nada se sabe dele.

Grupo 16

O selênio é assumidamente um gás, mas mesmo assim tem que ache que seja um metal pós-transição mesmo nem metal sendo. Já o telúrio é bissexual por isso está nos semimetais. Sobra só o polônio, que é radioativo e mais parece um actínio, mas como está longe deles, acabou sobrando apena spertencer aos metais pós-transição. Quanto ao livermório, só mais um metal fictício.

Grupo 17

Ali só tem halogênio, seja lá o que diabos for isso. Então nada de metais pós-transição aqui.

Grupo 18

Grupos dos gases nobres, mas há quem diga que o oganessônio é um metal pós-transição, afinal o elemento 118 é inventado, então vai da cabeça de cada um o que ele realmente é.