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Mike & The Mechanics

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Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Cquote1.png Você quis dizer: My Chemical Romance Cquote2.png
Google sobre Mike & The Mechanics

Índice

O fundadorEditar

Na periferia londrina, em meados dos anos 60, Mike Rutherford, mecânico de mão cheia e neto bastardo de Henry Ford, cansou de tentar provar ao mundo que era parente do grande empresário, e não de Ernest Rutherford (o avô ordenou que falsificassem a identidade do garoto, o que ocasionou uma briga judicial entre as duas famílias), largou sua oficina e ingressou numa banda, com amigos pseudo-intelectuais, formando o Genesis.

 
Capa super animadora do disco.

A base de tudoEditar

O sucesso com a banda era crescente, turnês, gatinhos, dinheiro. O garoto dedicado na manutenção de carros (na maior parte da Ford, por pura puxação de saco), se tornara um astro do Rock Progressivo, era tudo real, tudo lindo.

Porém, vendo que os companheiros de banda almofadinhas Peter Gabriel e Phil Collins estavam deixando o grupo para iniciar carreiras solo ultra-gays, o Rutherfórdio quis seguir o mesmo caminho. Porém teve muita dificuldade para achar bons músicos, já que no Genesis ele servia mais como figurante, sempre ofuscado pelo brilhos das duas bibas, e não chamava muita atenção da mídia e do público.

O ínicio e a proposta.Editar

Eis que Mike teve uma brilhante ideia. Lembrando de seus colegas de trabalho da oficina, que dividiam muitas afinidades musicais com ele, e que por algum motvo obscuro, tinham muita inveja dele e o acusavam de ter esquecido as raízes e a humildade, os convocou para formar um projeto paralelo, primeiramente batizado de Mike & The Wheel Loverboys. Mas sob palpites de amigos, alegando muita homossexualidade para caracterizar uma profissão tão rude e masculina, decidiram mudar para Mike & The Mechanics.

Leigos da técnica musical, a cambada de mecânicos foi submetida à aulas com 2 semanas de duração, para cada instrumento, dirigidas pelo próprio Mike. Sendo assim, você pode entender a pobreza de criatividade e melodia encontradas em suas músicas.

O grupo foi ganhando popularidade pela Inglaterra, e chamou a atenção de gravadoras mais inovadoras, pelas roupas cheias de graxa, o que segundo os produtores, causaria um impacto positivo inicialmente. Depois seriam aconselhados a usar trajes mais formais, e assim fizeram.

Os acompanhamentos logo foram ganhando mais leveza, perdendo aquela intensidade e força bruta usada para retirar parachoques e rodas de automóveis, e as letras na maior parte compostas pelo Mike, o finalmente líder, possuíam um ar comercial, mas com alguns lapsos de insanidade e falta de sentido, provavelmente herdadas do Rock Progressivo. Como você pode ver, em alguns trechos da música Taken In:

Taken in, taken in again

-Enganado, enganado novamente

Wrapped around the finger of some fair-weather friend

-Enrolado em torno do dedo de algum amigo adequado (????)

Caught up in the promises, left out in the end

-Preso nas promessas, excluído no fim


Taken in, taken in again

-Enganado,enganado novamente

Someone saw me coming, a fool without a friend

-Alguém me viu chegando,um bobo sem um amigo

There's one born every minute and you're looking at him

-Há um recém-nascido a cada minuto, e você está olhando para ele (????????)

(O vagalume ainda tenta consertar o significado de one born, o tornando metafórico ou coisa do tipo, mas continua sem sentido.)

[1]

Discografia (de estúdio)Editar

-1985 Mike 'mais' Os Mecânicos

-1988 Os Anos Vivos (fazendo alusão aos bons tempos de oficina)

-1991 Palavras da Boca

-1995 Mendigão na Praia de Ouro

-1996 Os Anos Vivos (de novo,muita história pra contar)

-1999 Mike 'mais' Os Mecânicos (muita originalidade)

-2004 Consertado

IntegrantesEditar

A banda passou por muitas mudanças. Alguns viram que não tinham o menor dom para música e voltaram pra oficina (que depois do estrondoso sucesso, passou a receber Mercedes Benz e Limousines), e outros ainda arriscaram uma carreira solo, como por exemplo Paulo, o Jovem.

Eles ainda promoveram um concurso para mecânicos/músicos na Inglaterra, chamado The Golden Mechanic, dando chance aos outros homens do ramo mostrarem seu talento e até ocupar uma vaga na banda, mas em dois dias acabou, pela ausência de bons resultados.

Mike Rutherford - Guitarra, Baixo, Vocal, Composição de Letras, Macaco

Paulo Carrasco - Vocais, Teclado, Guitarra, Carburador (1985-dias atuais)

Adriano Lee - Teclados (1985-1995)

Jamie Moses - Guitarra, Chassi (1999-dias atuais)

Tim-Tim Renwick - Guitarra (1989-1991-1995-1996)

B. A. Robertson - Teclados, Motor, Composição de Letras

Peter Van Gogh - Bateria, Percussão, Buzina (1985-1995-2004)

Gary Gales - Bateria (1995-dias atuais)

Paulo, o Jovem - Vocais, Embreagem e Percussão (1985 - 2000)

AtualmenteEditar

Atualmente, a banda faz algumas turnês pela Europa, organiza discursos em prol dos direitos do mecânico no mundo, e pretende levar à diante a batalha contra a exploração e o não-pagamento de horas extras, levando multidões aos estádios e assim deixando sua marca na história da música de um modo gayexcêntrico e irreverente.

Ver TambémEditar