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Mille Petrozza

Cquote1.png Você quis dizer Deus dos Riffs? Cquote2.png
Google sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Você quis dizer monarca da agressão extrema? Cquote2.png
Google sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Você quis dizer demônio teutônico? Cquote2.png
Google sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Ele é um cara legal! Ele é anarquista e ainda é vegetariano! Cquote2.png
Punk sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Ain, ele é tão linduuhh... Cquote2.png
Tio Golf sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Nego num si mete cum nóis! Aqui é thrash metal, caraio! Cquote2.png
Tom AngelRappist sobre Mille Petrozza
Cquote1.png A única vez que perdi foi pra esse cara. Cquote2.png
Goku sobre Mille Petrozza
Cquote1.png Maldito Mille Petrozza! Mal posso ver seus movimentos! Cquote2.png
Vegeta sobre Mille Petrozza
Cquote1.png É hora de erguer a bandeira do ódio! Cquote2.png
Mille Petrozza discursando para sua legião de seguidores em comício
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRRRRGGGGGGHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cquote2.png
Mille Petrozza provocando um desastre nuclear com seu berro de um milhão de megatons

"Eu vou te matar!"

Miland "Mille" Petrozza ou é o vocalista, guitarrista, letrista, headbanger descabelado, líder-fundador e general supremo da máquina de destruição em massa chamada Kreator.


Índice

BiografiaEditar

 
Mille mandando uns solos na ultrasom

No dia 6 de Junho de 1966, Mille Petrozza nasceu e abriu um berreiro tão medonho que seus pais tiveram a certeza que ele era Damien Thorn, do filme A Profecia, e jamais o batizaram temendo represálias do tinhoso.

 
Mille aprontando todas com a tchurminha do fundão
 
Tormentor, o terror da vizinhança

E desde então, ele é odiado pelo próprio Satan, por ter uma voz macabra que desperta a inveja do pobre diabo. Mille tem ascendência italiana, sendo filho caçula de Don Corleone, que se mudou para a Alemanha para buscar reforços para as atividades da famiglia. Ainda pivete, Mille formou sua primeira bandinha de colégio, Tyrant. E se você pensou que esse nome foi escolhido pensando na música do Judas Priest, você errou, paspalho! Mille “o tirano”, esse foi o apelido que ganhou no ginásio, quando colocava foguetinhos de São João para explodir a privada do banheiro do colégio e roubava o lanche de seus colegas, deixando os professores à beira do colapso. No início da adolescência, já na época em que tocava o terror e andava com os moleques mais barra pesada do vilarejo, formou sua banda definitiva na cidade de Essen, Alemanha. No início, a banda levava o nome de Tormentor, sugerido por seu mafioso pai, que não aguentavam o barulho que os garotos faziam no sótão enquanto ensaiavam, barulho esse que atormentava seus vizinhos, que viam em Mille uma má influência para seus pimpolhos. Só depois que ele decidiu mudar o nome para Kreator, pois ele já sabia que seria o criador de tudo o que seria dito como feio, barulhento, cavernoso, horroroso e maldito, fazendo até Chuck Norris pagar pau pro rock maroto que ele tocava. A formação original era Mille, seu parceiro inseparável e também malvado baterista Jugem "Ventoso" O Réu e o baixista Robin Wood príncipe dos pobres, que se juntou a eles na marra para não sofrer mais com o constante bullying que Mille pestinha lhe aplicava no colégio.

AscensãoEditar

Depois de produzir algumas demos socadas de barulhos que pareciam vindos do próprio inferno, Mille e seus droogs resolveram gravar seu primeiro álbum, intitulado Topless Pain.

 
Nos anos 80, a banda acabou enjaulada, já que o berro de Mille se assemelhava ao de um urso polar com dor de dente

O título foi dedicado às groupies que adoravam mostrar os peitos nos shows da banda, e eles que não eram nada bobos, resolveram homenagear essas que fazem a vida dos rockstars muito mais calientes. Depois veio o tão falado Pleasure to Grill, onde Mille escreve sobre as churrascadas que fazia em sua casa para encher o pote de cana e celebrar o metal com seus brothers.

 
Pleasure to Grill: Mille diabão, com uma bela caneca de cerva, assando umas costelas com a tigrada

A partir desses dois primeiros álbuns, o Kreator ganhou notoriedade e se firmou como banda referencial, ao lado do Sodom e do Destruction, momento em que essas três bandas passaram a formar o famoso trio de ferro do fudido e respeitado thrash metal alemão. Sempre moleque doido e nó cego, Mille também tinha uma cobra de estimação chamada Basil que usava para envenenar posers e mandá-los para o beleléu, e foi pensando nela que veio Terrible Serpentine, o terceiro álbum. Mas foi com o quarto trabalho que a banda alcançou sua maturidade, Extreme Agrestion, onde o ultraviolento Mille fez sua primeira viagem de férias ao Brasil e visitou o território agreste nordestino, viu toda a desgraça humana do mundo e gente morrendo sem água, e encontrou ali o perfeito cenário para descrever um completo apocalipse para seu álbum destruidor. E finalmente, ele decide fechar aquele que seria o período mais negro, cruel e devastador do Kreator, lançando o Coma your Balls, onde ele escreve sobre sua aventura como Hannibal Lecter, ocasião em que obrigou todos os posers da sua cidadezinha a comerem suas próprias bolas assadas e servidas com chucrute e salsichão, além de torturá-los até a morte com seu berro atômico.

QuedaEditar

O tempo passou, a banda cresceu, mas as épocas mudaram. Embora quisesse continuar seu reinado de sangue, a garotada já tinha enjoado legal desse papo de zé coletinho e cópias mal acabadas de Venom e Slayer, e aconteceu o que todos os sectários de Kreator temiam: as modinhas de grunge e industrial metal se alastraram como praga. Com isso, Mille entrou em crise e começou a desforrar todo seu desgosto na composição de álbuns que em nada lembravam os requintes de crueldade que escreveram seu nome no mais alto panteão do thrash metal. E foi a partir disso que fez a primeira merda de sua vida: o álbum Renewah-wah.

 
Tio Golf: "Foi bom pra você, meu bem?"

O álbum foi tão ruim, mas tão ruim, que até mesmo as groupies se afastaram, fator que agravou seu estado perturbado e deu origem ao álbum Cause for Masturbation, onde Mille conta seu drama de ter que levar a vida no cinco contra um depois que as groupies deixaram de frequentar os shows do Kreator. Diante disso, passou a constantemente se perguntar o porquê de ter que passar por tais desafetos, daí ele compôs o Outquestion, onde questionava o sentido da vida, se o ovo veio primeiro do que a galinha e demais temas típicos de gente usuária de Gardenal. A tristeza foi tamanha que Mille chegou ao fundo do poço. E como desgraça pouca é bobagem, durante uma ida a um boteco sujo com performances drags e putas de vintão, enquanto o tristonho Mille se entregava à bebedeira, uma criatura andrógina se aproximou para consolá-lo. Era Tio Golf, da banda dark-gothic-depressiva-chorona Lagrimosa. Tio Golf, aproveitando-se do fato de cu de porre não ter dono, deu uns quebras, fez o que quis com o taco de Mille, que botou a bola no buraco do Tio, e dessa aventura desorientada nasceu aquele que seria o álbum mais frutinha de toda sua carreira: Emocama. Nele, Mille cantava deprimido, mostrando seus sentimentos mais pederastas e um comportamento que em nada lembrava seu auge de esmagador de crânios. Todos pensavam que este seria o fim do monarca da agressão extrema. Mas eis que alguma coisa surpreendente aconteceu!

Reconquistando o tronoEditar

Mille percebeu que os anos 2000 estavam se aproximando e o mundo estava bem louco e caminhando para seu fim, com gente protestando, bombas caindo em torres, guerras urbanas comendo soltas e a porra toda rolando. Estava na hora de voltar a praticar a agressão extrema e de falar de política para incitar a rebeldia na juventude perdida com letras inspiradas nos discursos de DCE, empolgando qualquer estudante Ciências Sociais! E foi com essa grande sacada que decidiu escrever o álbum que faria o Kreator voltar ao lugar do qual nunca deveria ter saído com essa frescurites dos anos 90: o supimpa Viola Revolution, onde ele é um menestrel do exército vermelho e embala os bolcheviques com explosões de molotov. O álbum conta com excelentes solos de viola, levando Almir Sater a se tornar um paga pau de carteirinha da banda, decepcionando Tio Golf, que acreditava ter mais um membro na Emo-Gothic Association e mais um partidário do lado rosa da força. E o deus dos riffs estava de volta às raízes, sendo aclamado pelos outros dois grão mestres do thrash teutônico: Tom AngelRappist, o estuprador de anjas e general de guerra do Sodom, e Marcel Xí-mía, cheirador de gatinhos e vingador hell spiker do Destruction, que fizeram um banquete para celebrar a volta do colega à causa nobre. Viola Revolution foi o primeiro álbum em 10 anos que fez os fãs de thrash metal honrarem sua macheza e mexeu tanto com a mente da galera que rolou até um álbum ao vivo de sua turnê, que foi o Live Tormentation, grande exemplo de como uma banda mete o cacete no palco, deixando a garotada mutcho lhôca. E depois disso, o kaiser Mille lançou o Enemy of Dog, em homenagem a seu cãozinho de três cabeças Cérberus. Esse álbum também teve um ao vivo na sequência, o Enemy of Dog Revistando. Seu mais recente trabalho, Hortas de Calos, relembra sua época de moleque pestinha quando ainda estava aprendendo a tocar guitarra com os dedos cheios de calos. Mille já avisou que o próximo álbum, Feito Antes de Cristo, terá na capa a foto de seus bichinhos de estimação prediletos brincando em seu quintal num dia antes dele receber uma visita de Inri Cristo para sacar uns plays e sacrificar as inrizetes num ritual de luxúria.

 
Viola Revolution: Viva la Revolución de la Viola!
 
Bichinhos de estimação de Mille brincando, próxima capa do Kreator. O título da imagem acima está errado, o do nosso artigo é que está certo!

O Kreator hojeEditar

 
Ser true é usar cimento nas fotos de divulgação da banda, manolo!

Mille Petrozza: Deus dos riffs malignos, senhor dos berros satânicos e monarca da agressão extrema. Isso é tudo o que você precisa saber para adorá-lo, ou mesmo temê-lo.

Jugem "Ventoso" O Réu: Baterista que toca na velocidade da luz (primo do Dave Lombardo e meio irmão do Gene Hoglan), segundo vocalista (mais berra do que canta), co-fundador da banda e parceiro de Mille em suas atrocidades. Ele também é tatuador e aprendeu a carimbar o braço de seus colegas quando esteve no xadrez. É padrinho da Kat Von D., do LA Ink.

Christian Gêiser Arruda: Baixista caladão, desistiu de fazer faculdade e resolveu se juntar ao exército de Mille para se vingar de todos que o zoaram na UNIBAN. Eventualmente serve de cobaia para Jugem O Réu inventar suas tatuagens macabras, que nem sempre saem tão boas.

Sami Ainda Serei Emo: Guitarrista solo, cujo sonho é ser emo, pois mais parece uma mocinha. Foi apadrinhado por Tio Golf nas habilidades da androginia.



CuriosidadesEditar

 
Kreator em turnê pelo mundo! Se você perceber vacas e árvores voando, eles estão indo para sua cidade!
 
Fica de boa aí, minin, e aprende como se faz um riff maligno!
 
Visão remota de um show do Kreator

01. Mille Petrozza não tem cordas vocais, tem uma horda de demônios em plena danação em sua garganta.

02. Mille Petrozza era a serpente que tentou Eva no Jardim do Éden, sendo, portanto, a origem de todo o mal.

03. Mille Petrozza foi o fundador da Babilônia, onde todos os pecados do mundo foram praticados à exaustão.

04. As bombas atômicas jogadas em Hiroshima e Nagasaki durante a Segunda Guerra foram, na verdade, riffs encapsulados de Mille Petrozza. Quando as cápsulas se romperam ao tocar o solo, os riffs provocaram o desastre nuclear.

05. Enquanto praticava sua natação, Mille Petrozza foi mordido por um peixe abissal e deu um grito. Foi esse berro que provocou o abalo sísmico da grande tsunami que destruiu o Japão.

06. No dia em que Mille Petrozza decidiu tocar com o Kreator na máxima potência e velocidade, esse episódio ficou conhecido como Terremoto de Shaanxi.

07. Há quem diga que os períodos da história em que morreram mais pessoas foram a Santa Inquisição e o Holocausto. Na verdade, o período mais ceifador da história foi aquele em que Mille Petrozza decidiu passar apenas uma única tarde criando seus riffs.

08. Mille Petrozza não usa fogo ou metralhadora para matar, isso é coisa de iniciantes. Ele simplesmente toca sua Flying V no volume 11 e todo tipo de vida desaparece para sempre do planeta.

09. Mille Petrozza nunca tocou com a sua guitarra no volume 11, do contrário a Terra já teria sido desintegrada, bem como todo o sistema solar e as galáxias.

10. O bairro onde Mille Petrozza mora é chamado Terror Zone e é isolado da região habitável.

11. Na música Son of Evil, Mille Petrozza faz sua primeira autobiografia.

12. Mille Petrozza não perdoa posers traidores. A música Betrayer é justamente um aviso a esse tipinho de escória.

13. Mille Petrozza, na verdade, não é humano. Ele é um príncipe demônio que se alimenta do sangue de posers e coloridos. Essa é a lógica da faixa Demon Prince.

14. A música Reconquering The Throne fala justamente da retomada de Mille Petrozza ao seu trono infernal.

15. Para Mille Petrozza, a bandeira do ódio é a única que você deve honrar. Do contrário, você é gentilmente convidado a permanecer sob a guilhotina enquanto sua cabeça rola num cesto de vime.

16. Quando Mille Petrozza passeia de dia em campos floridos, todas as flores morrem e o céu escurece rapidamente. É disso que fala a música Under A Total Blackened Sky.

17. Mille Petrozza come Slash e Zakk Wylde no café da manhã.

18. Mille Petrozza rega suas plantas com sangue de posers.

19. No dia em que sua própria cobra de estimação picou Mille Petrozza, ela morreu envenenada em menos de um minuto.

20. Mille Petrozza nunca mata com um só golpe, ele tortura seus prisioneiros até a morte.

21. No dia em que o Satan decidiu enfrentar Mille Petrozza em um duelo de guitarra a la Crossroads, ele caiu no primeiro round, saiu correndo como uma moça chamando Jeová de “papaizinho”.

22. No episódio acima, Satan perdeu um dente quando levou o cacete do riff poderoso de Mille Petrozza. A partir disso, foi criada a Palheta do Destino.

23. Mille Petrozza jamais treinou com a gravidade maior do que a da Terra, mas tem um KI tão poderoso que é capaz de destruir qualquer rastreador.

24. Para evocar Mille Petrozza, você deve reunir sete Palhetas do Destino.

25. Para Mille Petrozza, tocar na velocidade da luz é o mesmo que tocar Doom Metal.

26. Em qualquer lugar em que Mille Petrozza entre, crucifixos se movem sozinhos e ficam de ponta cabeça.

27. Todo headbanger adora Satan. Satan adora Mille Petrozza.

28. Mille Petrozza não manda, ele ORDENA.

29. Não importa o quanto você treine, seja em um ou dois mil anos, você nunca será sequer igual a Mille Petrozza, que dirá melhor do que ele.

30. Lembre-se sempre! Mille Petrozza é o Deus dos Riffs.

 
"Feel...the endless...PAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNNN!!!!!!!!!!!" HAIL! HAIL! HAIL!