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Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

(Redirecionado de Ministério de Igualdade Racial)

Cquote1.png Você quis dizer: Ministério da Igualdade dos Cartões de Crédito??? Cquote2.png
Google sobre Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Brasão do Brasil.png
Ministério da Desigualdade Racial
Esplanada dos Ministérios, Bloco A – Brasília
Criado em 1 de abril de 2003
Extinto em 2 de outubro de 2015
Sucedido por Ministério do Textão, da Cota e dos Direito dus Mano
Orçamento R$ 0,25 centavos† (2019)
® Desciclopédia
Logo Gov Brazil 2015.jpg

Cquote1.png Pode igualar a vontade. Ninguém se iguala ao negão aqui, entende??? Cquote2.png
Pelé sobre Ministério da Igualdade Racial

Cquote1.png Eu faço muita interação racial Cquote2.png
Simony sobre ter sido eleita a garota símbolo do Ministério da Igualdade Racial

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SPPIR) foi uma secretaria de governo que faliu de vez agora, em 2016. Enquanto funcionou tinha como principal objetivo empregar amigos no governo. Sua função secundária era lutar pela institucionalização do racismo pelos direitos dos 6% da população negra no Brasil, ou fingir que os 50% mulatos são negros, bem como chamar de racista os 44% da população que tiveram o azar de nascerem brancos (e não é branco alemão, não, basta ser um branco queimadinho italiano que você já é racista, da zelite e preconceituoso.)

Ministério da Desigualdade racial do III Reich queimando livros do Monteiro Lobato

Todo branco é rico, privilegiado e filha da puta. Todo negro é coitado, pobre, honesto e trabalhador. Todo mulato é negro, mesmo os mais clarinhos. Há racismo no país, e ele é pior que África do Sul. Por isso que devemos dar todos privilégios para quem teve a sorte de ter um bisavô escravo. Inclusive excluindo os brancos pobres que não tiveram a sorte de ter um bisavô que tinha escravo.

Alguns afirmam que essas políticas de promoção social mais geram racismo que o debelam, já que os brancos novos excluídos se sentem espoliados por um racismo que não tem. Balela das zelite!!!

Índice

ControvérsiasEditar

Mas chega de balelas da Mídia Golpista, Direitista e Retrágada, vamos ao que interessa:

O escândalo do TesourocardEditar

 
A Ministra do Racismo Social não sabia que é proibido comprar maconha no Duty Free com o cartão corporativo do governo

Sempre procurando superar as falcatruas do governo anterior, o nome do presidente Luís Creditácio Lula da Silva foi parar no Serasa por causa do escândalo dos cartões de crédito corporativos. Parece que todo o ministério estourou o limite dos cartões: o Ministro da Pesca, que é um cabeça-de-bagre, usou o cartão para pagar várias peixadas e comer um cardume de piranhas que fazem ponto em Brasília. E a coisa ficou afro-preta para a ministra do Racismo Social, que foi parar no SPC (Serviço de Proteção ao Corporativismo) por conta dos seus gastos no Duty Free Shop, onde comprou uma caixa de Black and White, a única bebida que respeita a política de cotas raciais. A ministra do Racismo Social disse que queria acabar com o preconceito de cor, mas ela só queria saber mesmo era da cor do dinheiro. A ex-ministra se desculpou dizendo que, por ser negra, mulher, favelada e sem vergonha, tem direito a gastar uma nota preta, quer dizer, uma nota afro-descendente no cartão corporativo .

Eu sei o sofrimento que esse pessoal está passando. Eu também tenho um cartão corporativo da Desciclopédia e vivo entrando em atrito com o meu editor por causa dos meus gastos exorbitantes e inexplicáveis.

No mês passado, meu editor resolveu encrencar comigo só porque eu paguei um rodízio de mulheres nas Termas Sentauro. Ora, eu paguei pelo corpo das mulheres, não é para isso que serve o cartão corporativo? Na verdade, o uso do cartão de crédito é muito importante para a administração federal e para a vida sexual dos casais. A Isaura, minha patroa, por exemplo, sempre que quer f *!!#$**!!# oder comigo pega o meu cartão e vai pro shopping detonar

Censura aos Livros de Monteiro LobatoEditar

 
Me defendam! Sou uma minoria oprimida!!!

Umas maiores conquistas raciais no Brasil foi a recente censura aos perigosos livros de Monteiro Lobato (só foi pro forno porque já morreu) grande obstáculo na conscientização da superioridade da raça negra no III Reich tupiniquim.



DISCURSO DA SECRETÁRIA ESPECIAL DE POLÍTICAS DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL, MINISTRA MARTA SUPLICY, CONFERÊNCIA REGIONAL DAS AMÉRICAS AVANÇOS E DESAFIOS NO PLANO DE AÇÃO CONTRA O RACISMO, VITILIGO, DISCRIMINAÇÃO RACIAL, DISCRIMINAÇÃO FACIAL, XENOFOBIA, VANDALISMO NA WIKIPEDIA E INTOLERÂNCIAS CORRELATAS OU CONGÊNERES...UF!!!

 
Foi o racismo luso-romano que crucificou Jesus Negão, e o vendeu como escravo para trabalhar no Brasil, onde ressuscitou na senzala para lutar com Zumbi em Palmares!!!

É com muita honra que iniciamos esta Conferência com o compromisso de reafirmar a importância que o governo brasileiro atribui ao combate das diversas desigualdades, portanto vou cantar nosso hino:

Os manos, pow!
As mina, pá!
Os manos, pow!
As mina, pá!
É nois... é nois na fita!!!
Tô ficando atoladinha!!! uiiiiiia

Com isso, reafirmamos a necessária relação entre os diversos setores integrantes da vida das sociedades, o que quer que isso signifique, em especial dos poderes públicos e a sociedade civil, rumo à construção de uma agenda política que vise a justiça social étnica e racial, novamente eu não entendo nada do que está escrito aqui, mas deve ter algo a ver com a Abolição da Escravatura que não deu muito certo... Relaxa e goza, relaxa e goza e relaxa e goza...


Dado em Caracas, 31 de fevereiro de 2007,

Marta Suplicy, Ministra da Igualdade Sexo-Racial

Encerramento das atividadesEditar

Ao apagar das luzes do ano de 2015 a secretaria se fudeu com outras duas secretarias, as das Mulheres e a dos Direitos dos Manos formando assim o Ministério do grelo-duro, da desigualdade racial e dos Direito dos Manos. O pretexto para a criação de mais esse cabiçal foi o apoio dos movimentos sociais que a então presidente Dilma Ducheff queria ganhar, já que a popularidade dela estava mais baixa que a cotação do iene. A "esmolinha" até deu certo, mas esse ministério recém criado foi extinto menos de seis meses depois, em 2016, pelo novo presidente atleta, Michel Temer.

Ver tambémEditar