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Monte Crista

O Famoso Morro da Morte.
Represtação Artística do Boquete.

O Monte Crista localiza-se no município de Joinville-SC, nas proximidades dos campos do Quirirí, encontra-se encrustado entre a cadeia de montanhas que forma a nossa maravilhosa Serra do Mar. Possui 9,5 km de trilha para a chegada até o topo, que encontra-se a 980mt de altitude. É uma montanha repleta de antigas histórias, algumas inventadas por visitantes, outras pesquisadas por historiadores, mas muitas vividas por pessoas que curtem acampar, suar, se esforçar, ralar, ficar sem ar... etc... Tudo começa na travessia do rio Três Barras, que pode ser feita através do Parque Aquático Monte Crista onde uma ponte pênsil pode ser utilizada para a travessia do rio, ou pode-se utilizar uma trilha que parte através da pousada Ashram, a primeira opção é a mais tranquila, mais conhecida e mais utilizada, porém é a mais longa, já a segunda é mais curta mas dependendo do nível do rio você pode não conseguir atravessar, ou se chover muito durante o acampamento, pode não conseguir voltar, pois o nível do rio aumenta muito, e muitas pessoas já tiveram que ser retiradas por meio de bombeiros.

Índice

TurismoEditar

Após iniciada a trilha, você poderá optar por dois caminhos novamente, o primeiro, a direita, leva a trilha da Saboneteira, cujo o nome já diz tudo, é uma trilha formada por argila branca, e como lá é sempre úmido por se tratar de Mata Atlântica, é quase impossível não escorregar e não levar alguns tombos, teve até uma banda que gravou uma música que diz: "Com certeza... você já escorregou na trilha da saboneteira... sentindo a sensação..." se a trilha inteira tem 9,5 km a saboneteira tem 15 km, porque é essa a impressão que dá, a de que não vai terminar nunca e sempre que você imagina que está chegando e que vai acabar logo, aparece mais monte de trilha pra você subir ou descer... depois de um tempo que você está subindo é a nítida visão do inferno... e todos que subiram até hoje chegam na metade e pensam "o que que eu vim fazer aqui", mas sempre acabam voltando, porque com o passar do tempo a impressão é de que "o caminho não era tão grande assim" ledo engano, é grande pra kct... se optar pela trilha da esquerda você demora um pouco mais mas não encontra tanta lama, normalmente as pessoas optam por subir pela esquerda e descer pela saboneteira, apoiados no ditado "Na descida todo o santo ajuda". Após o término do primeiro percurso, começa a subida pela trilha do Peabiru, um caminho feito de pedras em forma de escada, o qual alguns dizem ter sido feito pelos Incas, e melhorado mais recentemente, também dizem ter sido utilizado durante anos pelos padres Jesuitas, para a travessia do oceano Atlântico para o Pacífico, alguns documentos afirmam que as trilhas chegavam até o Paraguai. Essa "escada" de pedra também é outra que parece não terminar nunca, no começo dela existe uma cachoeira, que geralmente é utilizada para o pessoal encher o cantil, o próximo ponto com água encontra-se somente perto do final do primeiro trecho da trilha de pedras, onde falta pouco para chegar ao topo.

O que fazer no Topo?Editar

Ao chegar na primeira clareira pode-se avistar boa parte do município de Joinville, ao olhar um pouco pra cima à direita, avista-se a pedra do Indio Sentado, outros a chamam de Guardião, Budah entre outros. Subindo nessa pedra, você avista (caso o céu esteja bem limpo e com Sol) Caiobá-PR, Guaratuba-PR, Itapoá-SC, Joinville-SC, Garuva-SC, São Francisco do Sul-SC. A vista é fantástica, no entanto é difícil conseguir um tempo adequado para essa paisagem, sendo que na serra o tempo é muito instável. Para encontrar um local bom para acampar (com água) é preciso caminhar por mais ou menos uma hora e meia. O lugar onde a maioria das pessoas acampam é perto de um rio com cachoerias fantásticas. Contudo, se o aventureiro não estiver bem preparado, entre as câimbras e as paradas para descançar, e para beber água, e para comer e por causa das câimbras, e por causa das câimbras... eu já citei as câimbras? levará em torno de 8 a 10 horas para subir. Não é para pensar que é um inferno! é pior um pouquinho...

É bom salientar, que não se deve sob hipótese alguma pedir informação quanto ao tempo restante para a subida ou descida, pois todas as informações serão incorretas, e só trazem frustração.

Coisas Que não se deve fazer.Editar

Nunca faça fogueira na montanha. Jamais deve-se subir levando bagagem excessiva, devido ao peso, se chover o indivíduo carregará o dobro do peso, o problema é que ele só saberá que levou muitas coisas desnecessárias quando chegar lá em cima. Após 8 hora de subida em trilha irregular e no meio da mata, 100 gramas se transformam em 10 kg.

ConspiraçãoEditar

Estamos levantando uma campanha de deturpação sobre o caminho do Peabiru aqui em Santa Catarina, tentando desviar as atenções históricas, geográficas e arqueológicas que existem no vale do rio Itapocu para fazer um "lobby" no caminho de Três Barras. Contamos com ajuda de um "estudioso" joinvillense que está fazendo uma lavagem cerebral na cabeça dos leigos (sejam eles turistas ou amantes de história), e que se interessam pelo assunto onde poderão somente buscar referências bibliográficas daquilo que é considerado atualmente pela crítica literária a trilogia dos "sofismas do Peabiru"! Portanto, depois que vocês estiverem com a cabeça feita, esquecem tudo o que estiver na historiografia mencionando o nome "ITAPOCU" como sendo a entrada por onde caminharam os desbravadores da coroa espanhola do século XVI e apenas associem no contexto historico, geográfico e arqueológico este nome ao "único" caminho do Peabiru aqui em Santa Catarina na região que começa na baía da Babitonga/Palmital, onde supostamente era chamado no século XVI de "ría de Itapocu" e no caminho de Três Barras onde se encontra uma formação rochosa chamada de pedra do guardião mas que supostamente se chamava antigamente de Itapocu, pois a história obrigatoriamente tem que se encaixar no contexto do lugar e não o contrário!

Ligações externasEditar