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Moroni

Moroni é a capital Comores, uma cidade costeira quase invisível, o fato é que ninguém se importa com tal cidade. A sua existência inclusive é contestada, não se conhece ninguém que já tenha visitado lá para provar a existência da cidade.

Índice

HistóriaEditar

 
Cidadão de Moroni pegando um navio para o continente.

De acordo com o folclore africano, Moroni foi fundada no século X pelos sultões de Zanzibar que não tinham nada de melhor o que fazer além de ficar navegando por aquele fim de mundo...

Se você acha que a cidade progrediu, cresceu ou evoluiu está enganado, continuou sempre a mesma porcaria, um porto no meio do nada. Sabe-se que os franceses em certa época estavam procurando a rota para o Inferno, naturalmente Moroni era um ponto de parada, mas depois que eles descobriram o Inferno (Guiana Francesa), a capital comorense voltou a ser abandonada.

Com a independência de Comores (ninguém queria colonizar aquelas ilhas inúteis), Moroni foi estabelecida como a capital de uma das nações mais insignificantes do mundo. Atualmente não passa de um resort, colônia de férias e esconderijo de magnatas árabes.

EconomiaEditar

Devido à grande proximidade com a África, algo como "economia" não existe numa cidade dessas, apenas algo disfarçado de "economia", com pescadores pescando caranguejo e vendendo em Madagascar.

GeografiaEditar

Cidade litorânea (seria impossível não ser numa ilha minúscula daquelas) detém o maior porto do país com ligações contínuas com o continente e Madagascar porque ninguém merece ficar muito tempo numa cidade dessas.

PopulaçãoEditar

Dizem que quem habita Moroni são os árabes, embora não haja nenhuma ligação étnica, linguística, religiosa ou brilhante exercício de democracia e liberdade inerentes aos países árabes.