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Mortification

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Steve Rowe (centro) e dois de muitos desconhecidos que passaram pela banda em mais de 20 anos.

Cquote1.png Você quis dizer: Latido Metal de crente Cquote2.png
Google sobre Mortification
Cquote1.png Vocês traíram o movimento death metal véi! Cquote2.png
Dado Dollabela sobre Mortification
Cquote1.png Melhor banda do mundo! Cquote2.png
Metaleiro crente qualquer sobre Mortification

Mortification é uma banda de thrash metal e death metal (e também de pagode metal[carece de fontes]) da Austrália, formada em 1990 após o fim de uma banda imitação de Airom Meideim, uma tal de Light Force, e seus últimos membros, Steve Rowe (baixo e voz), Cameron Hall (guitarra) e Jayson Sherlock (bateria), decidiram fazer umas paradas mais escrotonas (é que o Steve não sabia fazer agudos iguais aos do Bruce Dickinson) e daí surgiu o Mortification. Se tornaram uma das primeiras bandas de metal extremo crente (pra desespero dos pastores do mundo todo).

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Mortification.

Índice

Primeiros anosEditar

 
Esse disco fala de uma cuspida que Inri Cristo deu no inferno. Note o catarro verde.

Nos anos 80 Steve tocava na banda Light Force, onde conseguia um certo sucesso com públicos de 5 pagantes em shows pela Austrália. Com isso a banda simplesmente escafedeu-se. Mas mesmo quando todos saíram em 1990, Steve teimava em querer ficar famoso com heavy metal, só que com umas paradas mais sujas e agressivas, só pra trollar com o pastor de sua igreja. Assim ele convenceu dois ex-membros da banda anterior e eles fizeram lá a tal Mortification, e lançaram um demo-CD chamado Break the Curse em homenagem ao dia em que o Steve "quebrou" a maldição de sua vida.

Fazendo um sucesso relativamente melhor que a banda anterior, eles atraíram a atenção de produtores nos EUA, como o vocalista da banda Vengeance Rising Roger Martinez (WTF???), que bancou a produção do auto-intitulado Mortification, álbum gravado em 1991 apenas copiando em parte o disco anterior, apenas com a mudança de algumas músicas e do guitarrista, que já era na época um tal de Michael Carlise.

Em 1992 eles decidiram, já que a fama estava fodona, gravar um disco pra avacalhar de vez com a cara dos pastores do mundo inteiro. Logo surgiu Scrolls of Megilloth, que contava a história de uns documentos que não provavam nada, a não ser que o Coringa é um filho da puta. Apesar dessa história copiada na cara dura do glorioso filme Feira da Fruta, esse disco se tornou o maior dos maiores sucessos da banda, com aproximadamente 30 cópias vendidas e com um disco de vidro cor-de-rosa.

A partir de 1993, apesar do grande sucesso da banda, Jayson começou a ter problemas intestinais, que o levaram depois a criar uma banda de doom metal chamada Paramæcium (em homenagem ao protozoário que o infectou) e outra de unblack metal (WTF?²) chamada Horde (em homenagem à horda de vermes que saíram do seu corpo após tomar um belo laxante). Mas nesse ano ele ainda gravou dois discos com a turminha antes de dar tchau: Post Momentary Affliction e Live Planetarium (esse ao vivo em Salvador).

Mudança de estilo e sucessoEditar

 
Keith Igordão, Lincoln Ben Affleck e Steve depois da cirurgia - nessa foto ele estava sem nenhuma parte do sistema digestivo e o bigode e a barba serviam pra esconder a falta de sua boca.

Com a entrada do baterista de metalcore Phil Gibson, a banda lançou o disco Blood World em 1994. Esse disco é um pouco diferente de tudo que eles tinham feito até então outrora desde o princípio lá no começo dos primórdios do início das antigas de todo... chega, tou sem palavras pra essa zoação toda já... bom, voltando, o som era totalmente diferente: um groove metal estilo Pantera (estilo não: quase cópia carbonada). Apesar do grande sucesso, Michael e Phil deixaram a banda pouco depois, deixando Steve forever alone (ou nem tanto assim: a partir daí começou o maior troca-troca de membros de banda da história mundial).

Com dois membros temporários do Canadá e dos Estados Unidos, mais a adição de um guitarrista famoso de lá (George Ochoa, e nem venha com o "quem?", isso além de óbvio não tem graça, Dooley!), gravaram em 1995 o Primitive Rhythm Machine (também chamado de Roots do Sepultura versão gospel). Daí pra frente a banda iria começar uma sequência de álbuns bem nada a ver com nada e nada a ver com tudo e tudo a ver com nada e mais nada mesmo.

Ao chegar a formação "perfeita" da banda (o batera Keith Bannisher e o guitarra Lincoln Bowen - mais conhecido como "tou-não tou no Mortification" dado seu entra-e-sai constante na banda), vieram uma porrada de discos de 1996 à 2000: EnVision EvAngeline (Manowar se o vocalista latisse ao invés de cantar); Live Without Fear (gravado num bar) e Noah Sat Down and Listened to the Mortification Live EP While Having a Coffee (nome grande do caralho, gravado em outro bar); Triumph of Mercy (disco gravado com Steve usando o mesmo programa usado por Stephen Hawking pra cantar, pois estava temporariamente sem garganta); Hammer of God (sobre uma martelada que ele tomou no dedo); 10 Years Live Not Dead (comemorando dez anos de banda quando a banda tinha só nove só pra garantir que o Steve não ia morrer antes) e 1990-2000: Power, Pain and Passion (esse só foi lançado em 2002, mas foda-se).

Como citado no meio ai dessa discografia toda, um dos discos o Steve não conseguia cantar. Foi em 1997. Nesse ano Steve descobriu que sofria da doença do pau na boca, o que quase o matou. Ele teve que passar por várias cirurgias, e inclusive um transplante de estômago, intestinos, esôfago, fígado, pâncreas, apêndice, enfim, até os dentes foram transplantados, no final de tudo foi um transplante do sistema digestivo inteiro e ainda assim deu errado. Ele só escapou da morte depois que tentaram de novo com órgãos de um elefante de um circo que tinha morrido dois dias antes.

Primeira turnê mundial e volta às origens (ou não)Editar

 
Alguém avisa pro baterista - o último da foto - que a banda é de thrash metal, não de glam metal ou emo, tira essa bandana, seu POSER!

Em 2000 a banda trocou de baterista pra um tal de Adan Zaffarese (na época um muleque leite com pera) e seguiram lançando um disco ruim pra caralho, The Silver Chord Is Severed, que mais parecia que a banda tava a fim de virar sei lá, um metalcore (graças a Deus - ou ao diabo, ou sei lá quem - isso não aconteceu). Com a desgraça que virou o disco, Lincoln deu férias pra si mesmo, e a banda ficou a um pé de ir pra cova.

Com a entrada de DOIS guitarristas pela única vez na história da banda (Jeff Lewis e Mick Jelinic), eles ressuscitaram e lançaram o disco Relentless em 2002, onde eles lançaram várias músicas com estilos os mais diversos que a banda já havia experimentado em todos os seus mais de 12 anos. Ou seja, um samba do crioulo doido.

Maaaaaaaas, para noooooooooooossa alegria, o sucesso bruto da última música do disco levou Steve a voltar a fazer som de cachorro doido pra valer (mesmo com apenas 2% da garganta original que ele tinha). Assim de lá pra cá vieram vários discos (e diversas formações em cada um deles só pra variar - a coisa é tão tensa que não sabemos nenhum dos outros membros, que muitas vezes passavam apenas 4 minutos na banda (o tempo que gravavam uma música). Vieram daí Brain Cleaner (disco sobre uma amnesia que o Steve teve), Impaling Erasing the Goblin (um disco anti globo, mas como Steve tava quase cego escreveu o nome errado), Live Humanitarian (gravado no asilo com a contribuição do Criança Esperança pros fundos do lugar), The Evil Addiction Destroying Machine (Disseram que o Mortification parecia o Motörhead e o tio Steve acreditou), 20 Years in Underground (catadão de músicas que estavam na lixeira do pc do Steve Rowe, mais umas faixas velhas q eles retrabalharam só pra piorar mais ainda), Scribe of Pentateuch (com uma bateria feita pelo coelhinho da Duracell e uns gritos de guerra tipo de Hagar, o Viking terrível) e Realm of the Skelataur, um disco que ele misturou tudo num canto só parecendo uma mistureba bosta de doom metal com lambada, em homenagem à música "Esqueleto Vira Gente" do Berzé. Disco esse que a maioria da galera só ouviu via MP3, pra desespero do Steve, que só gosta que ouçam em WMA.

Em 2010 Steve Rowe fez um projeto paralelo ainda ativo chamado Wonrowe Vision, que é meio sei lá um punk com frevo, mas quem se importa? Ele nem tem em MP3, então foda-se!

Ver tambémEditar

  Conheça também a versão oposta de Mortification no Mundo do Contra: