Abrir menu principal

Desciclopédia β

A culpa é dos brankkkos!

264939.jpg ATENÇÃO:
Simplesmente estamos cagando e andando para quem não gostar do conteúdo deste artigo e, por conseguinte, das opiniões e sugestões dos mesmos. We just couldn't care less.
Parâmetro do Movimento Negro para definir quem entra no sistema de cotas raciais. Eu não consigo ver nada além de dois retângulos...

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Racismo inverso? Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Movimento Negro
Cquote1.png Você quis dizer: Tribunal da internet? Cquote2.png
Google sobre Movimento Negro
Cquote1.png Experimente também: Twerk Cquote2.png
Sugestão do Google para Movimento Negro
Cquote1.png O tráfico de escravos tem sido o princípio norteador do meu povo. Nossa maior fonte de riquezas e glórias! Cquote2.png
Rei Ghezo de Daomé fazendo a abertura de comentários do artigo.
Cquote1.png ISSO É RACISMO!!! Cquote2.png
Militante negro depois de ser chamado de preto.
Cquote1.png ISSO É RACISMO!!! Cquote2.png
Militante preto depois de ser chamado de negro.
Cquote1.png ERROR 524 Cquote2.png
Você sobre citações acima.
Cquote1.png São 400 anos de opressão! Eu nunca fui escravizado, nunca apanhei de chicote de capataz, mas quero indenizações por algo que aconteceu com meu tatatataravô!! Cquote2.png
Militante sobre Movimento Negro.
Cquote1.png Quer reparações por algo que seu tatatataravô sofreu? Vai pedir para os descendentes dos reis africanos que o trocaram por pinga, armas e panos Cquote2.png
Qualquer um de saco cheio sobre citação acima.
Cquote1.png Esperando ver algum membro do Movimento Negro visitar Luanda ou Abuja ao invés de Londres e Paris... Cquote2.png
Tiozão reaça sobre militante negro.
Cquote1.png Esperando também... Cquote2.png
Luanda e Abuja sobre citação acima.
Cquote1.png Mas nem aqui eles vão, ninguém aguenta... Cquote2.png
Londres e Paris sobre a mesma citação.

O Movimento Negro é sexy um movimento de (mal-)caráter antisocial composto por pessoas que se consideram negras de alguma forma, desde um Eminem da vida que acha que ouvir Rap o torna literalmente preto, até mesmo estudantes de escola pública querendo aparecer.

Vagabostas de universidades públicas formam a maioria dos membros desse movimento que igual a qualquer máfia ou facção criminosa, também possui representações em vários países e, no caso do Brasil, também nas unidades federativas e municípios. É um movimento onde só é considerado "negro" pessoas com o cabelo bagunçado ou armado e encaracolado, que fazem uso de alguma droga alucinante (LSD, Maconha, etc.) e que seja, principalmente, gay ou feminista, cabendo aos demais negros (de verdade) que não se encaixem nestas características a alcunha de capitão do mato.

Índice

HistóriaEditar

O Movimento Negro surgiu na Estados Unidos na década de 1950 quando uma atleta profissional de competição de comer frango frito, Claireece "Preciosa" Jones, melhor conhecida por Dan Top, devido ao seu nome ser muito escroto, ficou com seu desproporcional rabetão entalado num banco de ônibus. O motorista branco James F. Blake (necessidade de divulgação do nome altamente questionável) em algum momento que não nos interessa pediu que ela cedesse seu lugar a outros dois passageiros, também brancos, um deles até demais, mas ela não conseguiu fazer o favor, tamanha a entalada. Os seguidores do chefe da Biqueira do Morro da Formiga, Martin Luther King, interpretaram tal ato como um sinal para começar uma puta revolução afrocentrada, que se espalhou para os reinos da Nigéria, Zimbábue e Angola, onde militares começaram a decapitar brancos com katanas e empalar seus corpos descabeçados. Quando a notícia chegou aos ouvidos do chefe da militância brasileira, Zé Pequeno, foram 4 dias de festa na Cidade de Deus, já que os membros do Movimento Negro do BR querem mais é mandar todos os brancos para a puta que pariu. Sim, levou mais de 20 fodendo anos (isso soou mal pra caralho) pra chegar na República das Bananas...

Assim como em qualquer movimento social baseado em panelinhas egoístas, o Movimento Negro é liderado por um filhinho de puta papai que finge ser cotista na UnB, na UFBA, na USP ou, em casos masoquistas, numa PUC aleatória, é alguém com relevância no DCE e um João Ninguém fora do playground universitário. Agora confessa que você leu "João Ninguém" com a voz do Professor Girafales...

De acordo com os afro-militortos, a grande motivação do Movimento Negro é comunista republicana e seu maior argumento advém das próprias estatísticas governamentais... negros são a maioria em presídios, favelas, escolas públicas, becos, filas de restaurante de frango frito e entre os estratos menos favorecidos da população, mesmo com as iniciativas adotadas pelos governos desde o processo de redemocratização.

Uma das principais atividades de tal movimento é entrar nas salas das citadas universidades para interromper as aulas agressivamente e de maneira extremamente democrática mandar todos calarem a boca, porque, segundo os Jamal Jacksons e as Shaniquas Browns tupiniquins, os brancos do Brasil devem até a alma a eles, mesmo que os poucos brancos sem miscigenação que existem no Brasil sejam netos e bisnetos de europeus que chegaram ao país apenas no final do século XIX e começo do XX, quando a escravidão já tinha sido abolida "Mas esses europeus não precisaram ser escravos e não tiveram suas famílias desestruturadas mimimi (Na verdade, a maioria chegava ao Brasil endividada até a alma e tinha de dar o sangue para pagar as dívidas de viagem e as que eram obrigados a fazer nos armazéns das fazendas; basicamente eram escravos brancos).

Mas claro que os Tyrones e as Shanices Made in Brazil só fazem essas putarias com brancos de classe média e pobres, porque sabem que com os verdadeiros descendentes de senhores de escravos o pipoco no meio do rabo seria certo ao tentarem invadir um latifúndio. Além disso, os filhos e filhas de ex-senhores de escravos estudam fora do Brasil e não nessas universidades meia boca que a gente tem por aqui. Durante essas invasões violentas ou niggah moments intervenções educacionais, caso algum aluno tente argumentar com os Latrell Browns ou com as Latifah Jacksons, eles logo jogam a carta do "Genocídio Negro" dizendo que eles é que estão sendo exterminados pela polícia. Contudo, estudos mostram que dos 60 mil casos de homicídio no Brasil em 2017, só 3 mil foram cometidos por policiais com ou sem farda, ou seja, apenas 5% dos homicídios foram cometidos por agentes do Estado. A droga da própria ONU admite que dos 130 homicídios cometidos todo dia no Bostil, apenas 5 são resultado de ações de policiais. E mesmo se todos os mortos pela polícia fossem negros e pardos, então daria por volta de 0,002% dos 110 milhões de negros e pardos existentes no Brasil, dificilmente se caracterizando como uma porra de um genocídio. (Se tu não acredita, só olhar aqui http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,onu-diz-que-policia-brasileira-mata-5-pessoas-por-dia,10000020489). Os outros 95% dos assassinatos no Brasil foram cometidos por civis contra civis. Isso significa que o tal genocídio afro-black é basicamente preto matando preto em briga de rua ou acerto de contas por conta de sua inerente tendência ao Nigga Moment.

(Além disso, considerar que 0,04% de uma população - ou 40 mil pessoas entre 110 milhões - morrendo anualmente possa ser genocídio é realmente coisa de esquerdista usuário de crack.)


 
Líder dos Panteras Negras demonstrando a filosofia do Movimento Negro.

O que Define?Editar

 
Como os militantes do Movimento Negro veem todos os brancos.

O Movimento Negro, que se iniciou como algo sério associado à revindicação dos direitos civis e da abolição da escravatura dos negros, na atualidade, acabou por se tornar num Movimento idiota cujo único objetivo é fazer Mimimi contra os brancos e culpabilizar os brancos por tudo o que dá errado na vida dos negros. Se um negro vai preso não é por não cumprir a lei é porque é negro, se ninguém dá a mínima para uma negra baranga não é por ela parecer um Gremlin depois de levar um tiro no meio da cara, mas é por causa do racismo (ou porque o negro levou lavagem cerebral da "supremacia branca"), se negro não passa no vestibular não é porque não estudou o suficiente mas é por ser negro, se negros querem pegar branca já são "traidores" da raça... Em resumo, o Movimento Negro existe para xingar branco e lançar a carta de que não existe "Racismo reverso" portanto os militantes da luta afro-black podem dizer as barbaridades mais racistas sem serem acusados de serem "racistas".

 
Militantes prontos para derrubar a "supremacia branca"... protejam suas bolsas!

O Movimento Negro é uma bosta burrice sem sentido: enquanto pedem para pararem de estereotipar os "negros" como um todo, estereotipa os "brancos" como sendo todos ricos, cultos, bonitos, cheios de privilégios sociais (o tal "privilégio branco") e descendentes de esclavagistas (incluído os brancos dos 80% dos países europeus que não tiveram qualquer papel na exploração de África). Para esse Movimento, tudo é culpa dos brancos, e a vida desses militantes é uma merda por causa dos brancos. Aliás, a única coisa que esses militantes sabem fazer é mesmo falar acerca de branco, xingar o branco, apontar o dedo ao branco... E depois se ficam perguntando porque ninguém, para além dos outros alienados militantes os quer ouvir.

Os militantes se intitulam de "negros" e todos os pardos e mulatos estão excluídos desse movimento porque não são "negros o suficiente"... e ainda ficam justificando isso com "os mulatos tinham mais direitos do que os negros-negros durante a escravatura... trabalhavam dentro de casa enquanto o negro trabalhava no campo". Ou dizem que os mulatos são frutos de estupro. Possivelmente estes militantes também terão algum sangue branco ali pelo meio de seu DNA, mas fazer o quê?

O militante do Movimento Negro desenvolveu uma religião em que um militante é eleito para estar acima dos outros, tendo acesso a empregos privilegiados e inclusão no "mundo dos brancos ricos". Pouco se sabe sobre as divindades que adora, com as exceções de Iemanjá, deusa dos farofeiros, Zé Pelintra, deus dos vagabundos e a famosa Loira de Farmácia, adorada principalmente por pretos jogadores de futebol.

Acredita-se que os traficantes chefes do Movimento Afro-Black, como Djamerda Bosteiro e Salgadinho de Almeida, cultuam uma forma de deus da riqueza e ascensão social. Pelo discurso constante dos seus líderes, que são obcecados por tênis de marca e mulheres brancas, os deuses proporcionariam como recompensa final do militante homem a capacidade de se tornar rico e branco e da militante mulher a recompensa de fazer compras ilimitadas nos malditos shoppings segregadores dos pretos rolezeiros. Na verdade, uma das condições para ter essas recompensas é pregar para os seguidores, que vão continuar pobres e morando na favela, que "negro que é negro" nunca nega sua "negritude", ou seja, tem afro, usa padrão geométrico e colorido e segue o Candomblé.

Os MilitantesEditar

 
Para o Movimento Negro brasileiro, esta sim é uma negra legitima.

O militante do Movimento Negro é um indivíduo com um grande complexo de inferioridade, que parece ter raiva de ter nascido negro então bota todas as culpas nos brancos, que inconscientemente considera "superiores" e "privilegiados"... mesmo que a maioria dos brancos não sejam capitalistas, milionários e ocupem cargos de importância social. Mas isso não interessa pois o branco pode ser pobre, viver num barraco, não ter dinheiro para botar o filho na universidade (e não receber cotas por isso) que vai sempre ser considerado "mais privilegiado" do que as elites ricas de Angola (que esgotaram os diamantes e o petróleo angolanos para financiar suas guerras civis e deixaram a população na miséria e na ditadura) só pelo fato de ter nascido branco!

Quando questionados da razão de não defenderem cotas sociais já que, segundo eles, quase todos os pobres e fodidos são pretos e, por isso, tanto faria cotas sociais ou raciais, os militontos do Movimento Afro-Funk-Soul respondem que mesmo os brancos pobres "ocupam espaços" (seja lá que porra isso signifique) e por isso cotas têm de ser raciais mesmo. Ou seja, apesar de se colocarem como um movimento que se preocupa com os oprimidos, os membros do Movimento Niggah querem mais é que todos os brancos se fodam, sendo ricos ou não. Por isso é provado que qualquer branco que defenda essa porra o faz porque é um cuckold de merda com auto-ódio, o qual sonha em ser enrabado junto de sua própria esposa por um michê preto com 20 cm. de pica.

 
Lembra quando eu falei que militantes do Movimento Negro são racistas até entre eles? Pois. Isso é uma militante demonstrando o tão ruim é o cabelo afro.

Falando na África, 99,99999% dos militantes do Movimento Negro das Américas nunca botou o pé em nenhum país africano, e, no fundo, nunca iriam morar lá - na verdade, sempre que podem escolher morar fora do Bananil, os militortos do BR escolhem um país europeu opressor ou os Estados Unidos ainda mais opressor para o povo preto (masoquismo ou desejo inconsciente de ser enrabado por um branco cor-de-rosa).

Na verdade, para esses militantes, a África é uma fantasia idealizada: criaram uma imagem-modelo de uma porra que não existe nem que nunca existiu tipo Wakanda e ficam adorando essa bosta. Pensam que a feijoada é mesmo um prato tradicional africano, que só os africanos usam turbante e que ser "africano" é usar padrão geométrico colorido e trança embutida. O militante desse Movimento pensa que ser "africano" é vestir roupas com a expressão 100% negro, ouvir rap e/ou pagode (com a desculpa que isso é "música negra"), usar as cores da bandeira da Jamaica e se vestir como pais de santo. Apesar do aspecto geral "africanizado" (ou daquilo que acham que é ser africano), o militante detesta a África, do mesmo modo que os africanos desprezam o Movimento Negro - já que para um verdadeiro africano os negros do continente americano não passam de mestiços e não pretos de verdade.

Ele acredita que a solução de todos os problemas sociais brasileiros e estadunidenses virá quando a sociedade deixar de ser racista, o que é irônico, pois o militante negro tende a ser extremamente racista, com os outros e até contra eles mesmos (vai entender...). Quando um militante negro encontra um negro que não se veste ou se comporta como "negro" (e "ser negro" é o quer que o Movimento Negro diga que é), ele o taxa de "palmiteiro", "puxa-saco de branco", como se o que tornasse uma pessoa negra fosse uma visita aos terreiros de Umbanda. Se um militante negro encontra algum negro que prefere rock a rap, o tacha de anti-negro, mesmo que o rock tenha sido inventado por negros da Murica (e usurpados pelos brancos).

Falando em niggas dos Estados Desunidos da Murica, uma das maiores dores dos membros do movimento afro-black do Bananil é descobrir que, apesar de usarem grandes intelectuais do movimento negro dos Estados Unidos como Angela Davis, Bill Cosby, Darth Vader, Dennis Rodman e Mobutu, os negros da Murica não consideram os negros do Brasil como negros e sim latinos. Na verdade, sempre que vão ao Harlem pensando que vão chegar e ser tratados como um "dawg", terminam quebrando a cara ao perceberem que negros dos EUA só consideram negro quem nasceu por lá e fala inglês sem sotaque - no máximo se o niggah tiver nascido na Jamaica por conta do reggae e tal. Dessa forma, os afro-brasileiros terminam sendo obrigados a andar com porto-riquenhos que no Brasil seriam considerados brancos. (Essa dor é muito parecida com a que sentem os brancos do Bananil ao descobrirem que na Murica 80% deles não são considerados brancos e sim "mixed")

O Que Defendem?Editar

  • Os Europeus deviam pagar quantidades absurdas de grana a África devido à Escravatura: Tendo em conta que os europeus só compraram o que já estava sendo comercializado na África há séculos, o Movimento Negro devia ir pedir esse dinheiro aos descendentes dos reis africanos, visto terem sido eles a capturar e vender seus inimigos aos europeus em troca de armas de fogo;
 
Nos primórdios, os militantes lutavam pela independência de seus países e contra o colonialismo, fundavam movimentos libertários e casavam com brancas. Hoje, o Movimento negro quer o Apartheid de volta.
  • Monopólio do sofrimento: A quadrilha Os ativistas do Movimento Afrochoro defendem que só eles sofrem nessa vida. No maior estilo "eu sô sofredô", acham que só mulatos negros passam por sufocos diários. Outras raças, principalmente brancos, não passam por sofrimentos psicológicos e materiais, apenas os black-afros. Dessa forma, aqueles que não sofrem (brancos) deveriam calar a boca e sentir pena e culpa pelo sofrimento black, que é quase infinito segundo os membros do gangue movimento. Logo, o Diabo Branco, que é inerentemente mau e vive pensando em formas de tornar a vida dos pobres negros num inferno, deveria pedir perdão por existir todos os dias e beijar os pés de ao menos cinco pessoas negras diariamente;
  • Sistema de Cotas: Defesa de cotas para quartos na sua casa, para sair com sua namorada, comer tua mãe, entrar nas universidades, protagonizar animes, jogar futebol e até no próprio Movimento Negro;
  • O Pardo de Schrödinger: Basicamente é a ideia de que um pardo pode ser preto ou branco de acordo com a conveniência do Movimento Afro-Soul: Pardo preso? Preto. Pardo na Universidade? Branco. Pardo dando tiro usando farda? Branco. Pardo levando bala no rabo? Preto. Pardo apoiando o Bolsonaro? Elite Branca. Pardo apoiando o PT? Preto Oprimido. Pardo recebendo altos salários? Branco. Pardo trampando de gari? Preto. (Mas caraio, Brasil é 85%-90% mestiço, menos de 16% das pessoas descendem daqueles eurobichas pele-de-porco neandertais que chegaram aqui no final do século XIX. Praticamente qualquer um pode ser um Pardo de Schrodinger!!!)(Vai reclamar com o Movimento-Opressafro. Por mim, quem não tem sobrenome italiano, alemão ou eslavo deveria ser automaticamente considerado preto!!)(E os asiáticos?)(Eles têm a cabeça do pau marrom, são pardos!)
  • Chororô Solidão da Mulé Afro: Segundo os militortos do Black Movement, a mulé preta é, entre todas as espécies do gênero Mulher brasileira, a menos apreciada. Isso se daria, segundo intelectuais negros como Vera Verão porque a sociedade é estruturalmente racista e todos nós aprendemos desde criança que a beleza está em pele, cabelos e olhos claros. Esse tesão descontrolado por garotas estilo euro também afetaria o Homem Negro porque teríamos sido manipulados pelos illuminatti pela mídia e outras instituições sociais a desejar apenas lindos olhos azuis e cabelos dourados como o Sol. O fato de que mulheres de pele clara são unanimidade até mesmo na Ásia não importaria para os terroristas militantes. Além disso, a verdade é que sempre que um europeu vem para o Bostil ele busca uma mulata chamar de mulata é racismo porque vem de mula e mimimimi para levar para o Califado da Europa. E muitos homens brancos também tem adoração por mulheres negras e pardas e a quase totalidade de homens negros e pardos se casam com mulheres negras e pardas no Bananil. O que atrapalha é o fato de que em média uma mulé que se declara afro no BR tem 3 filhos enquanto uma que se declara branca tem apenas 1. Logo, é óbvio que se puder escolher, o bostileiro, apesar de ser um mangina e escravoceta contumaz, vai preferir a fêmea que não seja uma Mãe solteira com 18 anos de idade. Claro, o Bostil é o país oficial do Capitão salva putas, mas tentar usar antigas invenções como camisinha ou pílula ajudam a não se tornar uma afro solitária mas a mulher negra é pobre e não tem condições de bancar essas coisas e mimimi (Na verdade, ela pode pegar essas coisas de graça em qualquer posto de saúde. Basta saber dizer não ao traficante hómi quando ele insistir em fazer sem emborrachar o pau).
  • Tribunal da Negritude: Como já citado, o Movimento dos Mussunlinis começou na Murika e foi transportado para o Bananil via grandes intelectuais da história como Salgadinho de Almeida. Todavia, é sabido que na Murika a foda e o casamento interraciais foram proibidos durante 370 anos. Isso quer dizer que até a década de 70, se duas pessoas de cores diferentes fossem pegas na cama sem ser num filme pornô, o casal ia ver o Sol nascer quadrado. Já no Bananil a suruba interracial sempre foi admitida e, na verdade, estimulada pelo Estado na esperança de tornar todos os bostileiros em pardos de pele clara. Quer dizer, por conta disso, 85% dos bostileiros têm ao menos 20% de ancestralidade negra e indígena "Mas a gente sofre por conta da cor da pele e não ancestralidade e mimimimi" (Legal que na hora de pedir cotas o papo é "Meus ancestrais sofreram por conta da escravidão, então eu tenho o direito a receber reparações"). Logo, para implantar políticas dos EUA em solo brasileiro, os mulatos que pensam que são pretos do Bostil tiveram de fingir que não sabiam que 85%-90% dos brasileiros seriam considerados negros na Murika, país onde preto é preto e branco é branco e onde pretos sempre realmente foram a minoria não passando de 10% da população. (AmuriKKKano é tão pirado nessa porra de decidir quem é branco e quem é preto que um cara chamado Walter Francis WHITE era considerado negro por ter 2 trisavós africanas, apesar de ter os olhos azuis, o cabelo loiro e a pele rosada e parecer um sueco. E ele era presidente do Movimento Pelo Avanço dos Homens de Cor. Sim, MuriKKKano é retardado) Dessa forma, os mussunlinis tupiniquins estabeleceram o Tribunal Afro, onde os traficantes líderes do movimento Mulato Que Acha Que É Preto arrogam-se o direito de decidir quem pode ser considerado preto e quem não pode;
  • Tudo o que dá errado na vida de um negro é culpa de um branco: Mimimi... Dizer que os brancos são obcecados pelos negros, quando os militantes do Movimento Negro é que são obcecados pelos brancos;
  • Só chamar de privilegiado e arrumar briga com quem nunca teve nada a ver com o comércio e utilização do trabalho escravo: Uma das principais atividades do Movimento Afro-Vitimista é apontar o dedo para qualquer branco e chamá-lo de opressor e privilegiado, mesmo se o branco em questão for pobre. Caso o acusado resolva retrucar, os Panteras Negras de Boutique começam a gritar, pular e se comportar como Homo erectus que acabaram de descobrir o fogo 2001:Uma Odisséia no Espaço. Frases como "Cala a boca, branco!", "Quando o oprimido fala o opressor cala a boca!" e "Estamos sendo silenciados!" são as favoritas. Claro que os Afros de Starbucks só fazem isso com aqueles cujas famílias nunca tiveram nada a ver com a escravidão - e, na verdade, chegaram ao Brasil depois dela ser abolida - pois, se fossem a algum latifúndio de família descendente de escravocratas tentar fazer o mesmo, ficariam com os respectivos rabos mais furados do que queijo suíço com tanta bala que os seguranças privados iam meter naquelas bundas afros. Então a solução é ir a USP e Unis Federais ficar gritando com gente de classe média ou mesmo pobre. Afinal, os filhos da elite descendente dos que comercializavam e usavam escravos geralmente estudam nos Estados Unidos e Inglaterra e não no Bananil. Além disso, essas famílias quatrocentonas estão há tanto tempo no Brasil, que na verdade são pardos de pele clara e não brancos, pois, com toda a certeza, estupraram se misturaram muito com indígenas e negros. Já os brancos de verdade chegaram ao Bananil apenas no final do século XIX e começo do XX, quando a escravidão já tinha sido abolida;
  • Lugar de Fala: Também conhecido como "Estamos numa democracia, mas você branco cala a boca!!". Basicamente é a ideia de que só negros podem falar sobre racismo, pobreza, opressão, etc; pois, segundo os afro-vitimistas, apenas negros são pobres e ferrados nesse mundo. Uma das grandes jumentólogas do fascismo-black-afro é a rainha do chororô Djamerda Bosteiro. Ela inclusive escreveu um papel higiênico livro sobre tal tema. Para a vitimista de classe média-alta, que adora viagens para a Europa opressora, "sobre alguns assuntos, certas pessoas têm de se calar e apenas escutar" (sim, ela disse isso mesmo). Ou seja, esse é o maior ad hominem já colocado sobre a mesa pelos SJWs do Bananil. Basicamente o que os afro-vitimistas estão dizendo é que tu tem de ser preto para poder argumentar sobre certos assuntos. Ou seja, como já sabíamos, essa galera sabe porra nenhuma sobre lógica básica e regras de argumentação e debate;
  • Obsessão por um tal de genocídio negro: Mimimi... Apesar de sabermos que a esmagadora maioria dos assassinatos contra negros são cometidos pelos próprios civis negros e não por agentes de segurança do Estado ou por pessoas brancas, o Movimento Negro do Bananil insiste em dizer que existe um tal de genocídio negro. Segundo o IBGE, 40 mil negros morrem por ano por conta de homicídios, o que dá por volta de 0,04% da população negra. Isso significa que se nenhum outro negro nascesse, demorariam 2500 anos para a etnia ser extinta no Bananil. Logo, podemos ver que esse é o genocídio mais lento da história, ainda mais se compararmos com o de judeus europeus, que tiveram 60% de sua gente morta em apenas 5 anos. Podemos então mudar o nome desse processo para Muitolentocídio;
  • Africanismo sem ter estudado nada sobre a África ou ter estado no continente: Adeptos do movimento negro adoram usar roupas africanas, camisetas com bandeiras da Etiópia e dizem amar o continente. Contudo, a maioria nunca pegou num livro sobre o lugar e, quando tem uma grana sobrando, preferem viajar e gastar seu dinheiro na maldita colonizadora Europa, como é o caso da famosa afro-vitimista de classe média alta Djamerda Bosteiro. Ou seja, em vez de boicotar o continente do Diabo Branco, preferem ajudar a economia do mesmo fazendo turismo por lá. Já dar um rolê em Angola ou Nigéria, de onde veio boa parte dos escravos, nem pensar;
  • Os negros têm o direito de ascender miraculosamente a todos os cargos de poder só por serem negros: Porque os brancos também não têm de trabalhar no duro para subir na vida...;
  • Para a sociedade deixar de ser racista, tem de haver 50% de negros em todas as profissões: LOL;
  • Mimimi escravidão: Sempre que um negro fizer merda, como assalto, furto, latrocínio ou sequestro, basta dizer que ele não é culpado, pois seus antepassados foram escravizados há 300 anos. Seria a mesma coisa que um europeu tentar justificar um crime ao dizer que seus antepassados foram servos durante o feudalismo ou absolutismo. O mimimi escravidão recomenda que, sempre que um negro tentar furtar algo de alguém, essa pessoa entregue o objeto em questão com essas palavras "Por favor, peço desculpas pelo sofrimento dos teus ancestrais, mesmo que eu seja uma pessoa pobre e não uma descendente de senhores de terras e engenhos. Aqui estão minha bolsa e meu celular. Se quiser, eu entrego meus tênis também. Aceite como um pedido de desculpas pessoal". Basicamente, o Mimimi escravidão nos diz que indivíduos não precisam ter responsabilidades individuais, pois eles foram colocados na posição de criminosos pela estrutura social dominada por uma elite de 1% da população. O fato da vítima do assalto não fazer parte dessa elite e, na verdade, ser pobre pouco importa, afinal, ela é branca também e culpada como todos os brancos pela condição de opressão dos negros;
  • Cotas: Separação de alguns espaços para uso exclusivo do clubinho,;
  • Todo o branco é o inimigo e deve ser odiado: Porque ao longo da História não existiram brancos solidários com a causa abolicionista, nem missionários que combateram e denunciaram a escravatura... Branco é todo filho da puta para estes idiotas;
  • Os negros podem ser bandidos e não cumprir a lei sem serem presos: Todo o mundo sabe que branco nunca vai preso;
  • Os brancos estão proibidos de tocar no cabelo dos negros: Cara, ninguém dá a mínima para o seu cabelo... Pedir para tocar no cabelo negro é um ato profundamente racista que, se não existisse supremacia branca nesse mundo, isso daria direito a cortar sua mão branca fora! Você, branco, também está proibido de elogiar cabelo afro porque está sendo racista, mas se não dizer nada acerca do cabelo afro também está sendo racista;
  • O "Racismo" é um monopólio do Movimento Negro e só o Movimento Negro é que pode dizer o que é racista e o que não é: Portanto: cala a boca, branco! ninguém quer saber de sua opinião colonialista! é um dos argumentos favoritos dos militantes quando falam de racismo com um branco;
  • Bandeira da Etiópia: Ver artigo principal: Bandeira da Etiópia;
  • Complexo Apartheid : Os negros só podem namorar negros, só os negros podem usar vestuário (que o Movimento Negro pensar ser exclusivo) da "cultura negra", só podem gostar de "música negra", necessitam ter clubes particulares só para negros... Ver artigo principal: Apropriação cultural;
  • Mais Cotas
  • Os negros sofrem no Brasil por conta da escravidão de seus ancestrais e por isso merecem reparações: Não importa se, segundo estudos genéticos, 85% da população brasileira é descendente de negros e indígenas, ou seja, que 85% da população brasileira descende de escravos "Mas a polícia sabe muito bem identificar quem tem mais genes africanos e mimimimimi...".

No BrasilEditar

 
Militantes do Movimento Negro veem racismo em todo o lugar.

No Brasil, o Movimento Negro surgiu nasceu como uma imitação barata dos Panteras Negras dos Estados Unidos, pois na época eles não tinham muita criatividade para fazer seu próprio movimento (E continuam não tendo, pois hoje em dia copiam o Terrorismo dos EUA "Afro Lives Matter" colando cartazes de Vidas Negras Importam e fingindo que não sabem que mais de 90% dos assassinatos de negros e pardos são cometidos por civis e não por policiais), como havia dito Richard Feynman. Acreditando que viviam em um país como os EUA, os militantes negros brasileiros passaram a argumentar que o Brasil é um país da Europa racista. Em meados da Década de 1980, com o fim da ditadura militar brasileira, o Movimento Negro pôde ganhar força e ditar as políticas implantadas para a "população carente" no Brasil... como se todos os carentes fossem negros.

Passados alguns anos, depois da ascensão do primeiro analfabeto ao poder paralelo central, o Movimento Negro passou a ser movido apenas por cotas, como se todo o negro brasileiro almejasse comer cotas no café da manhã, lanche, almoço e janta. Passados 13 anos, o Movimento passou a ser mais LGBT e Radfem, mas com as mesmas exigências de sempre: cotas. Hoje junto com alguns movimentos pós-modernistas, o Movimento Negro passou a fazer exigência de cotas para gays e mulheres em tudo quanto é buraco, inclusive na terra, separando 20% do cemitério para o enterro exclusivamente de negros, gays e lésbicas mulheres.

No Brasil, o Movimento "Negro" se divide em algumas grandes sub-divisões:

A Geração NutellaEditar

 
Negro da Década de 2010 vs. Militante do Movimento Negro da Década de 2010.

"Geração Nutella" é o carinhoso nome dado ao Movimento Negro da Década de 2010, que consiste em um bando de hipsters abiolados e despirocados que só fazem militância em relação a burrices sem sentido só servindo para desacreditar o próprio Movimento. Se têm dedicado à militância cibernética, criando, em conjunto com o enche-saco do Feminismo, o "Tribunal da Internet", que consiste em fazer Cyberbullying com pessoas que acreditam que estão cometendo a idiotice Apropriação cultural e outras abominações, que consideram racistas, como branco comendo Feijoada (e esquecendo que esse é um prato tradicional de Portugal).

  • Usa cabelo black power pintado de cores de fresco (azul, rosa, verde, amarelo...);
  • É mulato mas diz que é "negro";
  • Fala de África sem nunca lá ter estado (e, provavelmente, nunca vai pisar lá), sem saber a história do continente e sem conhecer nada de política africana;
  • Usa roupa ajustada e colorida;
  • Acha que todos os africanos têm o mesmo tom de pele e a "pele negra" é toda igual;
  • Acredita mesmo que a Beyoncé está preocupada com o Movimento negro;
  • Brilha que nem purpurina ao sol;
  • Usa turbante, tranças embutidas, argolas gigantes e roupa "africanizada";
  • Acha a Rihanna a maior diva;
  • Tem máscaras e estátuas africanas (compradas no IKEA) como decoração de casa;
  • Usa uma quantidade absurda de bijuteria dourada de uma só vez;
  • Deixou de gostar do Kendrick Lamar por ter casado com uma mulher parda;
  • Enche o saco dos outros (incluíndo dos próprios negros);
  • Autovitimiza-se por tudo;
  • racismo em todo o lado.
Militante Negro Raiz Militante Negro Nutella
Lutou contra o Apartheid Luta em favor de um novo Apartheid
Fazia militância pelos direitos civis dos negros Faz militância pelo turbante, pela feijoada, pela trança embutida...
Vivia fugindo do KKK É o KKK da Internet
Lutou contra o colonialismo e pela independência do seu país casado com branca (Agostinho Neto e Seretse Khama) É contra as brancas "roubarem" seus negros porque branco "nunca vai compreender a complexidade do racismo"
Instaurou uma ditadura em algum país de África Instaurou uma ditadura na Internet
Defendia a igualdade dos negros Defende a superioridade dos negros
Fazia alianças com os brancos Só xinga branco
Quanto tinha problema com branco resolvia na catana Quanto tem problema com branco escreve um post num blog
É negro (e africano, mesmo) É mulato e afro-descendente (nunca foi a África)
Era conhecedor da complexidade política e étnica de África Pensa que África é tudo igual e que todos os reinos tribais vivem em harmonia
Participou ou apoiou os movimentos libertários da Guerra Colonial Portuguesa Não sabe uma porra acerca da Guerra Colonial Portuguesa
Admirava e apoiava John Fitzgerald Kennedy Não sabe porque o Movimento negro admirava o JFK
Faziam manifestações em favor da independência dos países africanos, onde participava todo o mundo que apoiava a causa (inclusive brancos) Faz manifestação só com "negrxs" para branca deixar de usar turbante
Adquiriu suas ideologias lendo livros Adquiriu suas ideologias lendo textos da internet
Lutavam para ter acesso aos mesmos espaços do que os brancos Quer espaços exclusivos só para "negrxs"
Sentia o Racismo na pele, sendo xingando e enxovalhado no meio da rua Sente o Racismo quando branco lhe toca na afro
Seguia Martin Luther King Prefere o discurso extremista de Malcolm X e dos Panteras Negras
Tinha de fazer petição ao tribunal para frequentar universidade Tem sistema de cotas para entrar na universidade
Fazia o curso mas não podia exercer certas profissões porque era negro Faz o curso e já pode ser médico, professor, etc.
Não cursava na Universidade porque sua petição era rejeitada Não cursa na Universidade porque não quer
Sou oprimido porque não tenho direitos sociais! Sou oprimido porque os brancos fazem Apropriação cultural da "cultura negra"!

Ver tambémEditar