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Núcleo Bandeirante

Núcleo Bandeirante, também chamada por Núcleo Bundeirante é o primeiro interior do Distrito Federal, foi construída em 1957 do dia para noite pelos candangos, que desde essa época já usavam a cidade dormitório para ir trabalhar no Plano Piloto. Até hoje isso nunca mudou, e um típico habitante do Núcleo Bandeirante passa seus dias mais fora da cidade do nela, usando seu barraco apenas para dormir e comer a sua Raimunda.

Índice

HistóriaEditar

A cidade inicialmente surge como um antigo acampamento de desbravadores e bandeirantes que vieram reconhecer o território do Distrito Federal durante a colonização do Brasil, e não acharam mais o caminho de volta.

Depois que Juscelino Kubitschek teve a insana ideia de transferir a capital brasileira para o meio do nada, aquele pequeno acampamento foi usado para alocar todos operários e escravos que trabalharam feito burros na roça na construção de Brasília. Por falta de criatividade, a cidadezinha era conhecida como "Cidade-Livre", devido a grande quantidade de libertinagem e a completa ausência da lei naquelas bandas, coisa que nunca mudou até hoje. Nessa época não havia impostos e nem escrituras, o que contribuía para um grande caos de invasões e em 1 ano já haviam mais de 2.000 barracos de madeira. A ideia inicial do governo era que o Núcleo Bandeirante funcionasse somente de 1957 a 1960, mas é claro que os governantes se iludiram em achar que fosse tão fácil assim extinguir uma cidade de pobres. Essa raça de infelizes começaram a acumular-se cada vez mais e mais, com uma impressionante capacidade de reprodução que só os pobres tem.

Em 1960, Jânio Quadros liderou a primeira operação de desapropriação de invasões da história do Distrito Federal (ontem houve a 23.754° operação similar). Mas como pobre é igual barata, você mata um e vem dois novos pobres no lugar, o Núcleo Bandeirante continuou de pé, como uma das mais tradicionais favelas de Brasília.

 
Núcleo Bandeirante, a primeira favela do Distrito Federal.

Com o passar do tempo a cidade recebeu uma quantidade absurda de "orelhas-sêcas" nordestinos, que abandonaram suas "muiés e fios" na merda e passando fome no agreste e se mandaram para o Núcleo Bandeirante onde nutriam uma falsa esperança de tornarem-se alguém na vida. Isso acabou atraindo uma quantidade também absurda de prostitutas, transformando a cidade na maior concentração de bordéis, moteis e night clubs de todo Centro-Oeste. Toda essa putaria deu origem aos primeiros candanguinhos (nascidos no DF), ou seja, iniciando assim essa "(desg)raça candanga". E até hoje o Núcleo Bandeirante é um dos principais contribuidores para a taxa de natalidade candanga.

Recentemente, um bando de ricos construíram centenas de suntuosas e imensas mansões nos arredores do Núcleo Bandeirante, e rapidamente, para se separarem daqueles pobres, criaram o Park Way.

TurismoEditar

Há pouca coisa na cidade a se fazer ou visitar, além dos botecos deprimentes no beco do Mercadão que são mais sujos que banheiro de rodoviária. Há o famoso Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, que foi um bom hospital só de 1957 a 1960. Depois disso, quando Núcleo Bandeirantes foi abandonada, o hospital tornou-se mais uma merda qualquer.

As bocas de fumo na Divinéia também são um clássico galeroso a ser visitado, assim como brincar de morrer na linha do trem da RFFSA que cruza o fim da cidade. Na Roda do Chopp, no Setor Bernardo Sayão, reúnem-se os mais finos galeritos da cidade, para dançar deprimentes valsas bregas e depois se ticarem de canivete em uma eventual treta. Na Praça Padre Roque, zoar a estátua do pioneiro Garcia Neto faz parte da cultura dos jovens locais há décadas.

BairrosEditar

O bairro da Metropolitana é mais um local a ser evitado no Núcleo Bandeirantes (a nãos er que você esteja procurando crack e cocaína). Cheia de japoneses, parece até um bairro de Tóquio. Também tem a Vila Nova Divinéia, que é um lugar onde você nunca deve pisar, se quiser continuar vivo.

Ver tambémEditar

Para saber mais do Núcleo Bandeirante, consulte:

v d e h
BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL