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Neil Young

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Neil Young.
Cannaba.jpg UNCLEFUCKER!!

Este artigo contém humor canadense, eh? Seu autor é um lenhador que vive em uma floresta de pinheiros. Se não fossemos nós, vocês não teriam nem papel, nem comediantes!
Buddy Guy com tres na cama.jpg

Chuck Berry deu sua benção a este artigo!

Obrigado! Este artigo se sente mais forte agora :)

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Neil Young é um capiria do interior do Canadá metido a roqueiro que, um dia, quer cantar que nem o Sérgio Reis. É muito zoado famoso tanto por cantar com o nariz quanto por suas letras que não querem dizer nada para ninguém, ou seja, são uma merda não tem sentido algum, sendo uma das mais escrotas melhores coisas que o rock americano já produziu, mesmo com seu estilo musical transitando entre o folk e o country rock, alternando com álbuns mais imundos pesados em que algumas músicas se aproximam do hard rock, com guitarras mal tocadas “sujas” e longos solos improvisados com muita distorção. Seus shows são verdadeiras conversas pra boi dormir celebrações de rock, onde toca acompanhado de alguns vagabundos drogados que fazem qualquer coisa por um trocado para conseguir o bagulho do fim de noite.

Neil Young rezando para que alguém compre o seu novo disco.

BiografiaEditar

Neil Percival Kenneth Robert Ragland Young nasceu de um ovo, escondido no monte de gelo que futuramente seria o Canadá, na época em que os dinossauros ainda caminhavam sobre a Terra, e ainda jovem, devido seus pais terem sido comidos por dinossauros ainda maiores no café da manhã, pegou suas trouxas e picou a mula pra uma cidade deserta e mal-assombrada, onde começa sua carreira tocando num bar onde só aparecia a ralé da cidade. Em 1965, volta para o Canadá, onde, com algumas bandas locais, grava algumas porcarias. Daí, se manda para Los Angeles e, com mais alguns vagabundos, forma outra banda de vagabundos desocupados que acham-que-tocam-mas-não-tocam-porra-nenhuma formam uma banda de folk-rock (que era uma merda). Quando o grupo acabou (graças a Deus!) em 1968, Young partiu para a carreira solo (que nem o Daniel). Os seus cocôs álbuns iniciais, Everybody Knows this is nowhere (1969) e After the Gold Rush (1970) foram impiedosamente detonados pela crítica, e, por isso, aceitou participar do Crosby, Stills & Nash, como membro efetivo do quarteto de cornos mansos (o primeiro quarteto de cornos que se tem notícia... até hoje!). Acrescido de Young no nome, o quarteto passou a fazer menos sucesso do que antes (ou seja, se tornaram praticamente vagabundos alcoólatras desconhecidos, ou seja, voltaram à estaca zero). Após uma turnê pelos Estados Unidos, e, depois de muita porrada e disputas pela última garrafa de uísque da noite, separaram-se.

Harvest (1972) torna Young um verdadeiro superstar da música brega da época, só que devido à morte de dois emos que lhe eram muito próximos, mete a cara nas drogas (não há cocaína que sobre com um nariz desses) e no álcool, o tornando emo de uma vez por todas, tanto no visual quanto no som. Tudo o que grava neste período (1973-1975) é marcado por assuntos como ter levado aquele par de chifres, seu time ter sido rebaixado, não ter dinheiro para comprar birita e não conseguir comprar seu creme para a pele favorito, fazendo um som mais escroto do que antes, o tornando mais desconhecido (ainda!) do que antes, com os álbuns Time Fades Away, On The Beach e Tonight’s The Night; bastante detonados tanto à época de lançamento quanto atualmente, sendo verdadeiras aulas de como NÃO se fazer música! Zuma, de 1975, marca seu retorno ao country-rock e ao folk, já Comes a Time, de 1978, se torna um dos mais odiados discos de country que se tem notícia; enquanto que Rust Never Sleeps, de 1979, é um verdadeiro insulto ao rock’n’roll, acompanhado de um dos piores discos ao vivo já lançados, Rust live.

Nos anos 80, ele conseguiu descer ainda mais ao fundo do poço (se isto é possível), fazendo algumas merdas de rockabilly e blues, além de uma homenagem a seu ídolo maior Sérgio Reis em Old Ways, de 1984, continuando a cagar sua vida e aporrinhando a vida alheia com suas músicas escrotas e suas letras sem sentido. Freedom, de 1989, o tira do anonimato da música brega, fazendo-o voltar a tocar nos velhos bares imundos e esquecidos, freqüentados somente pela ralé da sociedade moderna.

Ver tambémEditar