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Nioh

Virtualgame.jpg Nioh é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Lavos destrói o mundo.


Nioh
Nioh capa.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Temo Ninja
Publicador Sonyc Interactive Entertainment
Qualé Técnico
Ano 2017
Gênero Dark Souls de samurai
Plataformas PlayStation 4, PC
Avaliação 5/10
Idade para jogar Livre

Nioh é um Dark Souls de samurais que serviu de bom rascunho para dois jogos muito melhores chamados Sekiro e Ghost of Tsushima. Jogo desenvolvido pela Team Ninja, que deu uma pausa no desenvolvimento de seus jogos de putaria para tentar criar algo mais sério, mas só criaram mesmo foi um Dark Souls genérico para PlayStation 4 (e depois hackeado pra PC).

JogabilidadeEditar

 
Acontecimento comum no jogo quando você não o joga corretamente, que é só sair correndo sem parar ignorando os inimigos todos.

Nioh é aquele típico jogo frustrante onde não é raro encontrar inimigos que te matam em apenas 4 ou 5 golpes, as vezes gordões que te matam em 2 golpes, isso sem contar os chefes que aí é One-Hit Kill. Mas ficar morrendo nesse jogo é coisa de n00b que acha que está jogando Dark Souls e precisa enfrentar todo e qualquer inimigo e explorar cada canto de cada fase para pegar até o último item, algo que é estritamente desnecessário.

O mais correto é sair correndo como um louco pelo cenário, visando a porta do chefe. Depois de chegar na porta do chefe, você deve tirar toda a roupa do personagem e combatê-lo pelado, dando cambalhotas feito um maluco e dando porradas de lança. Com essa tática você encerra o jogo em 2 horas e sem sofrimento.

No mais, se você for masoquista e quiser sofrer mesmo assim, então você pode tentar jogar como se fosse Dark Souls, enfrentando inimigo por inimigo, chamando um por um porque se junta dois você tá lascado. E a única diferença será que ao invés de coletar almas você coleta almas, só que com um nome, chamada Amrita e que se você morrer você perde tudo, mas é fácil recuperar.

Apesar da variedade falsa de mais de 8000 armas, na prática a variedade são de apenas 5 tipos de armas, todas horríveis, forçando que o jogador a sempre usar a katana nas fases e depois a lança para os chefes. Com cada arma há 3 posturas, uma péssima, uma horrível e outra normal que você vai usar o jogo inteiro. E seguindo a tendência de Dark Souls onde até arrotar consome sua barra de stamina, o jogo dá uma facilitada ao introduzir a mecânica do Ki Pulsing, que é um botão que você aperta após os golpes e solta um peido brilhante que recupera a barra de stamina com maior velocidade.

EnredoEditar

Seguindo o estilo Dark Souls, nada é explicado e você tem que adivinhar tudo. O jogo se passa no Japão do século XVII onde nos é apresentado uma visão ocidental de como seria o Japão naquela época, um período dominado por otakus onde qualquer habitante do Japão fazia otakices, o que implica em alta existência de pokémons, samurais raivosos e demônios que não tomam banho há séculos e estão rodeados por uma aura de futum azedo (os otakus). Cabe ao jogador, controlando o protagonista inglês-irlandês chamado William Adams, dizimar até o último otaku existente, fatiando e assassinando narutards e todo o tipo de espécie similar, até o momento em que o jogador perceber que sua missão é impossível, pois não importa quantos otakus ele mate, sempre vai aparecer mais. O jogo é um pesadelo.

O grande vilão é Eduardo Suplicy, sim, o jogo é repleto de personagens históricos dos séculos passados. No caso, o pai do Supla usa magia negra em suas tentativas de livrar o Lula da cadeia e cabe a você impedir esse acontecimento. Mas aí você descobre que seus aliados são todos burros e drogados, não há lado bom nessa história, e você está cercado de otakus fedidos em todas as fases do jogo. A única menina legal, uma ninja chamada Okatsu, ainda se revela uma futanari e por isso ela não quer nada com William.