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Norma Bengell

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Norma Bengell.
Dilma, fugindo dos militares tarados, que a espiavam pelada na praia.
Atriz de identidade desconhecida, designada por Dilma para assumir a identidade de Norma Bengell até segunda ordem

Norma Bengell é um dos codinomes da presidentesa brasileira Dilma Rousseff, um dos únicos que acabou conseguindo sair da vida de rebelde esquerdista e se consolidar como atriz. Isso em boa parte pode ter se devido a ter mostrado a buceta em um filme (Os Cafajestes - Calma, apesar do nome, não é filme pornô) - isso em 1962, muito antes do telefone celular, da Internet, dos desfiles de carnaval com modelos de topless, das revistas de mulher pelada, da TV a cores ou até mesmo do cinema a cores.

Ela começou como cantora, mas gravou umas duas músicas só que postou em seu MySpace, mas ninguém nunca ouviu. Norma Bengell depois tentaria a carreira de diretora (que deu errado pra caramba, pois achavam que ela só dirigia pornô), realizando nessa função SOMENTE em 1996 um filme: O guarani, baseado na obra do romancista José de Alencar, que as meninas só viram por causa do Márcio Garcia, que era o tal Guarani.

Em 2008 assinou contrato com a TV Globo até novembro, efetivando assim sua personagem sapatão Deise Coturno até o final da segunda temporada da série Toma Lá, Dá Cá. Antes, ela já havia feito participações esporádicas após a saída temporária do ator Seu Ladir, ops, Ítalo Liano. Bem, essa participação só serviu pra mostrar como o tempo, o grande comedor, comeu ela também.

Em 2010, Dilma Rousseff se viu na situação de ter a carreira de atriz mais parada do que carreira paralela de ministra (que era só um bico, até então), e acreditou que seria uma boa estratégia profissional se dedicar exclusivamente a sua identidade original (supostamente) e concorrer ao cargo de presidenta do Brasil. Lula acreditou que seria uma ótima estratégia, uma vez que este sempre esteve vago, enquanto que o de presidente (masculino) foi sempre muito mais concorrido. Na campanha à presidência, o PT cometeu o erro de usar uma foto de Dilma Rousseff como Norma em propaganda. A população ficou dividida, uma parte empolgada com a possibilidade de ter uma presidenta que já foi um dia uma gostosa, mas outros estavam mais atentos ao fato de ter sido revelada mais umas das identidades secretas de Dilma, essa até então desconhecida. Como manobra para manter o segredo, foi fabricada a acusação por parte de "Norma" de que Dilma teria usado indevidamente a imagem "dela", o que convenceu a boa parte da população de serem duas pessoas distintas, junto ao fato das cenas de Bengell pelada deixarem a todos distraídos e incrédulos de que Dilma teria sido assim. O esquema foi muito bem suscedido, e Dilma conseguiu até mesmo se aproveitar da polêmica e desmentir, como Norma Bengell, ter descontentamento pelo uso indevido de imagem, e manifestou apoio à si mesma como Dilma (sem que no entanto ambas fossem vistas ao mesmo tempo num mesmo local). Inclusive porque a Ideli Salvati também curtiu as fotos da Norma pelada no Facebook, tal como foi com as fotos da Mônica Veloso (A.K.A. segunda mulher de Rouban Calheiros) na Playboy.

Até a data de 2013, Dilma Rousseff ainda sustenta a versão de que "Norma Bengell" não é um de seus codinomes, mas uma pessoa real. Até o momento, não se dispõe de informações sobre os antecedentes da pessoa que hoje se passa por "Norma Bengell".


Precedido por
Celly Campelo
Bandeira do Brasil.jpgMulher mais desejada do Brasil
1962 - 1967 ?
Sucedido por
Glória Menezes
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