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Nossa Senhora da Glória

Cquote1.png Nunca ouvi falar Cquote2.png
Qualquer um não sergipano sobre cidade de Nossa Senhora da Glória
Cquote1.png Ô povo feio Cquote2.png
Turista sobre habitantes de Nossa Senhora da Glória

Nossa Senhora da Glória (ou Nova York do Mundo do Contra) é a gloriosa capital do sertão sergipano, nossa que bosta, apenas comprovando que os sergipanos em sua baixa auto-estima sempre necessitams er a capital de alguma coisa, nem que seja do sertão do Sergipe, um lugar pequeno e miserável.

Índice

HistóriaEditar

Acredita-se que tenha surgido por um dos memoráveis trabalhos de Lampião que arrastou sozinho este punhado de terra fétida do Acre até a Bahia (sim ele achou o Acre, e depois inspirado nele criou Sergipe). Pouquíssimo tempo depois do seu feito, conseguiu escapar com vida do lugar, mesmo com uma intensa exposição à luz solar (ele precisaria passar um bom tempo no inferno pra se adaptar a temperatura) mas isso não se compara com o alto grau de tédio sentido pelo herói fundador desta inóspita cidade.

Com a região inteiramente desabitada ficou fácil para os baianos dominarem esta área, e com sua proatividade levando apenas 200 anos para que eles ocupassem por completo o seu vasto território de 0,999 Km². Ao fim desse processo de ocupação, descobriu-se uma densa mata fechada que posteriormente fez a região ser conhecida por Boca da Mata. Foi aí então que os baianos contrataram itabaianenses, alagoanos, pernambucanos, paraibanos, cearenses, maranhenses, potiguares e piauienses para abrir caminho pela mata, pois os baianos não poderiam fazer isso por razões óbvias de preguiça, caminho esse que era um atalho pra Bahia.

A partir de então essa região caiu em domínio comum e passou a ser unicamente utilizada para criação de bovinos e para a plantação de suprimentos alimentícios para os mesmos. Mesmo com o atalho criado, alguns baianos não foram capazes de deixar Boca da Mata por razões óbvias, foi aí então que começou a surgir o primeiro povoado. De uma forma geral, não mudou muita coisa até hoje em Nossa Senhora da Glória, exceto o número de lan houses que é de 435 por quilômetro quadrado, todas fedendo a mijo e cheias de guris(as) retardados(as).

GeografiaEditar

Localizada no sertão, Nossa Senhora da Glória é uma aglomeração de barracas casas localizadas no interior do sertão de um deserto em algum povoado de Sergipe. Há quem acredite que exista um certo povoado de dimensões subatômicas na saída da cidade, a esse povoado nomearam de Feira Nova.

EconomiaEditar

 
Trânsito pesado nas ruas de Nossa Senhora da Glória.

Nossa Senhora da Glória é uma cidade movida a festas, compondo quase que em totalmente a sua economia.

No setor primário (que por coincidência é o nome do curso onde todos os habitantes desta cidade param de estudar) baseia-se na produção de derivados de leite de boi vaca, pecuária (por que será?) e o cultivo de grãos de milho e feijão. O comércio cresce mais que barriga de africano, onde atende grande parte dos outros bairros de Feira de Santana das outras cidades do estado.

Nossa Senhora da Glória tem a pachorra de se vangloriar por ter a maior feira livre da região, que é composta por feirantes vindos dos quintais desta cidade (ou seja Monte Alegre de Sergipe, Canindé de São Francisco, Porto da Folha, Poço Redondo e por aí vai). Dentre todas as atividades econômicas de Nossa Senhora da Glória, representam 84,9999% do seu PIB o que vem da bolsa família, e 0,0001% das lan houses.

PolíticaEditar

As eleições municipais estão mais pra leilões, ganha o partido que mais prometer festas e trazer mais comboios do inferno bandas de sucesso. No caso de empate no pleito, fica com a viúva do prefeito que deu a mais linda dentadura em troca dos votos dos intelectuais da cidade.

PopulaçãoEditar

Com meros 35.000 habitantes, Nossa Senhora da Glória é ainda assim uma das maiores cidades sergipanas, pois não há espaço para mais cidades lá. Dentre estes habitantes, 54% são mendigos que infestam a feira, o restante são pessoas ameaçados de morte por Jeremias.

CulturaEditar

O Carnaforró de Nossa Senhora da Glória é mais ou menos uma amostra grátis do Precaju, que ocorre no mês de Outubro. Ele é mais ou menos porque é pago, baianos de Sergipe e os baianos da Bahia prontamente pagam em torno de 50 reais pra ficar dentro de uma área perto do trio limitada por uma corda, só pra ficar se esmurrando, se empurrando e dando cotoveladas uns aos outros e ouvindo músicas que dá até dor de dente de tanto ouvir nas rádios. O mais impressionante é que a corda também funciona como isolante sonoro, por mais que você se esforce não conseguirá "curtir as músicas" do lado de fora da corda, o que justifica pagar para entrar do lado de dentro da corda. Este grande exemplo de demonstração cultural começa com bandas macumbeiras de axé e ao final do dia termina com um monte de diarreia musical conhecida como forró, notavelmente não estamos falando daquele com o ritmo criado por Luís Gonzaga.

Outras festas tradicionais da cidade são o Rock Sertão, famosa por ser a pior festa do rock alternativo do sertão sergipano, a Festa Religiosa da Padroeira de Nossa Senhora da Glória que é a própria, Exposição Agropecuária e Feira do Leite.

A preferência musical desse povo varia muito. Alguns ouvem forró e pagode, outros ouvem sertanejo e forró, a outros que ouvem pagode e sertanejo ao todo representam 98% da população, os demais se dividem em música gospel, polka austríaca e rock, este último representa 0,sódeussabequanto% da população.

EsporteEditar

O melhor time da cidade está na 7ª divisão do campeonato sergipano. O campeonato sergipano por sua vez é um dos campeonatos de mais baixo nível do mundo.

TurismoEditar

Além de visitar o carnaval da cidade e conhecer o Inferno na Terra, não há turismo na cidade, apenas uma visita bem decadente à barragem da cidade, ou suas tantas lan-houses.