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Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores é só uma pequena vila isolado no centro de Sergipe cercada de Sergipe por todos os lados, ou seja, na pior localização possível de todo o território brasileiro, longe de Aracaju, Salvador, rio São Francisco e Maragogi tudo ao mesmo tempo. Devido a esta localização inóspita, cientistas de várias partes do mundo debatem os motivos de alguém se submeter a viver por livre vontade num local desses. Por isso conforme o decreto de lei nº 2848 do Código Penal o município vem sendo processado por escarnecer as pessoas do credo católico por ridicularizar o nome de "Nossa Senhora das Dores" que nada tem a ver com as falcatruas, misérias e falta de educação cometidas no município

Índice

HistóriaEditar

 
Estátua de Santa Silvia das Dores no centro da cidade.

Em 1604 o capitão-mor da Bahia, por preguiça de procurar um lugar melhor, concedeu a um desafeto seu, "para o manter longe de si e ir pastar", um pedaço de terra numa região inóspita (centro de Sergipe) muito longe, e para lá um novo mandatário se mudou, para criar um vilarejo sem muitas esperanças de ser algo bom, o que se concretizou.

O primeiro nome do povoado tinha o singelo e simpático nome de Enforcados devido ao destino que os indiozinhos que viviam ali tiveram, por andarem pelados, algo que os portugueses não gostavam pois feria sua masculinidade ver aquele monte de pênis maiores que os seus. Só séculos depois, após a chegada de religiosos, estes decidiram pelo menos disfarçar a ruindade de tal cidade mudando o nome para o atual "Nossa Senhora das Dores", que pelo menos não ofendia Nossa Senhora pois evocava as suas dores em saber que existe tal cidade tão desprovida de algo de bom.

EconomiaEditar

É uma cidade pobre como é de se esperar de qualquer coisa que venha de Sergipe, com economia baseada em agricultura e pecuária cuja produção enriquece um ou outro fazendeiro que fazem bem em nem comparecer na cidade e gastar sua fortuna em Aracaju ou onde há coisas interessantes. A indústria é de baixo padrão, como a sucroalcooleira, baseada em trabalho semi-escravo.

EducaçãoEditar

Nem existe alguma pesquisa sobre o índice de analfabetismo na cidade de Nossa Senhora das Dores, muito talvez por vergonha do resultado que podem descobrir, pois é difícil encontrar na cidade alguém que saiba o básico do português correto, todos sempre se expressando como bichos do mato e incapazes de compreender textos, tudo graças às escolas do município que são inexistentes, conforme a UNESCO, que se nega a considerar aquelas coisas como "escolas".

CulturaEditar

Nossa Senhora das Dores é uma dessas cidades repleta de gente mal instruída e crédula, afinal nunca estudaram para saber que a chuva ocorre devido à coalescência da umidade suspensa nas nuvens que devido ao seu peso precipita até chegar ao solo, e não porque São Pedro quis. E por isso as manifestações culturais são coisas como os Penintentes, um grupo de homens de sexualidade duvidosa (não permitem aproximação de mulheres) que ficam perambulando pela cidade tentando encontrar sofrimento maior que aquele sofrimento que é o de simplesmente viver nessa corrutela.

Outra bizarrice é o carnaval que na cidade é realizado no mês de abril, indo contra qualquer cunho religioso que tal festejo possa ter, sendo basicamente só pela festa e pela putaria mesmo de atrair turistas a qualquer custo. É claro que quem vai para a denominada "Micarense" é no máximo pseudo-playboys de buracos como São Miguel do Aleixo, Moita Bonita e Feira Nova.