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Nossa Senhora do Socorro

Nossa Senhora do Socorro é o maior bairro de Aracaju, afastado apenas 8km do centro da capital de Sergipe. Por ser uma cidade-dormitório e que não foi planejada no ridículo formato de xadrez, foi expulsa para ser um município a parte e por isso alguns veículos informam erroneamente que Nossa Senhora do Socorro é a segunda maior cidade de Sergipe, quando na verdade é na prática visivelmente apenas um grande bairro de periferia de Aracaju.

Município de Socorro Nossa Senhora
"Bairro de Aracaju"
Bandeira de Nossa Senhora do Socorro.png
Bandeira
Fundação Não se sabe
Gentílico nossense-senhorense-socorrense
Lema Porra nenhuma
Apelidos Bairro de Aracaju
Prefeito(a) Alguém aí
Localização
Localização de Socorro Nossa Senhora
Estado link={{{3}}} Sergipe
Mesorregião Sergipe para Turistas
Microrregião Aracaju se Achando Cidade Grande
Região metropolitana Aracaju e suas Favelas
Municípios limítrofes Aracaju, Laranjeiras, Areia Branca, São Cristóvão e Santo Amaro das Brotas
Distância até a capital 8 Km só km
Características geográficas
Área 0.157 km²
População Difícil determinar hab. 2014
Idioma sergipanês
Altitude 0 metros
Clima Não disponível
Indicadores
IDH Melhor que Maceió (seu parâmetro) IBGE/2014
PIB R$ Melhor que Maceió (seu parâmetro) IBGE/2014
PIB per capita R$ Melhor que Maceió (seu parâmetro) IBGE/2014

HistóriaEditar

As primeira habitações na região surgiram por volta de 1575, ano em que a coroa portuguesa ordenou que o interior de Sergipe fosse melhor e mais explorado. Como na época o Sergipe não existia e aquilo tudo era apenas a Bahia e controlado por baianos, o máximo que os baianos conseguiram ir para o interior, devido à sua baianice, foi subir um pouquinho o rio Sergipe e desistir ali mesmo, onde decidiram fazer um vilarejo e alegar que já havia explorado o bastante. Por sorte, nunca houve algo realmente de útil no interior de Sergipe, então nunca puniram a preguiça dos primeiros exploradores da região e fundadores de Nossa Senhora do Socorro.

No século XVIII o vilarejo já era líder produtor de mandioca e cana-de-açúcar, motivos de seu subdesenvolvimento até hoje, e com uma população de 3 mil habitantes bóias-frias já era a maior cidade do Brasil Colonial de sua época.

Sabe-se que em 1832 é criado ao norte o povoado de Laranjeiras, e estes protestaram violentamente quando o governo define que Nossa Senhora do Socorro deveria pertencer a eles, estourando assim a famosa Guerra dos Vagabundos, quando os laranjeirenses deitaram em suas redes e passaram a cagar solenemente, ignorando totalmente os socorrenses, até que em 1868 fosse concedido autonomia para que Nossa Senhora do Socorro pudesse se tornar um bairro-dormitório de Aracaju.

EconomiaEditar

A economia de Nossa Senhora do Socorro é totalmente dependente de Aracaju, capital cujo fiapo de terra em que se encontra não tem espaço para mais nada ser construído ali, ainda mais porque o Aeroporto de Aracaju ocupa metade de seu território, então quando surgiu a ideia de criar um terceiro shopping em Aracaju, por exemplo, eles tiveram que erguer o Shopping Prêmio em Nossa Senhora do Socorro por falta de espaço em Aracaju. Os socorrenses, claro, não frequentam o shopping ("chópis" no dialeto local) que serve apenas para os aracajuenses.

No setor primário, destaca-se a produção de produtos sem valor agregado de mercado e de plantio simples e fácil que qualquer agricultor consegue produzir, como banana, coco-da-baía, manga, batata-doce, cana-de-açúcar, mandioca e feijão. Até possui uma zona industrial, mas ninguém sabe o que é produzido lá ou quem trabalha lá.

Porém, notadamente, a economia de Nossa Senhora do Socorro é 99% baseada no setor de serviços, no qual quase que toda a população vai trabalhar de garçom, faxineiro, ambulante, vendedor na praia, atendente, balconista e caixa em Aracaju. Na própria cidade os serviços mais comuns são de garçom, faxineiro, ambulante, vendedor na praia, atendente, balconista e caixa no Shopping Prêmio.

TurismoEditar

 
Um desconcertante ponto turístico da cidade.

Não há turismo em Nossa Senhora do Socorro, estrangeiros ali só quem se perdeu muito da Praia do Atalaia ou da Praia 13 de Julho. O máximo que a cidade oferece é um mangue cheio de mato que chamam de Prainha do Porto Grande, que na verdade serve apenas à população local, que tem preguiça de se locomover para uma praia mais decente na capital.

Por muitos séculos nunca houve algum ponto turístico na cidade, mas algum gênio teve a ideia de criar uma escultura que posteriormente viria ser considerada por unanimidade como a escultura mais ridícula do mundo, que trata de um caranguejo de 2 metros de altura tocando um acordeão no meio do gramado. Toda pessoa que passa pelo local e se depara com uma escultura de tamanho mal gosto não resiste tirar uma foto e rir sobre como os sergipanos não possuem senso do ridículo na hora de criar um monumento.