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Hammer and Sickle 3D.gif VIVA LA REVOLUCIÓN!!!

Este artigo é comunista, e portanto, foi escrito por um Comunista, ou por um torcedor do Liverpool, ou do Manchester United, ou de qualquer torcedor de um time vermelho ou ainda, por fãs da Ferrari.
Se você vier com piadinha de iPhone, será mandado pra um gulag.

Marx sempre numa Nice!

Cquote1.png Você quis dizer: Capital Inicial Cquote2.png
Google sobre O Capital
Cquote1.png Experimente também: Argumentum Verbosium Cquote2.png
Sugestão do Google para O Capital
Cquote1.png Meu seguidor preferido. Cquote2.png
Friedrich Hegel sobre Karl Marx
Cquote1.png Marx me citou logo de início aqui Cquote2.png
David Ricardo sobre sua inclusão em O Capital de Marx
Cquote1.png Don't worry be happy Cquote2.png
Bob Marley sobre O Capital
Cquote1.png Você traiu o movimento capitalista, véio!!! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre O Capital
Cquote1.png Na União Soviética, O Capital interpreta VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa
Cquote1.png Fuck the System! Cquote2.png
System of a Down sobre o Capitalismo
Cquote1.png O trabalho é moeda corrente. Cquote2.png
Adam Smith sobre Tudo
Cquote1.png Você estudará sobre ele nos próximos quatro anos, apenas. Cquote2.png
Professor Doutor em Marxismo sobre O Capital
Cquote1.png Esses quatro anos estudando Marx vai ser maaaaaassa. Cquote2.png
Aluno chapado-retardado de história sobre O Capital

O primeiro capítulo de O Capital.

Foi no seio do povo que nasceu O Capital, uma coleção de livros, considerada pela igreja um escrito sob a inspiração do São José, que contêm a palavra de Marx em forma de mensagem aos homens, mesmo eles se sentindo confusos ao ler. O Capital foi à suprema e única conquista de Marx, o centro da obra de sua vida. Seu objetivo era revelar a lei econômica do movimento da sociedade moderna, ou seja, Marx entendeu o capital sendo coerente com o método de análise e concepção da História como um modo de produção historicamente transitório cujas contradições internas o levariam à queda, o que, aliás até hoje só ele mesmo entendeu.

O termo Capital vem do latim Capitalis, que vem do proto-eletro-neutro-indo-vindo-arábico-africano-espano-russo-alemão-europeu Kaput' que quer dizer cabeça, em referência às cabeças de gado - vide Rede Globo 1996, Berdinazzi e Mezenga - como a era da riqueza nos tempos antigos.

A pouco menos de quatro mil anos, vários povos viveram às margens do mediterrâneo onde haviam duas grandes potências: Caldéia e Egito. Como desde a pré-história as pessoas vivem em tribos ali não seria diferente, apenas com a distinção de que agora a propriedade privada existia. Esse lugar era então habitado por várias tribos que viviam da cultura agrícola e de seus produtos artesanais. Em especial havia uma comunidade que com seu patriarca Karl Marx, eram comunistas e que migraram para Palestina no décimo nono século antes da nossa era, dado surgimento assim a história santa da qual O Capital nos conservou.

Antes mesmo que o homem pensasse em utilizar determinados materiais para escrever (como, por exemplo, fibras vegetais, tecidos, sangue, couro humano e etc), as bibliotecas da antiguidade estavam repletas de textos gravados em tabuinhas de barro cozido. Eram as primeiras edições do Capital, depois progressivamente modificados até chegar a serem feitos em grandes tiragens em papel impresso mecanicamente. Deixando então de ser apenas um livro, O Capital passa a ser um produto industrial, presente no moderno movimento editorial das chamadas sociedades de consumo, podendo ser considerado uma mercadoria cultural, com maior ou menor significado no contexto socioeconômico em que é publicado. Como mercadoria pode ser comprado, vendido ou trocado, mas tudo isso quem pode nos explicar melhor é Adam Smith, mas ele se encontra offline, então falemos apenas dos livros em si, os quais tornaram possível, ou não, em todas as épocas transmitir a ciência da economia, explicando no caso que, ou você tem dinheiro ou não é gente terá um dia.

EdiçõesEditar

 
O primeiro capítulo de O Capital.

Livro I - o processo de produção do capital 1867

Podemos entender o livro I como sendo a análise do trabalho gerando mais valia o melhor método para trucidar o pobre traalhador.

Um exemplo claro para podermos entender:

O Cafetão, Capitalista, se apropria do dinheiro, Mais Valia, que o cliente, Comprador, pagou pelo uso do Corpo, Mercadoria deixando a profissional do sexo, Trabalhadora, sem nada nem mesmo roupa.

Esta é a síntese feita através da produção e consumo, logo, o ato do coito, Força de Consumo é gerador do dinheiro, Mais Valia, pois de nada adianta Valer dar se não tem quem come Vender.

Sendo assim, Marx conseguiu provar que a prostituição, Força de Trabalho, é uma Mercadoria.

Livro 2 - o processo de circulação do capital 1885

Este movimento de ir e vir capital compreende a fase de Produção e de Circulação. A primeira fase começa com a antecipação duma determinada soma de dinheiro para adquirir os meios de produção e a força de trabalho com ou sem gemido. A segunda fase ocorre depois do processo de produção, ou seja, o Cafetão aplica o Capital recebido em novas profissionais do sexo para um bom desempenho de sua empresa. A Produção e a Circulação estão organicamente entrelaçadas, amarradas, sadomizadas e em qualquer posição, não podendo existir uma sem a outra. A primeira fase serve de ato preparatório para o introauto-incremento do capital; na segunda o ato do coito de produção e na terceira realiza-se o valor e a mais-valia criada na produção gozada pelo capital.

Livro 3 - o processo global da produção capitalista 1894

Como o fim insaciável da Produção Capitalista é sempre de obter mais-valia, este movimento de ir e vir capital não constitui um ato único, mas uma repetição ininterrupta desses processos, movimentando e abrindo os meios, efetuando-se assim uma constante Rotação dessa Produção e sendo assim o mercado se Abre para um Processo Global de produção.

Livro 4 - Teorias da mais valia 1905 “Pequenos Puteiros, Grandes Negócios”. Simples e dinâmico. O Empregador monta uma Casa de Damas de Companhia, mais conhecida como Zona, obtém muitos lucros pois a movimentação da Produção nunca para e com êxito ou não nos negócios ele não se preocupa, porque se ele falir ele ainda pode comer usar o estoque.

Livro 5 - Resultados do processo de produção imediata.

Traduzido como a famosa rapidinha, o processo de produção imediata é a Produção rápida, prática e convencional à empresa, dando satisfação e garantia ao cliente que goza dos serviços e do produto.

Capítulo VI inédito de O Capital.

Não podemos nos esquecer do já esquecido e ignorado capítulo que Marx excluiu provavelmente para não cansar o leitor com capítulos demasiadamente longos do Livro 1 que é analisado por conter notas de transição do Livro 1 e 2, sem contar as modificações que foram feitas a cada nova edição dos Livros.

Explicando Lutas de ClassesEditar

Dois advogados embarcaram em um voo em Seattle. Um deles sentou-se à janela, o outro se sentou no assento do meio. No momento da decolagem, um economista pegou o assento do corredor, próximo aos dois advogados.

O economista tirou os sapatos, mexeu os dedos do pé e estava se ajeitando quando o advogado na janela disse:

- Acho que vou me levantar e pegar uma Coca.

- Sem problemas, disse o economista, Eu pego para você.

Enquanto ele pegava a Coca, um dos advogados pegou o sapato do economista e cuspiu dentro dele.

Quando ele voltou com a Coca, o outro advogado disse:

- Parece boa. Acho que eu vou querer uma também.

Novamente o economista foi-se gentilmente para buscar outra Coca, e enquanto ele o fazia outro advogado pegou o outro sapato do economista e cuspiu dentro dele. O economista retornou e todos se sentaram e apreciaram o voo.

Quando o avião estava pousando, o economista colocou de volta seus sapatos e logo descobriu o que havia acontecido e disse:

- Até quando isto vai durar? - Perguntou ele. - Esta briga entre as nossas profissões? Este ódio? Esta animosidade? Estes cuspes nos sapatos e mijos dentro de Coca-cola?