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O Nascimento de Uma Nação

Va-a-merda-porra-(Luiz-Carlos-Alborghetti).gif Este artigo pretende ser ofensivo!

Se você não se sentiu ofendido, edite-o até se ofender.

E se se sentiu ofendido, VÁ A MERDA, PORRA!!!
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Na Itália e na Alemanha, os Camisas Negras e Pardas amam o fascismo e exterminam você, seu comunista!
Cquote1.png FUDEU! OS GREYS EXISTEM! Cquote2.png
Típico comentário de atores do filme

O Nascimento de Uma Nação é um filme maluco criado por um diretor que só gosta de ser chamado de "Griffth", por dois simples motivos: Griffth é o nome de um carrão esportivo. Segundo motivo é que, com apenas um pseudônimo, o diretor não seria sentenciado por racismo.

O diretor, após ter sido alvo de todos os esculachos da crítica, disse a célebre frase: "Eu não sou racista. Racismo é crime. E crime é coisa de preto"

Índice

ProduçãoEditar

O filme é mudo, como a maioria de sua época. Mas o detalhe aí é que foi esse filme que popularizou os termos: "racista" e "KKK"... E olhe que não me refiro as risadas que se usa no MSN, embora elas também tenham aparecido em um dos diálogos dos caipiras do Sul durante o filme.

  Mas filme mudo não tem diálogo!  
Você

Sim, mas eram como aquelas telas de fala que Charles Chaplin usava... Bem, de qualquer maneira, o filme inicialmente seria dividido em dois. Ou seja, o diretor já tinha ideias para uma possível continuação, o que seria uma ideia que o consagraria para sempre no mundo do cinema. MAS, como ele fez um filme, mostrando os "fantasminhas camaradas com todo mundo que for branco" como pessoas do bem, ele acabou tendo a popularidade tão baixa quanto o Windows é para muita gente.

Inclusive que, o filme tem uma série de efeitos meia-boca e sequer tem atores afro-americanos. Tiveram que fazer atores brancos com cara pintada preta para interpretar negros.

No fim de tudo, quando o filme foi lançado, Griffth se auto-declarou co-produtor, co-diretor e co-roteirista de "O Nascimento de Uma Nação" para não ser responsável da merda que fez e todos que viram o filme aprenderam 1001 formas diferentes de praticarem racismo e serem presos por isso. Uma delas é dizer a setença:

  Eu gosto de "O Nascimento de Uma Nação"  
Idiota ao ser preso

Claro que o narrador do Oscar (a premiação) disse isso, mas conseguiu se safar ao completar "pena que o filme era racista!" seguido por uma risada falsa, tentando fazer os policiais acreditarem que ele estava apenas zoando.

SinopseEditar

 
Outra cena do filme. É incrível como o diretor conseguiu colocar em cada quadro uma forma de racismo. Pois ora só aparecem brancos, ora aparece a bandeira dos sulista e, quando se pensa que não dá mais para cagar, aparecem brancos pintados de negros.

O filme fala de uma baboseira de história, com muita fumaça sando do peito de pessoas durante a guerra de introdução (os efeitos especiais eram curtos para Griffth), começa a falar então sobre a história de duas famílias, que viviam respectivamente no norte e no sul do país.

Justamente que, o Norte era contra a escravidão e o racismo e o sul eram os caipirasque queriam a escravidão e praticavam racismo. Dessa maneira, Griffth achou que a história havia colocado muito bem quem estava errado e quem estava certo... No caso, quem estava certo eram os caipiras sulistas do sul.

Ao decorrer do filme, é apresentado um terceiro elemento, que seria o Ku Klux Klan, os fantasminhas que ficaram do lado dos sulistas e que apareceram para fuder mais ainda com a reputação de Griffth, que nem mesmo no México ele seria bem vindo.

Após o diretor ter inserido algum romance na história para tentar fazer um clima de "olha só! o filme não é completamente racista!", é mostrado que o Ku Klux Klan, estava indo até a guerra final entre os dois lados, impedir o assassinato de Abraham Lincol, quando na verdade, só estavam fazendo isso por ele ser branco.

O pior de tudo foi na hora em que, no final do filme é revelado que haviam espiões do KKK em todas as partes e que eles "praticavam o bem" sempre. Daí, no encerramento, o diretor resolveu colocar um pouco de comédia, fazendo um branco pintado de preto, sair de um barril com "merda" escrito segurando a bandeira do KKK enquanto sambava. No final, o negro leva um tiro, com uma mensagem que dizia "faça isso com o primeiro que tiver cor de bosta!"

 
Outra merda feita pela produção do filme: representar um membro do KKK como cavaleiro-fodão-salvador que zela pela paz e por um mundo com menos negros.

Óbvio que ninguém dentro das salas de cinema compartilhavam do senso de humor do diretor de "O Nascimento de Uma Nação". Após a primeira exibição do filme, em um cinema do Texas (talvez ele já soubesse que algo iria acontecer, por isso escolheu justamente o lugar mais racista dos Estados Unidos) ele acabou ficando tão excitado que foi 10 vezes ao banheiro. Na nona vez, quando foi abrir a porta do banheiro, percebeu que já haviam chamado a polícia e faziam um retrato falado dele.

BastidoresEditar

O paradeiro de Griffth -que até hoje é considerado o culpado pela maior merda já feita nos Estados Unidos- é incerto. Mas alguns dizem que ele conseguiu escapar após dar descarga nele mesmo no banheiro do cinema e fugindo para o pólo norte, onde não haviam televisões e nem cinemas que poderiam fazer os esquimós de lá quererem matar ele. Aliás: não havia nenhum negro no pólo norte, apenas asiáticos. E Griffth na época não havia feito a sequência de "O Nascimento de Uma Nação" e por isso, os asiáticos não mataram ele de primeira.

Ver tambémEditar