Abrir menu principal

Desciclopédia β

O Sapinho Do Do Do

Pere.jpg O Sapinho Do Do Do
É uma criatura pegajosa e tem a pele fria, mas é uma gracinha de pessoa e come os chatos e outros insetos chatos.

...por isso deixe a cobracega se acasalar em paz.

Sapo Principe.jpg


O Sapinho Do Do Do é um poema criado pelo poeta Quico, especialmente para uma das três(ou quatro) versões da Festa da Boa Vizinhança do Chaves. Essa grande inspiração veio logo que o Quico, num passeio por um lago do México, ver em sua imaginação na beira do lago um sapinho que ele nunca tinha visto(ora ninguém nunca o avistou), e achou que era um espécime raro.

Momento da inspiraçãoEditar

 
Sapinho Do Do Do apreciando o poema.

O Quico nesse momento, inspira mesmo, dá aquele suspiro digno de eu vou ter um papai novo, depois olha para o céu azul, que estava totalmente nublado(mas isso são detalhes pouco importantes), tira um bloquinho do bolso do terninho de marinheiro e se põe a anotar. Olha novamente para as cores exóticas das costas do anuro que também o observava com curiosidade, os olhos mais arregalados do que já é possível para um anfíbio.

Depois desse reconhecimento e espanto mútuos, ambos pensando que animal exótico, o Quico pensa em criar uma poesia em homenagem ao animalzinho, já o sapinho, não se pode saber o que ele pensa nessa hora, você sabe como os anfíbios são reservados e também é difícil fazer com que se comuniquem. Bem o Quico é menos reservado, inclusive se mistura até com gentalha, principalmente ao vir para o Brasil. O sapinho por sua vez, quando o Quico, antes de escrever, perguntou seu nome, deu algumas respostas em sua linguagem, mas é claro que o Quico soube interpretar.

O nome Do Do Do, o sapo contou ao Quico, já havia lhe dado muitos problemas junto aos demais sapinhos, mas agora ele gostava de seu nome, pois havia sido de um sapo muito ilustre, que havia sozinho, conseguido fazer centenas de sapas soltarem um festival de ovas(não é essa que tu está pensando, seu otaku), fazendo aquelas nuvens de futuros anfíbios sobre a lagoa. Isso o havia deixado feliz ao saber, pois os sapinhos diziam que ele tinha esse nome porque só queria saber de dar, dar, dar e tinha nojo das fêmeas. O sapinho era heterossexual e se ofendeu, não queria mais ir na aula de pulos, foi então que seu avô, contou a história de seu antepassado que assim, também era chamado. No outro dia o sapinho se foi orgulhoso e ainda se saiu muito bem com os pulos, nem se importando com a zoeira... E eu sei e você também sabe, que a graça de zoar mesmo, é quando o carinha se importa... Resultado: Acabou a graça e nunca mais tiraram o sapinho por causa do nome.

Após ouvir essa história, o Quico gostou ainda mais do sapinho, pois ele também é zoado, como sabemos, principalmente por causa das bochechas(motivo de mais empatia com o sapinho, pois o anfíbio inflava as bochechas de forma descomunal), assim criou à poesia. Sem esquecer que o sapinho era também muito bom no canto, fora pegar as sapinhas no canto, mas em cantar mesmo, pois o Quico escutou o coaxar e também se encantou, lembrando dele mesmo e doas colegas na aula de música. Sem mais enrolação, vamos à essa magnífica obra.

O Sapinho Do Do DoEditar

Ninguém sabe onde vive (só o Quico)
Ninguém nunca o avistou (só o Quico)
Mas todos escutavam (isso se reconhecerem a diferença entre um coaxar e outro)
O Sapinho Do Do Do

Com essa bela poesia, o sapinho se foi alegremente e o Quico também, satisfeito com mais uma de suas obras, a melhor delas depois da caricatura do Mestre Linguiça, que foi atribuída ao Chaves.

Agora aprecie: