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As Duas Torres

(Redirecionado de O Senhor dos Anéis: As Duas Torres)
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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As Duas Porras
As Duas Torres.png
Capa da última versão com todas canções élficas inclusas
Autor J. R. R. Tolkien
País Bandeira da Inglaterra Inglaterra
Gênero RPG em formato de livro
Editora Europa-América
Lançamento 1954


As Duas Torres é o segundo livro da trilogia O Senhor dos Anéis, e como toda segunda obra de toda e qualquer trilogia, é uma história sem começo e nem fim, só um "meio", cheio de coisa acontecendo sem solução. Não há qualquer motivo plausível para que este livro fosse lançado a parte do primeiro e do terceiro, apenas foi um jeito do Tolkien conseguir ainda mais dinheiro dos seus fãs.

EnredoEditar

Livro IIIEditar

Sequência direta do fim da Sociedade do Anal, Frodo e Sam conseguem escapar de um afoito Boromir, que arrependido decide proteger com a vida outras duas crianças, Merry e Pippin, mas acaba morto a flechadas por um grupo de loiras de Saruman, ex-amigo de Gandalf que se revelou um puta traidor e agora está criando um exército de loiras sem dente altamente irracionais e violentas chamadas Uruk-hai, e esse grupo capturou os dois hobbits porque nos resquícios de racionalidade que possuem, sabem que matar criancinhas abusadas por Michael Jackson seria um grande desperdício, alguém com tal experiência de vida merece continuar vivo pra contar a história. Aragorn, Legolas e Gimli decidem então que devem é ir procurar os dois hobbits capturados.

As uruk-hai que carregavam Merry e Pippin, todavia, foram atacados por um bando de peões montados em cavalos chamados Rohirrim, que são o tipo de grupo que massacra loiras sem dó nem piedade, pois se precisam de qualquer alívio sexual cada um já tem seu jumento e não precisam de uruk-hai vivo nenhum. No meio do caos, Merry e Pippin fogem para a Floesta de Fangorn, onde se maravilham ao encontrar os ents. Nessa parte é muito importante fazer igual o Peter Jackson fez, e pular as longas e enfadonhas partes do entebate e as explicações sobre as entesposas. Como os ents são árvores, eles não precisam ter pressa, então podem muito bem debater por 3 dias sobe se devem ou não rebelar-se contra Saruman, não é como se eles fossem morrer tão cedo mesmo. Barbárvore, o mais velho e líder dos ents é quem lidera a revolta.

Enquanto isso, Aragorn, Legolas e Gimli estão mais perdidos que gringo em suruba brasileira, quando são surpreendidos por Gandalf, que agora deixou de ser cinzento e agora é branco, porque largou o tabaco e agora gosta só é do pó branco. Gandalf explica aqueles dois que há algo muito mais importante a fazer, porque agora que Sauron e Saruman se aliaram, ambos planejam um ataque simultâneo a Helm's Deep, um puteiro esquecido que os dois velhos pervertidos desejam tomar para si, mandando Saruman para lá um exército de loiras taradas.

O grupo primeiro chega à capital de Rohan, Edoras, onde encontram um rei moribundo. Experiente, Gandalf dá logo o diagnóstico do Rei Théoden: Excesso de Punheta, e o proíbe de cometer tal ato de auto-amor por uma noite e um dia, restabelecendo a sanidade do rei que havia ficado maluco, banindo o homem que ficava falando perversões em sua orelha e instigando as horas diárias de punheta, o seu assessor Gríma Língua-de-cobra. Uma vez com a sanidade recobrada, Rei Théoden entende a situação da eminente invasão de loiras taradas e necessitadas a seu reino, e mobiliza sua cavalaria e todos se mudam para um beco nas montanhas onde ele e seu exército poderia ser facilmente encurralado e estuprado pelas milhões de loiras que estavam por vir.

Quando o exército de Saruman chega, Gandalf some do nada, para evitar de ter que mostrar sua magia e deixar os heróis se foderem sozinhos, provavelmente foi procurar pó branco pra cheirar. Aragorn, Gimli e Legolas ficam ali fodidos numa guerra quase perdida, não importa quantas loiras matassem parecia sempre ter mais uma para tentar aniquilar com a viadice de cada um daqueles intrépidos heróis. Tudo parece perdido, parece que todos ali serão mesmo estuprados por loiras e terão sua masculinidade recuperada, então eles decidem fazer uma última e gloriosa marcha, para fora da fortaleza, direto para o meio da suruba! Mas quando fazem isso, Galfald aparece de última hora, trazendo um exército de machos sarados, parrudos e sadios, que descem a montanha e dizimam todas aquelas loiras. As que fugiram foram para uma floresta amaldiçoada e viraram comida de bonsai. O dia estava salvo, e os sobreviventes decidiram que era hora de contra-atacar, mas ao chegarem na casa de Saruman, os ents já haviam chegado lá e espalhado folhas por todo lugar, derrotando Saruman. Agora só faltava derrotar o exército de Sauron.

Livro IVEditar

A parte chata do segundo livro, a aventura de Sam e Frodo, o famoso "não caga e não desocupa a moita" ou "não fode e não sai de cima", porque a dupla está ainda naquela melação cueca onde nem um nem outro toma coragem de sair do armário, então fica aquele bromance que não vai a lugar nenhum. Para apimentar a relação, eis que surge Gollum, que faz a revelação bombástica de que ele foi o único garoto que realmente foi abusado por Michael Jackson, e que todos os outros alegam isso só fazem isso para extorquir o pobre Michael Jackson. Devido aos abusos que sofreu quando criança, Gollum tornou-se um garoto carente, esquizofrênico e bipolar, o que gera empatia de Frodo, que deixa que ele viaje junto (a ajuda de Gimli, Legolas, Aragorn ele não quer). Gollum tem uma segunda personalidade mais passiva, chamada Smeagol, que mostra um caminho secreto para a Montanha da Perdição, porque ele também é curioso em ver o Precioso queimado.

Frodo e Sam acabam vendo pela primeira vez alguns elefantes lutando numa guerra, que até então eram apenas figuras mitológicas dos hentais que eles liam escondidos nas brincadeirinhas no Condado. Acabam capturados por Faramir e sua tropa, o irmão de Boromir. Faramir, todavia, é uma rara aparição de um personagem heterossexual na série, e ele não demonstra o menor interesse pelo anel do Frodo, algo raro nessa saga (até a Galadriel teve uma recaída e quase pegou nesse anel). Frodo e Sam ficam intrigados em haver um homem que não gosta de aneis, mas felizes em poderem partir e continuar sua jornada homossexual, junto do amiguinho Gollum.

Cada vez mais próximos de Mordor, Sam e Frodo primeiro passam por Minas Morgul onde avistam centenas de milhares de loiras nojentas asquerosas e repulsivamente femininas, aquela visão dá até uma aquecida no anel. Depois passam por Cirith Ungol onde entram numa caverna que Gollum diz ser uma passagem secreta, mas que é só a casa de uma vagina cabeluda gigante chamada Shelob, o terror encarnado para esses dois pequenos heróis que ainda não assumiram sua homossexualidade ainda tão enrustida, embora nem consigam esconder o horror em ver aquela vagina peluda gigantesco. A lanterninha que Galadriel deu de presente serviu de nada, no final Frodo um golpe de piroca no cu e caiu moribundo, seco e gelado no chão.

Sam pegou anel do Frodo, achando que o amigo morreu. Mas quando o cadáver putrefato do amigo é recolhido por uma loiras, Sam descobre que Frodo está vivo e só tirando um cochilo após muito stress pós-traumático de altíssima exposição a muita heterossexualidadr, e que apenas uma pirocada no cu não seria o bastante para matá-lo.


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