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O Silmarillion

Silmarillion: Guerras, putarias e tudo mais que envolveu a Terra Média durante seu início.

Cquote1.png Você quis dizer: Salmão Marinho Cquote2.png
Google sobre O Silmarillion
Cquote1.png O que vamos fazer hoje, mestre Morgoth? Cquote2.png
Sauron sobre época em que não passava de um capanga.
Cquote1.png O que fazemos todos os dias, Sauron: Tentar dominar o mundo!!!!MUUA-HA-HA!!!! Cquote2.png
Morgoth sobre citação acima.

O Silmarillion, além de ser um dos livros com nome mais bizarro de toda a galáxia, é talvez a mais importante de todas as obras publicadas por Hansi Kürsch, mas sua humildade era tamanha que atribuiu sua criação ao seu professor de redação do ensino médio, J. R. R. Tolkien (ao menos era o que dizia a propaganda). Fala sobre a origem da Terra Média, dos elfos, anões e humanos; as primeiras guerras e todas essas informações que ninguém gosta mas que todo nerd adora saber e pesquisar até não aguentar mais. Muitos posers acham que O Senhor dos Anéis veio antes, mas O Silmarillion precedeu O Hobbit que precedeu O Senhor dos Anéis.

Sobre o livroEditar

É uma versão melhorada da Bíblia, com historinhas sobre a criação do mundo e mais narrativas sobre deuses, elfos e qualquer coisinha besta que aconteceu lá, desde a caganeira de algum mago de nome escroto até o casamento de algum elfo com um orc. É uma extensa obra de quase quinhentas páginas, relatando a primeira, segunda e terceira Eras. Apesar disso, o grande vilão da história sempre foi Morgoth, o predecessor e patrão de Sauron, que todos os nerds conhecem muito bem. Por falta de criatividade de Hansi, talvez, não há outros vilões. Apenas ele acaba sendo o responsável por todas as maldades e putarias até que Sauron, na época seu office boy, assumir o poder.

Na primeira página do livro, há uma inscrição em tengwar (se você não é virgem: a língua rúnica dos elfos) que diz: Contos eróticos da Primeira Era, quando Morgoth viveu na Terra Média e sodomizou os elfos, até que eles se rebelaram, e aí tem a Segunda Era com a Queda dos Números, que falava sobre o quanto os seres da Terra Média odiavam matemática, e por fim a queima do anel que finaliza a Terceira Era. Sim, tudo isso.

EstruturaEditar

O livro se divide em cinco partes, cada uma mais chata que a outra. São elas:

  • Ainulindalë (A Música dos Ainur) - fala da criação do mundo por meio do funk;
  • Valaquenta (O Relato dos Valar) - fala sobre os Valar e os Maiar, os poderosos deuses plagiados da mitologia escandinava que moldaram o mundo como uma massinha de modelar;
  • Quenta Silmarillion (A História das Silmarils) - relata o que aconteceu um pouco antes e durante a Primeira Era da Putaria, formando a maior e principal parte do livro, com24 capítulos;
  • Akallabêt (A Queda) - fala sobre os números menores e sua queda n Segunda Era da Putaria, quando os números racionais e inteiros os destruíram;
  • Dos Anéis do Poder e da Terceira Era - um breve relato dos principais acontecimentos desde a criação dos anéis do Lanterna Verde ao fim da Terceira Era da putaria. É aqui que a história fica chata e você percebe que perdeu semanas da sua vida lendo sobre um mundinho que não existe (ou não).

Trechinho do livroEditar

 
Um típico e pacato dia na Terra Média.

Havia Exú, o Único, que em Arda é chamado de Ilúvatar. Ele criou primeiro os Ainur, os Sagrados, gerados por seu pensamento, na forma de mulheres gostosas para que ele pudesse fazer mais alguma coisa além de criar mundos e tocar em bandas de metal. Elas lhe faziam companhia antes que tudo o mais fosse criado. E ele falou a elas, propondo um pancadão, e elas começaram a rebolar em sua presença, e ele se alegrou. Entretanto, durante muito tempo, elas cantaram cada uma sozinha ou apenas algumas juntas, enquanto o resto estava se divertindo com o Exú. Cada uma delas compreendia apenas aquela parte da mente pervertida de Ilúvatar da qual havia brotado e evoluía devagar na compreensão de suas irmãs. Não obsante, de tanto escutar, chegaram a uma compreensão mais profunda, e o funk se misturou ao sertanejo, criando uma música sem harmonia nenhuma e desagradável aos ouvidos.


v d e h
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