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O Teatro Mágico

Passarinho.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Cquote1.png Loucura, loucura, loucura!!! Cquote2.png
Luciano Huck sobre Teatro Mágico
Cquote1.png Você quis dizer: Dream Theater Cquote2.png
Google sobre O Teatro Mágico
Cquote1.png Olhe para mim! Estou fazendo as pessoas felizes! Sou um homem mágico, do país feliz, numa casa de doce na Rua do Pirulito! Cquote2.png
Homer Simpson, após um espetáculo d'O Teatro Mágico
Cquote1.png Cêis traíram o movimento... Bom, algum movimento, véio!! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre O Teatro Mágico
Cquote1.png Eu gostcho muitcho! Cquote2.png
Cumpádi Washington sobre O Teatro Mágico
Cquote1.png É mais do que música. Isso aqui é vida, mudou minha vida! Cquote2.png
Wannabee, chorando aos berros, após um espetáculo d'O Teatro Mágico
Cquote1.png Poesia pura! Cquote2.png
Carla Perez sobre O Teatro Mágico
Cquote1.png El Ehatro Mgárhio éhf ell mahhr ehhptácolo ê chô oya haye mnmirarldo Cquote2.png
Carlitos Tevez se emociona após um espetáculo d'O Teatro Mágico
Cquote1.png A poesia deles é comovente. Tiro muita inspiração para meus livros. Cquote2.png
Paul, the Rabbit, grande escritor da língua portuguesa brasileira
Cquote1.png Meu garoto! Cquote2.png
Bozo, o palhaço, demonstrando o orgulho que tem dos filhos
Cquote1.png O Teatro é lindo. O Anitelli é lindo! Cquote2.png
Caetano Veloso sobre O Teatro Mágico
Cquote1.png Teatro é coisa de fresco! Cquote2.png
Carlos Maçaranduba sobre O Teatro Mágico

O Teatro Mágico é uma banda (aham, sei...) formada por desocupados, nos quais os integrantes se pintam de palhaços e duas minas se vestem de bonecas. Sim: bonecas mesmo, de verdade, de pano – não são travestis. Originalmente, eram 16 integrantes, mas alguns deles saíram da trupe nos últimos meses por terem percebido o tamanho da bobagem que estavam fazendo. Atualmente, fazem figuração na RedeTV!.

Origem

 
Fernando Anitelli, fundador da banda (aham, sei...) O Teatro Mágico

Apesar de atenderem por alcunhas bastante viris, como Galdino, Toucinho, Émerson Marciano e Willians, a banda (aham, sei...) é liderada por um boiola hippie erudito (ô!) ex-estudante de comunicação (só podia!), chamado Fernando Anitelli. De acordo com a Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, Anitelli é um provável panaca, que acredita que conseguirá pegar algumas minas fazendo rimas esdrúxulas e usando maquiagem.

A iniciativa de formar uma banda (aham, sei...) surgiu em 2003, quando Anitelli começou a fumar pneus, ouvir Armandinho e ter visões. Numa delas, o inspiradíssimo fundador da trupe começou a folhear um livro do escritor germano-suíço Hermann Hesse e achou a expressão que batiza o que ele chama de "espetáculo". A partir daí, começou a juntar outros manés e iniciou a formação de sua "arte" de música e poesia urbana, vestindo-se feito Isabelita dos Patins e com rimas tão profundas quanto as de Carlinhos Brown ou Cumpádi Washington.

Considerado o Cirque de Soléil de pobre, O Teatro Mágico tem a cara-de-pau de fazer shows (públicos!) com rimas belíssimas, como “sol e vento, dia de casamento/vento e sol, luz apagada num farol/sol e chuva, casamento de viúva/chuva e sol, casamento de espanhol”, possivelmente arranjadas em alguma pré-escola ou pelo irmão mais novo de algum integrante da banda (aham, sei...). A maquiagem é dos próprios integrantes da banda (aham, sei...) e, como é perceptível, provavelmente feita no escuro.

 
Integrante (ou fã, sei lá) d'O Teatro Mágico

O apogeu de todo talento d'O Teatro Mágico foi descarregado na letra de “O Anjo Mais Velho”. A música está no primeiro disco da banda (aham, sei...), “Só Para Ralos” (2004). Segundo a poesia pura de Anitelli, “só enquanto eu respirar/vou me lembrar de você”. Tem quem ache essa bobagem a coisa mais linda e profunda do mundo – o que não merece preocupação, já que esse tipo de gente topa sair por aí na rua usando nariz de palhaço e com a cara pintada. Fazer o quê, não?

A Abin ainda investiga a possível ligação da banda (aham, sei...) com a Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com a Agência, os 16 palhaços estariam originalmente envolvidos em um esquema de financiamento da IURD, transformando os shows em verdadeiros cultos messiânicos e captando verbas a partir da catarse promovida pelos shows, convertendo novos desocupados e vendendo CDs para os “raros” por aí.

Após inúmeras aparições na mídia, algumas pessoas afirmaram que O Teatro Mágico possuiria ligação com o Loser Manos (o que não seria nenhuma surpresa), sendo influenciada numa mistura indie-underground com o Cirque du Soléil, de forma a abranger as grandes massas pseudocult-alternativas - normalmente estudantes universitários de filosofia, ciências sociais ou jornalismo que divulgam amplamente a autossustentabilidade natureba.

A partir do segundo disco da banda (aham, sei...), “Parreira é o Melhor” (2005), O Teatro Mágico começou a influenciar outros cantores tão ruins quanto, como Armandinho e... Bom, e outras coisas bem ruins também. A influência acabou dando origem a parceiras no terceiro disco da banda, “Metal is the Law” (2006), no qual Armandinho grava uma faixa homenageando o rei Cumpádi Washington.

Como todas as bandas perebas, O Teatro Mágico também tem seus fãs chatos. Segundo eles, a banda (aham, sei...) não faz apenas músicas, mas transforma vidas. Provavelmente porque a vida deles seja tão ruim que qualquer show dos palhaços por aí consiga deixá-los mais felizes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma boa noite de sexo, um videogame ou meia hora em um bar poderia resolver a vida dos fãs d'O Teatro Mágico.

No entanto, depois do repentino sucesso na MTV e de algumas aparições em jornais escolares e de bairro, o fundador Fernando Anitelli resolveu comandar o circo sozinho: mandou todos integrantes arrumarem empregos decentes e contratou uma banda (aham, sei...) que atualmente é formada por... Fernando Anitelli! Por ora, o ídolo das massas universitárias contrata alguns músicos para continuar arrebanhando seguidores, mas é constantemente rechaçado por ídolos como Chrigor, Chimbinha, Salgadinho e Fábio Júnior.

Discografia

  • Só Para Ralos (2004)
  • Parreira é o Melhor! (2005)
  • Metal is the Law (2006)
  • Sou Pára-Raios (previsto para 2009)
  • O Teatro Mágico grava É o Tchan! (previsto para 2014)
  • Chinese Democracy (previsto para 1994. Não, para 1997. Opa, 2001. Quer dizer...)