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Of Monsters and Men

Coat of arms of Iceland.svg.png En barbaric grein!

Este artigo é islandês e só existe graças aos seus vulcões.
Erik, o Vermelho está vagando por aqui, portanto, tome cuidado. Agasalhe-se e venha curtir um som de Björk acompanhado de um bom filé de peixe!

Indiemo.jpg Let's see any iranian film?

Este é um artigo INDIE!

E bota duas gotas de vodka no chá pra pagar de bêbado.

Undersk.jpg
Of Monsters and Men
AT 1f1c2f2i3j4d6.jpg
plágio de uma foto do Arcade Fire com todos olhando para porra nenhuma
Origem Gar... Ah, não tem essa letra no meu teclado não
País Islândia
Período 2010 - atualmente
Gênero(s) indie, folk, gay
Gravadora(s) {{{gravadora}}}
Integrante(s) Nanna BH, Rággi TH, Nrynjar L, Arnar RH, Kristján PK
Ex-integrante(s) o carinha da sanfona e do piano
Site oficial {{{site}}}


Cquote1.png Você quis dizer: Sigur Rós Cquote2.png
Google sobre Of Monsters and Men
Cquote1.png Você quis dizer: The Lumineers Cquote2.png
Google sobre Of Monsters and Men
Cquote1.png A banda que saiu da Islândia Cquote2.png
Rádios islandesas sobre Of Monsters and Men
Cquote1.png É, eles até que tocam direitinho Cquote2.png
Invejoso sobre Of Monsters and Men
Cquote1.png TANRANTANTANTANTANTANTAAAAAAAAN, HEY! Cquote2.png
indie escutando Little Talks

Of Monsters And Men, estilizado para OMAM é uma banda islandesa que faz música caipira e é amada pelos indies que a conhecem e que nutrem o sonho de conhecer países frios. A banda é liderada pelo violonista Ragnar Porrarala, mas a mídia finge que a Nanna quem lidera essa porra.

Índice

OrigemEditar

Assim como em outras bandas nórdicas, OMAM surgiu porque os jovens integrantes da banda repararam que quando você se mexe, sente menos frio. Daí, dançam, cantam e tocam como loucos em qualquer palco, mesmo no Brasil, porque os anos de frio sentidos na Islândia fez surgir neles uma doença que proporciona o frio eterno e intenso para sempre.

No início, a vocalista Nanna Hilmarsdóttir (ô nome) queria ter um projeto solo e tudo mais, mas aí conheceu o gordo Ragnar Thorhallsson (ô nome pt.2) e chamou outros desocupados para fazer uma banda.

IntegrantesEditar

 
Nanna e seu namorado mandando o "joinha" típico da Islândia
  • Ragnar é fã de Sigur Rós, é gordo, canhoto, tranquilão e tímido. Toca violão e guitarra. Todos os indies se identificam com ele.
  • Nanna é simpática, ex em o punk, inteligente e até ligeiramente gostosa. Toca violão, além de siririca, usa chapéu e coroa de flores como toda indie faz. Eu comeria, mas ela namora desde os 5 anos de idade com o mesmo cara.
  • Brynjar é o único quem tem Instagram e o usa, brincalhão, considerado "bonito" pelas fãs. Além de tocar guitarra, o que ajuda bastante no quesito pegação.
  • Arnar é o baterista e vida loka da banda, com sua filhinha bebê e seu cavanhaque de estuprador. Gostam dele por seu jeito espontâneo e pelas merdas que fala, além de ser bom na batera.
  • Kristján se chama Kristján Pau e toca baixo. Ninguém sabe mais nada sobre ele.

O caso RaggaEditar

Na banda também temos Ragnhildur Gunnarsdóttir (ô nome pt.3), que toca sanfona e xilofone, piano, trompete, saxofone, canta e é comestível, mas não era integrante da banda até 2013, quando Brynjar deu uns pegas nela e fez dela membro oficial do OMAM. Hoje ela ostenta esse título, mas pôr o nome dela no artigo dá preguiça, então vai ser integrante flutuante mesmo.

O sucessoEditar

OMAM não tem um sucesso entre nós, pessoas normais, mas eles têm uma canção ligeiramente conhecida de seu primeiro disco: little talks. Com uma letra boba e romântica, refrão simples e o lindo "panrampampampampampampããã hey", a música pegou no mundo todo fazendo eles serem conhecidos fora da gélida Islândia.

Já no segundo álbum, o sucesso — entre os indies, claro — é a música faminta por rola, que o povo gosta, o povo quer. Vejamos se futuramente OMAM vai surgir com outro disco e as vozes dos estranhos integrantes com letras mais estranhas ainda, para empolgar os alucinados fãs.