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Olaria Atlético Clube

Olaria Atlético Clube
Escudo do Olaria.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial '
Origem Bandeira do estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador da história Nuvola apps core.png
Melhor Jogador da história Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Carioca
Divisão Última divisão
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Olaria Atlético Clube é um ex-time de futebol ainda em atividade, atualmente sob regime amador, é só um desses times totalmente secundários da periferia do Rio de Janeiro que nunca ganha nada e sua única função é eternamente perder e perder para os quatro grandes clubes cariocas. Durante muitos anos desempenhou um papel fundamental no futebol carioca de perder sempre para Flamengo, Botafogo, Fluminense e Vasco no começo do ano, sempre sendo grande responsável por elevar a moral dos torcedores desses outros times.

Entre suas grandes glórias está a conquista de um título da última divisão do Campeonato Brasileiro de 1500, o fato de ter sido o 66º time o qual Garrincha vestiu a camisa e uma suposta alcunha de ser um time tradicional do Rio de Janeiro. Seus maiores rivais são o Bangu, o Volta Redonda e o Madureira contra quem anualmente disputa quem perde de menos para os quatro grandes, e assim quem sabe consegue vender um jogador ou outro para os mesmos.

Índice

HistóriaEditar

FundaçãoEditar

Em 1915 surgia esse time do Olaria, fruto de um projeto ousado, pois antigamente o futebol era um esporte praticado somente pelas classes mais frescas, frufrus e homossexuais da sociedade, geralmente em clubes de mauricinhos. Na época Olaria não passava de uma favela distante, mas mesmo assim pessoas decididas insistiram na criação de uma sauna gay, e assim surgia o clube de futebol.

Demorou longos 15 anos para adquirir sua primeira conquista, quando em 1931 sagrou-se o grande campeão da Segunda Divisão do Campeonato Metropolitano de Bolinha de Gude, esporte este que era uma mania local no bairro de Olaria, sendo substituída pelo bafo somente em 1990 e depois pelo tazo em 1995. Tal título de 1931 credenciou o Olaria a disputar pela primeira vez o Campeonato de Totó Amador da Guanabara no ano seguinte, no qual terminou em 19º lugar em 1932.

Extinção e retornoEditar

Em 1937, a então Federação Carioca de Desportos realizou talvez uma das coisas mais sensatas que já fez em sua história, quando forçou a extinção do Olaria e de mais outra tanta meia-dúzia de times inúteis. A lógica era que como aquele time jamais iria ganhar mesmo, ele não necessitava ficar ali ocupando espaço, então todos jogadores do Olaria foram transferidos para uma pedreira onde poderiam utilizar sua falta de habilidade futebolística para algo mais útil, como marretar pedras e quebrá-las.

Infelizmente em 1947 o time foi revivido, visto que a Copa do Mundo de 1950 estava próxima e os grandes times cariocas precisavam ganhar moral e ter alguns clubes garantidos de quem pudessem golear eternamente. Para este propósito o Olaria ressurgiu. Assim, a partir de 1950 o time do Olaria se comprometeu a ser um total figurante no futebol carioca, e sabendo que jamais cresceria implementou uma gestão para nunca falir por mais que nunca ganhasse títulos, uma gestão focada em contratar jogadores que aceitam pão com mortadela e suco de laranja como salário.

Década de 70Editar

O máximo que já conseguiu na vida foi um mero e desprezível terceiro lugar num campeonato carioca qualquer que para o Olaria é considerado mais do que um título. Na falta de taças reais, o Olaria comprou uma dúzia de troféus na esquina da quitanda, dizendo-se assim campeão de coisas que ninguém nunca ouviu falar, como Torneio Integração do Rio de Janeiro, Taça Alfredo Curvelo, Troféu Washington Rodrigues, Torneio Fernando Rufino e mais outras dez taças com nomes de machos nelas escritas, o que é bem suspeito.

O Olaria mesmo com toda sua ruindade já disputou por duas vezes a primeira divisão do futebol nacional, claro que naquela época amadora onde os times disputavam por serem convidados e o torneio tinha mais de 100 times. Sua primeira participação foi pelo Campeonato Brasileiro de 1973 onde conquistou importantes 10 empates. Nessa época o Olaria descobriu sua vocação para time retranqueiro que comemora empates como vitória e nunca mais mudou este seu estilo de jogo.

Apesar do péssimo 31º lugar no campeonato anterior, o Olaria teve uma nova chance na edição do Campeonato Brasileiro de 1974, onde obviamente só decepcionou e foi rebaixado pela primeira vez para nunca mais voltar.

Taça Bronze de 1981Editar

Sete anos depois de sua participação na Série A de 1974, o Olaria se encontrava na última divisão do Brasileirão em 1981, na denominada Taça de Latão Fodido, que reunia os piores times das principais cidades do país.

Nada se sabe sobre os detalhes da famosa campanha do Olaria de 1981, afinal todos os 6 timecos que enfrentou na oportunidade já não existem mais, pois todos faliram em 1982 de tanta vergonha de terem sido derrotados pelo Olaria.

Anos 90Editar

A partir dos anos 90 o Olaria firmaria-se como uma tradicional equipe perdedora do Rio de Janeiro, com a evolução do futebol, organização dos torneios e maior profissionalismo dos demais times, o Olaria despenca para o patamar de mero time a mais no campeonato carioca que depois some e nunca mais se ouve falar até o campeonato carioca do próximo ano, tendo extremas dificuldades para sequer ficar numa quinta posição.

DecadênciaEditar

A partir dos anos 2000 o Olaria entrou em total declínio, parece que perder sempre para Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco já não era mais o bastante, o Olaria agora perdia também para aqueles outros timecos cariocas inúteis, o que fadou o pobre Olaria ao rebaixamento no estadual.

A segunda divisão do estadual carioca foi descrita pelo poeta Dante Alighieri como o limbo, a entrada do inferno, onde os times de futebol ali ficavam presos num eterno purgatório, e assim foi com o Olaria, pois o torneio com 167 times selecionava apenas os 2 primeiros para subir de divisão, um feito inalcançável para o Olaria. Nem mesmo em 2008 quando a Federação Carioca mandou subir 10 times de divisão para inflar a série A do estadual, o Olaria não deu conta de ficar entre os dez primeiros. Em solidariedade a essa má campanha épica, o Olaria assinou sua falência.

Centenário de 2015Editar

No ano do seu centenário, o máximo que o Olaria conquistou foi uma quinta posição na Série B do estadual carioca, aonde se encontra eternamente confinado para pagar seus pecados de time ruim centenário.

TítulosEditar