Ouvidor

Ouvidor é só mais uma das cidades integrantes do Reino de Catalão no sul de Goiás que na prática mais parece apenas um distrito de Catalão. Apesar do nome, é mais um desses municípios que ninguém nunca ouviu falar.

HistóriaEditar

 
Tudo o que restou da Estação Ferroviária de Ferro da Estrada de Ferro Rética de Goiás em Ouvidor. Hoje dominada por cupins.

Povoado que surge em 1922 com construção da Estação Ferroviária de Ferro da Estrada de Ferro Rética de Goiás que interligava os reinos de Catalão e Triângulo Mineiro, muitos dos peões que construíram a ferrovia acabaram ficando por ali nos acampamentos que tinham armado por não ter lugar melhor para ficarem. Os pioneiros de Ouvidor foram fazendeiros fracassados de Catalão que encontraram em Ouvidor a chance de grilar algumas terras do governo e ganhar um lucrinho.

Inicialmente o povoado era conhecido como Catuaba, nome de um medicamento natural que a antiga população usava para combater a diarreia, um problema recorrente em Ouvidor.

Em 1953 ao se tornar um município, adota o nome Ouvidor. Tal nome foi adotado de acordo com um histórico popular das redondezas onde, quando um grupo de amigos diziam que iam farrear na cidade de "Catuaba", alguns deles logo diziam que "houve dor" como desculpa de não ir para um lugar tão inóspito e sem nada de bom para se fazer. A célebre frase foi aceita como nome do município.

PolíticaEditar

Ouvidor é uma cidade tão boa, graças aos seus políticos, que assim que um prefeito é eleito ele adquire uma fazenda em Catalão porque na sua própria cidade ele não aguenta ficar. Esse mesmo digníssimo prefeito é ainda preocupado com o emprego da sua população, oferecendo trabalho para funcionários comissionados da prefeitura para ir trabalhar em sua fazenda em Catalão, afinal, o trabalho dignifica o homem. É claro que esses nobres trabalhadores não devem arcar com despesas do maquinário, por isso máquinas do município podem ser utilizadas. Tudo isso apenas até o Ministério Público intervir.

EconomiaEditar

Cidade que sempre se destacou na agropecuária do alho, maracujá, arroz, milho, feijão, mandioca, café, soja e tudo mais que essas cidades pobres plantam as toneladas para vender a centavos.

A produção agrícola perdeu importância com a descoberta de jazidas minerais, e todo mundo foi trabalhar martelando o morro lá.

LazerEditar

Porra nenhuma. Talvez aquele povo considere capinar como um lazer, ou talvez ir pescar botas no Lago da Usina de Emborcação.