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Paisagem Vinícola de Piemonte

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Paisagem Vinícola de Piemonte é mais um ébrio patrimônio mundial da UNESCO, órgão da ONU que já na falta de opções para patrimônio mundial, em 2016 passou a considerar patrimônio mundial diversas regiões do mundo que fomentassem por séculos o estado deplorável do ser humano embriagado, como a região de Champanhe na França ou as vinhas de Borgonha também na França, inclusive considerando patrimônio mundial, também, os botecos pé-sujo-de-esquina da cidade do Rio de Janeiro. Embora essa paisagem vinícola de Piemonte seja evidentemente um patrimônio mundial bem forçado, é fato que a região tem ampla importância para a história e cultura da produção mundial de vinho, pois é dali que vem o legítimo vinho "Valpoliciccela Di mi Rolla" que nos traz o sabor autêntico do carvalho italiano.

Índice

Langa de BaroloEditar

 
O famoso suco de tomate Barolo, patrimônio mundial devido ao seu sabor de molho pardo.

Uma vasta área de 3000 hectares onde são plantadas uvas geneticamente modificadas desta variante chamada barolo, inventado em 1980 por um grupo de nerds italianos muito esquisitos que eram viciados em jogar o RPG de Vampiro: A Máscara em live-action. Eles se fantasiavam de vampiro-emo e jogavam por horas por dias, mas como não podiam matar alguém de verdade para beber sangue, e como Campari ou suco de beterraba eram ambos extremamente bebidas de mau gosto, eles decidiram estudar engenharia botânica e descobriram um modo de infundir extrato de tomate na raiz das vinhas, produzindo assim uma uva de cor estranhamente avermelhada que resultaria nesse vinho visivelmente bizarro, mas que como é feito na Itália, todo mundo releva e faz de conta que é bom.

Colinas de BarbarescoEditar

Os vinhos de barbaresco são apenas uma versão piorado do vinho de barolo, pois suas uvas são plantadas em encostas, e durante as chuvas a água traz do topo das colinas diversas impurezas que fecundam o solo e geram uma uva com gosto de chiclete de cereja. O resultado é um vinho com característico sabor, aroma, opacidade e textura de suco de tomate.

Nizza Monferrato e BarberaEditar

Região onde uvas normais são plantadas ao lado de carvalhos, de onde é produzido o autêntico, genuíno e original Valpoliciccela Di mi Rolla, o vinho mais chique de toda Itália. Ao invés de água, tais vinícolas são regadas com urinas de iaque, cuja amônia contribui para maior acidez do produto final.

Canelli e o Asti SpumanteEditar

Canelli é o vilarejo de camponeses dos arredores das famosas vinícolas de Piemonte, onde as pessoas se vestem em trapos e se comportam como se estivessem no século XII, com muito trabalho manual, pouca tecnologia e muitos prostíbulos. Nas suas proximidades é produzido a uva asti spumant, a única uva transparente do mundo, que produz um vinho frisante com um leve gostinho de Dolly Citrus, sendo este um dos vinhos mais caros do mundo devido a este sabor exótico.

Monferrato de InfernòtEditar

Mais plantações de uvas, dessa vez umas sem muitas firulas como parece s er mania em Piemonte plantar uvas esquisitas. As uvas de Monferrato fazem os vinhos italianos normais que depois são vendidos por uma fortuna, porque sempre tem um magnata excêntrico disposto a isto.

Castelo de Grinzane CavourEditar

Também faz parte da paisagem o Castelo de Grinzane Cavour, um castelo medieval em formato de caixa de sapato que representa muito bem a preguiça dos italianos pré-renascença em fazer castelos decentes, sendo que este foi claramente inspirado em castelos de areia de tão mixuruca. É nos porões desse castelo que as uvas de Piemonte são deixadas para apodrecer e reunir por anos a maior quantidade possível de staphylococcus (fermentação) para produzir os famosos vinhos italianos que geram as piores ressacas possíveis.