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Palácio do Jaburu

Palácio do Jaburu é a residência oficial dos vice-presidentes figurativos (ou não) do Brasil. Foi inalgurado em 1977, ou seja, em plena dita dura dos milicos, para abrigar aqueles que costumeiramente são esquecidos pelos presidentes, vivendo um melancólico período de ostracismo a começar por JK e terminando agora na recém-desempossada, Dilma Rousseff.

HistóriaEditar

 
Placa na rua de acesso ao palácio, na Avenida das Nações

O palácio foi construído para realizar um antigo desejo do então vice-presidente Adalberto Pereira dos Santos — irmão do então presidente Ernesto Geisel tamanha a semelhança, digassi di passagi — que desejava ser um pouco mais reconhecido e morar mais perto do presidente, que se deleitava com um lago sozinho só pra el — na época, não existiam as malditas mansões do lago. Para isso, ao invés de escrever uma cartinha de amor para o presidente, Adalberto resolveu negociar sozinho, em um boca a boca pessoal com o ditador. Fez isso sem temer a morte.

A mendigagem deu bastante certo e em 1977 o vice figurativo pôde ganhar sua residência a beira mar rio lago piscina de 1000 litros. O presidente não queria que seu irmão mais novo cagasse sua água toda vez que fosse se banhar no Lago Paranoá. Afinal de contas, a mesma água era (e ainda é) usada para consumo próprio na residência (vulgo água de torneira) e a responsável pelo tratamento dessa água costuma apenas transferir a água de um lugar para outro. Se o indivíduo cagasse, iria foder com todo o sistema. Por isso o presidente Geisel mandou construir a casa do vice bem longe do dele, com direito a lago próprio e tudo, afim de evitar esse tipo de coisa.

ArquiteturaEditar

 
Imagem do recinto.

O palácio, mais um projetado pelo esquizofrênico Oscar Nieymaier, é também mais um que sofre com infestação de ratos voadores, se transformando em períodos mais amenos, num imenso pombal. O local também é frequentado por outros tipos de animais como Emas, Jacarés, Marrecos e até um bode, transformando o local num folclórico zoológico.

O palácio é atualmente o único lugar da capital federal que possui um jardim criado por Roberto Karl Marx e que não tenha virado um imenso depósito de lixo a céu aberto, um canteiro de obras abandonado, que esteja em algum lugar permanentemente fechado ou que não tenha apenas arvores cortadas e flores mortas.