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Desciclopédia β

Pampulha

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Barraco faraônico do bairro de Pirituba-Tchumbada

Pampulha é um isolado bairro de Belo Horizonte onde localiza-se o esgoto da metrópole mineira. O seu nome nasce da fusão entre o latim pan ("muitos", como em "pansexual") com o galês pulhaart ("headphone", como em "Princesa Leia"), derivando para o bretão antigo "Panpuliart", já nomeando um local (nas cercanias de Stonehenge) até chegar ao italiano "Ahhh! Pampuuuuglia!", trazido à cidade pelos primeiros mafiosos que ali colonizaram.

Tida por muitos habitantes beagazenses como "cidade paralela", a região da Pampulha foi inventada por JK em 2019 - o que explica o arrojo visual e o futurismo que permeiam os bairros que a compõem. Não abriga patricinhas o suficiente para ser considerada um bairro de luxo e nem favelados o suficiente para ser considerada Zona Norte (ou Zeêni, no dialeto local). Dadas tais características, a Pampulha pode ou não ser, comprovadamente, um reduto cuja utilidade dúbia é cientificamente comprovada por pesquisas empíricas de eficiência semi-precisa.

O reconhecimento da Pampulha como "cidade paralela" se dá por alguns fatores cruciais, dentre os quais podemos citar:

  • Possui seu próprio Aeroporto, que transporta os moradores para a Savassi.
  • Possui seu próprio esporte, o futebol, que é praticado no estádio próprio da região, o Estádio Malhanões "Mineirão" Pinto.
  • Possui sua própria universidade, a UFMG - Universidade Federal Mané Garrincha.
  • Possui sua própria lagoa, aberta à natação.
  • Possui seu próprio bicho-símbolo, o jacaré assassino da lagoa. Apelidado mais recentemente por simpatizantes como "Wally Gaytor", o lendário jacaré foi morto em 1942 e ressucitado no século 30 por um xamã, durante um coma induzido pela ingestão de aguapé destilado.
  • Possui sua própria coleção de bairros esquisitos.
  • Possui sua própria corrida de rua, o Arrastão da Pampulha.
  • Possui seu próprio clube de alto luxo exclusivo fechado nanão, o CEU.
  • Possui sua própria pista de racha nos arredores do estádio, perfazendo o complexo esportivo.
  • Possui sua própria revista de programação, a Mané, e um jornal de circulação interna que chega a Bagazolonte por balsa e nunca sobra para a própria Pampulha.

EconomiaEditar

A economia da Pampulha ainda é um mistério para o FMI. Ainda que continue se sustentando sobre seus principais alicerces históricos - a exportação de salões de beleza e os pet shops para jacaré -, não há indícios de um só estabelecimento comercial de outro gênero que tenha prosperado. Sabe-se que as variadas boutiques presentes na região são apenas passatempos montados pelas madamas do jet set lagoa-pampulhano. Entediadas com o fato de não morarem na Savassi e de terem de suportar aquela decadência pampúlica apenas sustentada no ar pelos mosquistos, abriram lojas de roupas como desculpa para viajarem à Europa frequentemente trazendo lançamentos (pela janela; da coleção passada; de estilista de terceira; "Europa" que elas falam é Portugal).

 
Corredores disputando o Arrastão Internacional da Pampulha. Repare nas máscaras de oxigênio utilizadas devido ao terrível mau-cheiro da lagoa.

Dentre os estabelecimentos comerciais que podemos citar como fracassos nos últimos 2 meses estão:

  • 35 padarias
  • 198 bares (dados de 2006)
  • 25 papelarias
  • 54 indústrias de pirulito
  • 19 vendas de esquina
  • 237 fliperamas
  • 96 hospitais particulares de alto nível
  • 98 hospitais particulares de baixo nível
  • 975 videolocadoras de fita
  • 14.621 lava-jatos
  • 42 postos de gasolina
  • 1 escola de palhaços

A razão para o desaparecimento de tantos estabelecimentos em tão pouco tempo ainda é um mistério, mas há especulações. Uma delas diz que toda a Pampulha foi construída sobre um acidente termonuclear da franco-maçonaria que transformou todos os quatis da região em mandris e todos os mandris da região em mafagafos. Como isso já faz tempo, todos eles já foram pro saco. Seus espíritos, desde então, vagam a esmo e alavancam ainda mais a falta de entusiasmo dos moradores com qualquer tipo de novidade que não esteja num bairro totalmente distante.

O mercado imobiliário da Pampulha é movido por dois fatores: o polímero de CDs e a cultura de mariola. No século XII, quando da colonização hispano-dinamarquesa e a verdadeira era das trevas pré-Quinzinho, Belorrorizante foi separada de duas formas: dentro da Contorno (terrenos pequenos muito caros na Zona Sul) e fora da Contorno (terrenos grandes muito baratos na Pampulha). Como previsto, os terrenos pequenos e muito caros se esgotaram num estalo de dedos, transformando a região Sul numa enorme favela de milionários, atualmente dominada pela criminalidade infanto-juvenil abonada de jovens infantes muito ricos que mataram os criminosos originais.

Os pobres e abastados dínamo-espanholitos que ficaram sem lotes decidiram, então, seguir um caminho alternativo. Compraram terrenos gigantescos por preços baixíssimos e construíram malocas faraônicas no meio do mato, iniciando o que viria a ser o bairro dos Bandeirantes (alusão ao fato de Espanha e Dinamarca serem países que possuem bandeiras).

  Com inveja e sem espaço, os habitantes da Zona Sul decidiram batizar uma mísera avenida com o mesmo nome do primeiro bairro da Pampulha, em tentativa de reafirmar sua falsa superioridade.  
Gerard Depardieu, crítico de videoblog e comentarista de baladas

BairrosEditar

 
Nova Pampulha: emergentes ou aproveitadores?

Com o surgimento do bairro dos Bandeirantes, a Pampulha foi inevitavelmente inaugurada com uma garrafa de cidra Creser quebrada no trezoitão do primeiro assaltante. Entretanto, um fenômeno atual de conurbação semelhante ao que acontece na Grande BH teima em fazer com que bairros das redondezas sejam arbitrariamente considerados parte da revolucionária arquitetura da Pampulha. A este conjunto de bairros aproveitadores foi dado o nome de... Pampulha.

Para evitar futuras disputas territoriais e movimentos separatistas, abaixo temos uma lista dos bairros que NÃO fazem parte da Pampulha, facilmente reconhecidos pelo sobrehumano contraste entre terrenos baldios e empreendimentos titânicos:

  • Jaraguá / Liberdade / Santa Rosa / Dona Clara
  • Ouro Preto / Dom Orione / Alípio de Melo / Castelo
  • Serrano
  • Santa Branca
  • Planalto
  • Franciscadriângela
  • Santa Amélia
  • Jardim Mandiopã
  • Paraíso das Piabas
  • Tucuruvi
  • Gávea
  • Charivan do Norte
  • Cay&Sara

Conjunto Arquitetônico da PampulhaEditar

Em 1942, JK, o presidente mais excêntrico da história do Brasil, chamou o seu amigo Oscar Niemeyer para projetar um monte de monumentos impossíveis de existir na física do mundo real, e assim adaptá-los para que realmente fossem construídos, forçando assim muitos cálculos matemáticos para alguns pobres estagiários, e claro, inúmeras adaptações para aquelas obras malucas realmente serem construídas em torno da Lagoa da Pampulha. Por ser considerado um exemplo único de até onde pode ir a loucura humana, em 2016 a UNESCO declarou que a região era patrimônio mundial.

  • Igreja São Francisco de Assis (Belo Horizonte) - Toda a genialidade de Oscar Niemeyer transborda na concepção do projeto desta capela, pois foi construída em formato de hangar, só por estar na beira de um lago, mas ao invés de servir de estaleiro, colocaram um padre em seu interior.
  • Museu de Arte da Pampulha - Provavelmente uma obra de Le Corbusier que foi roubada por Niemeyer, devido ao seu pilotis que dá a sensação de que o museu tem um porão abandonado. Neste prédio em formato de caixa de sapatos há mais 1600 obras, que ninguém se interesse em ir ver, pois brasileiro é sem cultura.
  • Casa do Baile - O exemplo mais clássico e até hoje semi-preservado, do fracasso que era o modernismo na arquitetura. Tratando-se de um cubículo numa ilhota, representa toda a falta de funcionalismo da arquitetura modernista, por isso foi desativado em menos de 4 anos de uso, e hoje é uma ruína abandonada.
  • Mineirão - Nada de especial, arquitetonicamente falando, como qualquer estádio de futebol, só o formato já esperado de cu arrombado. A sua função é dispensar que os times de Belo Horizonte precisem ter seu estádio próprio.